Jesus é Deus?! ()

 

É Jesus Deus?

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 Jesus é Deus?!

Autor: Májid Bin Sulaiman

Ramadan 1442 H. – Abril de 2021,

Tradução: Prof. Samir El Hayek

Supervisão: Cheikh Dr. Abdel Hamid Metwaly

Trinta evidências científicas e lógicas para os instruídos e as instruídas apenas

JESUS É DEUS?

Trinta evidências do Antigo Testamento, do Novo Testamento, da lógica e da história de que Jesus o Messias (Jesus filho de Maria) é um ser humano, Mensageiro enviado por seu Senhor e Criador (Deus), e Ele não é senhor nem filho do Senhor, nem é deus nem filho de Deus.

EM NOME DE DEUS, O CLEMENTE, O MISERICORDIOSO

 INTRODUÇÃO

Louvado seja Deus, Senhor do Universo, que a paz e as bênçãos estejam com o mais nobre dos profetas e mensageiros.

As pessoas na Palestina viam Jesus, filho de Maria, antes que ele começou a pregar sua Mensagem (para se adorar a Deus), como ser humano como eles, mas quando esta pregação começou a seu povo, os judeus, ficaram divididos em dois grupos:

O primeiro: Pessoas que acreditaram nele, em sua mensagem, e que ele era um profeta, um ser humano enviado por Deus, Glorificado e Exaltado Seja Ele, para eles.

O segundo grupo: negou-o, não acreditou nele e acusou-o de impostor da profecia.

Poucos anos depois que Jesus foi elevado ao céu, Paulo chegou e reivindicou que o Messias é deus e filho de Deus, e que ele é o Senhor e filho do Senhor. Essa situação ocasionou o surgimento de um terceiro grupo que se agregou aos dois grupos mencionados acima.

A resposta a esta declaração de que “o Messias é Deus e filho de Deus, e que ele é o Senhor e filho do Senhor” consiste em trinta evidências, onze delas são tradições (ou seja, tiradas do Antigo e do Novo Testamento), dezesseis são racionais (isso significa que eles são conhecidas por raciocínio, lógica e pensamento correto) e duas delas são históricas (ou seja, há dois testemunhos da história que indicam que este credo foi inventado pelo ser humano e não vem do Senhor do Homem: Deus, e que o Messias não sabia disso quando ele estava na terra). A última evidência para concluir é a prova do Alcorão de que o Messias é um ser humano, Mensageiro, não é o Senhor nem filho do Senhor, ele não é Deus nem filho de Deus.

Dividi essa pesquisa em cinco capítulos, de acordo com os tipos das evidências.

* Primeiro capítulo: Evidências das tradições.

* Segundo capítulo: Evidências lógicas.

* Terceiro capítulo: Evidências históricas.

* Quarto capítulo: Evidências do Alcorão.

* Quinto capítulo: Anexo com benefícios gerais.

Vamos começar a ler esta pesquisa agora, se Deus quiser.

 Primeiro Capítulo: Evidências das Tradições

 Essas evidências incluem do Antigo e do Novo Testamento a invalidade do dito: "O Messias é o Senhor." Existem onze evidências que postulam esta afirmação:

 Primeira Evidência

Como se pode dizer que o Messias é o Senhor ou filho do Senhor se não há nem uma única declaração explícita em qualquer um dos quatro Evangelhos ou nas vinte e três missivas anexadas a eles afirmando que Jesus disse de si mesmo em termos explícitos que ele é o filho do Senhor, que ele é o Senhor ou que ele é Deus ou filho de Deus (linhagem e filiação de nascimento), que é parte de Deus ou que é a essência de Deus, que seus atos são iguais aos de Deus ou que sua vontade é igual à vontade do Senhor ou que ele é criador, sustentador ou tem parceria com Deus em algum de seus atributos? (Glorificado seja Deus acima de tudo isso).

Certamente, se o Messias fosse Deus, Senhor, Criador e Sustentador, isso teria sido mencionado abundantemente nos Evangelhos, porque é uma questão relacionada com as origens da crença, portanto, uma vez que ele não pretendia para si mesmo nada disso, então, não é correto descrevê-lo dessa forma, pois ele sabe de si mesmo mais do que dos outros.

Quem quer que reflita sobre os Evangelhos de maneira imparcial e justa, encontrará nelas palavras sobre o Messias que contradizem totalmente sua descrição com senhorio e divindade, visto que nelas se menciona que é servo de Deus, dirige sua oração a Ele, e que não tem vontade junto à vontade de Deus; também quem discernir o que está escrito na Bíblia, conta que Cristo às vezes manifestou fraqueza, impotência e medo em suas palavras e que ele era um servo de Deus e Seu Mensageiro. Mais tarde, vamos citar muitas provas evangélicas a esse respeito.

Por outro lado, se o Messias fosse Deus ou filho de Deus, ou Senhor, ou filho do Senhor, ele teria convidado as pessoas para adorá-lo e isso seria registrado abundantemente nos Evangelhos porque o Senhor convida as pessoas a adorá-Lo, porque Ele é o seu Senhor, que os cria, os sustenta, dá-lhes a vida e a morte, então Ele merece ser adorado, mas na realidade o Messias nenhuma vez mencionou expressamente que havia convidado as pessoas a adorá-lo, dizendo: "Adorem-me", Deus me livre de dizer isso! E Deus é veraz quando diz no Alcorão descrevendo a Seus profetas que são a elite de Sua criação: “É inadmissível que o homem a quem Deus concedeu o Livro, a sabedoria e a profecia, diga aos humanos: Sede meus servos, em vez de o serdes de Deus!” (Alcorão, 3:79). Este versículo Sagrado [versículo do Alcorão] significa que: nenhum ser humano a quem Deus revela Seu Livro e o faz juiz entre Sua criação e o escolhe como profeta; e então ele diz às pessoas: "Adorem-me em vez de Deus", mas o profeta veraz convida as pessoas a adorar a Deus e não infringir os direitos de seu Senhor e Guardião.

 Segunda Evidência

Acrescente a isso, que não há nenhuma evidência para esta declaração de que "o Messias é Deus ou filho de Deus” nem em livros anteriores ao Evangelho, como a Torá, os Salmos, nem no Livro que veio depois do Evangelho que é o Alcorão.

Certamente, queridos leitores, nem a Torá nem qualquer livro celestial, nunca anunciou que Deus, Exaltado Seja, se incorporará com Jesus e os dois se tornarão um só corpo que caminha pela terra, dirige-se as pessoas, convide-as a adorá-Lo, coma e beba com elas, Glorificado Seja Deus por tudo isso; além de ser insultado, esbofeteado, enforcado no madeiro da cruz e tendo sido cuspido na cara, Exaltado Seja Deus ser o objeto desses defeitos e insultos e Exaltado Seja Deus de permitir que Seus inimigos ofendam a dignidade de Seu Mensageiro.

 Terceira Evidência

Mas, ao contrário disso, foi mencionado no Antigo e no Novo Testamento mais de trinta textos que indicam claramente que o Messias tem essência, e que Deus tem outra essência, e que a essência de Deus é independente da do Messias, que afirma que Jesus não é deus nem filho de Deus, e indica - também - a nulidade da crença na encarnação e na trindade. E esta é hora de começar a citar estes textos:

Os versículos do Antigo Testamento que mostram que Deus é Um em Sua essência, o número desses textos é vinte e Cinco:

1)    (Deuteronômio 6: 4):

"Ouça, ó Israel, o Senhor nosso Deus, é o Único Senhor”.

Este texto também é mencionado no Novo Testamento no Evangelho de Marcos (12.29), e este é: "Jesus lhe respondeu: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve Israel, o Senhor nosso Deus é o Único Senhor."

Observa-se neste texto que se o Messias fosse o Senhor, ele teria dito: “O Senhor é o Messias”, ou “O Messias é o seu deus”, ou “Eu sou o seu Senhor e seu deus", mas ele disse: "O Senhor nosso é Deus." Então, ele fala sobre uma essência que não é absolutamente sua e confirma que Deus é o Deus de todas as pessoas. Isso inclui que o próprio Jesus adora a Deus e o adota como Deus. Portanto, o dito: "O Messias é Deus", ou que ele convidou sua adoração ou a adoração de sua mãe. Ele está excluído de fazer isso, mas que, pelo contrário, ele convidou a adoração de Deus Único sem associados como fizeram todos os mensageiros.

2)      (Sabedoria de Salomão 12:13):

"Bem, não há deus, fora de Você, que tem tudo sob Seus cuidados."

3) (2 Reis  19: 15,19):

Ezequias orou ao Senhor: “Senhor, Deus de Israel, que reinas em teu trono, entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu criaste os céus e a terra.

Agora, Senhor nosso Deus, salva-nos das mãos dele, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus". Isso é mencionado em (Isaías 37: 16, 20).

4) (Isaías 43:11):

Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador”.

5) (Isaías 44: 6,8):

Assim diz o Senhor, Rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exercícios: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e fora de mim não há Deus... Não tremam, nem tenham medo.

Não vos assombreis, nem temais; porventura desde então não vo-lo fiz ouvir, e não vo-lo anunciei? Porque vocês sois como minhas testemunhas. Porventura há outro Deus fora de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheço.

6) (Isaías 46: 9):

"Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a Mim”.

7) Isaías 42: 8:

“Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.”

8) E em (Isaías 45: 21-22), o Senhor diz:

Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão Eu; Deus justo e Salvador não há além de Mim.

Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro”.

"Olhai para mim, e sereis salvos" significa: volte-se para mim em sua adoração, e faça-o sincero para Mim, e não adore ninguém além de mim.

9) E em (Isaías 45: 5-6), o Senhor diz: “Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que tu não me conheças; para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro”.

10) (Isaías 64: 4):

"Nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera."

10) Isaías 26:13:

"Ó Senhor Deus nosso, já outros senhores têm tido domínio sobre nós; porém, por ti só, nos lembramos de teu nome."

12) (Isaías 45:14):

“Diante de ti se prostrarão; far-te-ão as suas súplicas, dizendo: Deveras Deus está em ti, e não há nenhum outro deus.”.

13) (Malaquias: 2:10):

“Não temos nós todos o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus?”.

14) (Eclesiástico 1: 8)

"Somente o Altíssimo, criador onipotente, rei poderoso e infinitamente temível, Deus dominador, sentado no seu trono;"

15) Em (2 Crônicas 6:19), o profeta Salomão disse ao chamar seu Senhor:

“Contudo, Senhor, meu Deus, atendei à prece suplicante de vosso servo, acolhei o clamor e os votos que ele vos dirige.”

16) (Neemias 9: 6):

"Sois vós, Senhor, vós somente, que fizestes o céu do céu e todo o seu exército, a terra e tudo o que ela contém, o mar e tudo o que nele se encerra; sois vós quem dais a vida a todos os seres e o exército do céu vos adora".

17) (Eclesiástico 36: 2, 4):

"Espargi o vosso terror sobre as nações que não vos procuram, para que saibam que não há outro Deus senão vós!... Como diante dos seus olhos mostrastes vossa santidade em nós."

18) (Salmos 85: 8-10):

"Não há entre os deuses um que se vos compare, Senhor; não existe obra semelhante à vossa. 9. Todas as nações que criastes virão adorar-vos, e glorificar o vosso nome, ó Senhor. 10. Porque vós sois grande e operais . maravilhas, só vós sois Deus."

 19) (II Daniel 3:45):

"Assim, saberão que sois o Senhor, o Deus único e glorioso sobre toda a superfície da terra"

 20) (I Reis 8:60):

"Assim, todos os povos da terra reconhecerão que é o Senhor que é Deus e que não há outro fora dele"

21) (I Samuel 2: 2):

“Ninguém é santo como o Senhor. Não existe outro Deus, além de vós, nem rochedo[1] semelhante ao nosso Deus''.

22) (II Samuel 7:22):

"Por isso, sois Grande, ó Senhor Javé. Ninguém há semelhante a vós e não há outro Deus fora de vós, segundo tudo o que ouvimos dizer."

23) (Ester 14: 19):

 “Ó Deus, que sois poderoso sobre todas as coisas, ouvi a voz que não têm outra esperança; livrai-nos das mãos dos malvados e livrai-me de minha angústia”.

24) (Salmos 16: 2):

"Ao Senhor declaro: "Tu és o meu Senhor; não tenho bem nenhum além de Ti".

25) E em Daniel (14:40):

E bem alto exclamou: “Vós sois grande, Senhor, Deus de Daniel. Não existe outro Deus além de vós!”

* Resumo:

Todos esses textos do Antigo Testamento (Torá) indicam apenas uma coisa, que Deus é Um em sua essência e não três; com isso, o dizer de que Cristo é deus ou que ele é o terceiro de três; com base nisso, quem não acredita em que Deus é Um em sua essência e não três, terá renunciado aos textos transcritos do Antigo Testamento e não terá realmente acreditado neles.

Os Versículos do Novo Testamento que mostram que Deus é único em sua essência, esses textos são dez:

1)    No Evangelho de João (20:17): “Disse-lhe Jesus (a uma mulher): “Vai a meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.”

A fala do Messias: "meu Deus e vosso Deus" revela seu reconhecimento de que Deus é o seu Deus e Deus de todas as pessoas e que o próprio Messias não é deus nem senhor, mas é servo de Deus como todos os seres humanos, porque seu Deus é o mesmo Deus de seu povo que se dirigiu. Se o Messias fosse Deus, a seguinte frase não faria sentido: “Subo para... meu Deus”; então, para quem o Messias iria se ele fosse o próprio Deus?

Também na descrição do Messias de seu povo como "irmãos" há uma prova de que ele é um ser humano como eles e não é seu deus, e se o Messias era seu senhor, não seria correto descrevê-los como seus irmãos, e isso é evidente.

Da mesma forma, quando o Messias descreve a seu povo como seus irmãos, isso significa que ele é humano como eles e não seu Senhor. Se ele fosse seu Senhor não seria correto descrevê-los como seus irmãos.

Quando o Messias descreve a seu povo como seus irmãos, isso significa que são irmão na linhagem porque todos eles vêm de uma única semente, filhos de Israel, portanto, é correto descrevê-los como seus irmãos por ingressarem na ancestralidade.

É bom mencionar, a este respeito, que o Alcorão (a constituição da religião do Islam) manifestou o reconhecimento do Messias de que Deus é seu Senhor e Senhor de todas as pessoas em cinco versículos do Alcorão; estes são:

"O Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os injustos jamais terão socorredores." (Alcorão, 5:72).   

Deus disse no Alcorão sobre o Messias que disse ao seu povo: "Não lhes disse, senão o que me ordenaste: Adorai a Deus, meu Senhor e vosso!" (Alcorão, 5:117).

Deus disse no Alcorão sobre o Messias que disse ao seu povo: "E Deus é o meu Senhor e o vosso. Adorai-o, pois! Esta é a senda reta!"  (Alcorão, 19:36).  

Na surata (capítulo) de Maria, (o Messias) disse ao seu povo: "Sabei que Deus é meu Senhor e o vosso. Adorai-O, pois. Essa é a senda reta." (Alcorão, 3:51).

Deus disse no Alcorão sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Deus é meu Senhor e vosso. Adorai-O, pois! Eis aqui a senda reta!" (Alcorão, 43:64).

O resultado é que os Evangelhos confirmam que o Messias afirmou que Deus é o seu Senhor e o Senhor de todas as pessoas, como também o fez o Alcorão, ao contrário da crença popular entre os cristãos de que o Messias é o Senhor e filho do Senhor.

 * Nota importante:

Sabe-se que o significado do pai nas fontes evangélicas é o educador e não significa a paternidade de linhagem conhecida em que um filho de pai e mãe produto do contato íntimo, isso afirma que o Messias descreveu ao Senhor que ele é o pai de todas as pessoas quando disse: "Eu subo para meu Pai e vosso Pai", e ninguém diz que Deus é o pai de todas as pessoas com um senso de paternidade de linhagem conhecida.

Portanto, com base no exposto, o sentido do pai aqui é o educado, zelador, e é sabido que Deus é o Criador, o Sustentador, o Administrador dos assuntos de todas as pessoas.

2)    (Em João (14:28), o Messias disse: “Porque o Pai é maior do que eu.”

Então, se Deus e o Messias fossem iguais e tivessem apenas uma essência, como então Deus será maior do que ele?

Esta é uma contradição óbvia.

Isso indica que a essência de Deus não é a essência do Messias, mas sim cada um deles tem uma essência diferente e Deus está acima de seus céu.

3)    João 17: 3):

"Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste."

4)    Marcos 12: 29,32):

"Jesus respondeu-lhe: “O primeiro de todos os mandamentos é este: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor...” Disse-lhe o escriba: “Perfeitamente, Mestre, disseste bem que Deus é um só e que não há outro além d'Ele."

5)    Lucas 18:19):

"Jesus respondeu-lhe: “Por que me chamas bom?

6) Marcos (10: 17-18) "Tendo ele saído para se pôr a caminho, veio alguém correndo e, dobrando os joelhos diante dele, suplicou-lhe: “Bom Mestre, que farei para alcançar a vida eterna?” Jesus disse-lhe: “Por que me chamas bom? Só Deus é bom." Ninguém é bom senão só Deus."

7)  João 5:44):

"Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros, e não buscais a glória que é só de Deus?"

8)  Mateus 4:10):

"Respondeu-lhe Jesus: “Para trás, Satanás, pois está escrito: Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás"

Observação: Isso concorda com o versículo do Alcorão que está na Surata de Abertura do Livro:  "Só a Ti adoramos, e só de Ti imploramos ajuda". (Alcorão, 1: 4).

9) (Marcos 2: 7):

"Como pode este homem falar assim? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão Deus?"

10) (Apocalipse 15: 4):

"Quem não temerá, Senhor, e não glorificará o teu nome? Só tu és santo e todas as nações virão prostrar-se diante de ti, porque se tornou manifesta a retidão dos teus juízos"

 * Resumo:

Os textos evangélicos acima mencionados indicam que Jesus declarou que Deus é único em sua essência, que Ele é o seu Deus e seu verdadeiro Senhor e Deus e Senhor de todas as pessoas:

Quarta Evidência

A quarta evidência da invalidade da afirmação: "o Messias é Deus e Senhor", é que o próprio Messias foi mencionado, o que confirma que ele é humano e de origem humana:

*  Foi relatado no Evangelho de Lucas (9:56), que Jesus disse de si mesmo:

"O Filho do Homem não veio para perder as vidas dos homens."

Este texto é evidente que o Messias não é um filho de Deus, mas é um filho do Homem, e é da raça humana.

Sabe-se que ele é filho de Maria, ela o carregou em seu ventre e ele se moveu no útero dela, então deu-lhe à luz como todas as mulheres dão à luz a seus filhos.

 * No Evangelho de João (8:28), o Messias disse:

"Jesus então lhes disse: Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, então, sabereis que Eu Sou e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou."

Este texto explícito não indica que o Messias é um ser humano?

Se o Messias fosse o senhor, ele não teria se descrito como humano ao dizer "filho do homem", não teria dito "nada faço de mim mesmo”, porque o Senhor do Universo tudo faz e tudo administra e, portanto, não pode ser logicamente que o Messias disse: "nada faço de mim mesmo" sendo ele o Senhor do Universo, se não, ele seria evasivo em sua palavra, e é impensável que o fizesse!

* No Evangelho de Mateus (11:19), o Messias falou à multidão sobre si mesmo a todos: "Veio o Filho do Homem, que come e bebe."

* O Messias disse a quem queria matá-lo: "Mas, agora, procurais tirar-me a vida, a mim que vos falei a verdade que ouvi de Deus! Isso Abraão não o fez." (João 8:40).

* E quando foi dito ao Messias (que a paz esteja com ele): "Tu és o Filho de Deus." A conclusão de sua resposta foi que ele é filho do Homem. Ver o evangelho de João (1: 49-51).

* Também nos Evangelhos encontramos outros sinais sobre o humanismo do Messias, veja: (Lucas 17:22) (18: 8), (Mateus 12:32).

Assim, a descrição do Messias de si mesmo repetida e claramente que é um ser humano e filho do Homem, é uma prova evidente e expressa de O que é um ser humano; e não pode vir de quem diz essas palavras ou nem mesmo surgiu em sua mente que ele é deus ou seu filho, ou que ele desceu para o terra para convidar pessoas a adorá-lo, caso contrário, seria considerado uma pessoa que tenta brincar com a mente dos outros; e é impensável que o Messias era assim.

Assim, por meio desses textos, a invalidade do dito “o Messias é Senhor e Deus ”e que a verdade confirmada nos Evangelhos é que ele é um ser humano.

 Quinta Evidência

A quinta evidência da humanidade do Messias: ele foi mencionado nos evangelhos e nas epístolas anexadas a eles que o Messias tem qualidades de seres humanos, entre eles que ele desconhece alguns assuntos, também foi registrado neles que ele esquece e ignora as coisas, também foi mencionado que ele estava cansado, ele ansiava por comida, estava com sede, triste, deprimido, sentia dor, dormiu, temeu, chorou e orou a Deus, o que mostra que ele é um ser humano como nós, tem características de imperfeição, e se fosse Deus, ele não teria se entristecido com essas características porque o Senhor é  Perfeito em Seus atributos, Ele não é de forma alguma deficiente.

Estes são alguns textos evangélicos nos quais esses atributos humanos apareceram ao Messias:

Foi citado em (João 19:28): "Ele disse: Tenho sede".

No Evangelho de Mateus (8:24): "mas Jesus dormia".

No Evangelho de João (4:6): “Então Jesus, cansado de caminhar, sentou-se junto ao poço”.

No Evangelho de João (11:35): Jesus chorou

* No Evangelho de Marcos (14: 32-35) é feita referência a ele orando, entristecido, surpreso e deprimido: “E eles chegaram a um lugar chamado Getsêmani, e disse aos seus discípulos: Sentem-se aqui até eu orar."

E ele levou consigo Pedro, Tiago e João, e começou a sofrer e ficar muito angustiado.

E ele lhes disse: "Minha alma está muito aflita, a ponto de morrer; fiquem aqui e assistam”.

“Avançando um pouco, ele caiu no chão e orou para que, se possível, essa hora vai passar dele”.

Aqui é apropriado para o bom leitor fazer uma pergunta muito lógica: Para quem o Messias estava orando? Ele orou para si mesmo? ou orou para outro que é Deus?

* No Evangelho de Lucas (22-14-15) Chegada que foi a hora, Jesus pôs-se à mesa, e com ele os apóstolos."

Disse-lhes: “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer."

* Isso não é mais nada, mas Jesus estava com medo que os judeus o matassem conforme registrado no Evangelho de João (11: 53-57):

“E desde aquele momento resolveram tirar-lhe a vida."

"Em consequência disso, Jesus já não andava em público entre os observação. Retirou-se para uma região vizinha do deserto, uma cidade chamada Efraim, e ali se detinha com seus discípulos."

"Estava próxima a Páscoa dos fundos, e muita gente de todo o país subia a Jerusalém antes da Páscoa para se purificar."

"Procuravam Jesus e falavam uns com os outros no templo:“ Que vos parece? Achais que ele não virá à festa?"

"Mas os sumos sacerdotes e os fariseus[2] têm dado ordem para que todo aquele que soubesse onde ele estava o denunciasse, para o prenderem."

* O comentário sobre tudo isso é o seguinte:

 Aquele cujas características são essas, pode ser Senhor?

Faz sentido que o Messias pudesse ser Deus e Senhor pode ser alguém que tem sede, dorme, cansa, fica espantado, deprimido, chora, deita-se. Sente vontade de comer, sente dor e tem medo?

Qual a diferença então entre ele e o ser humano?

Certamente, Deus, Poderoso, Criativo e Perfeito em Seus atributos, Portanto, não é lógico que você crie algo (como comida e bebida) e então precisa ou requer algo para ajudá-lo a existir, porque se ele precisa de outro, então ele não é um senhor na realidade. Deus diz no Alcorão descrevendo a si mesmo: "Não criei os gênios e humanos, senão para Me adorarem. Não lhes peço sustento algum, nem quero que Me alimentem. Sabei que Deus é o Sustentador por excelência, Potente, Inquebrantabilíssimo." (Alcorão, 51: 56-58)

Enquanto o Messias come e bebe; quem precisa de outro não pode ser deus nem senhor.

 Além disso, se o Messias precisa atender a essas necessidades (comer, beber, dormir, respirar, etc.) significa que se você não atender a essas necessidades básicas, ele morreria, porque requer isso como satisfatórios para sobreviver; a morte não corresponderia a ele se ele fosse o senhor, porque o Senhor está vivo nunca morre, mas se aplica à criação à qual o Messias pertence.

Também quem come comida e expulsa excrementos sujos que pessoa comum tem vergonha apenas de mencioná-lo por causa do complexo de deficiência e sujeira nele, como então se encaixa que o Messias pode ser o senhor tendo essas grandes imperfeições que sendo humano tem vergonha de mencionar e considera sua presença impura?

Com certeza, tudo isso revela a invalidade de descrever o Messias com a divindade e senhorio.

 Além disso, o Messias permaneceu por nove meses como feto no útero da mãe e saiu de seu ventre, então ela o envolveu em um pano como todos neonatos humanos, então aqueles que têm essas características não podem ser considerados nem deus nem senhor, absolutamente, este é um dito ilógico.

* Entre as evidências que indicam que Cristo possui características dos seres humanos, que está contido no Evangelho de Marcos (11: 11-14):

"Jesus entrou em Jerusalém e dirigiu-se ao templo. Aí lanços os olhos para tudo o que o cercava. Depois, como já fosse tarde, voltou para Betânia com os Doze." No outro dia, ao saírem de Betânia, Jesus teve fome. "Avistou de longe uma figueira coberta de folhas e foi ver se encontrava nela algum fruto. Aproximou-se da árvore, mas só encontrou folhas pois não era tempo de figos." E disse à figueira: “Jamais alguém coma fruto de ti!. E os discípulos ouviram essa maldição.”

 * Comentário:

Nesta história, Jesus ficou com fome e pensou que a figueira tinha frutos, mas quando ele se aproximou não encontrou nada, isso significa que ele não percebeu antes de chegar à árvore se tinha figos ou não, também não sabia se a época era a estação do figo. Então ele se aproximou da árvore e não era hora de figos, embora ele devesse conhecer a estação se fosse deus.

E nela foi mencionado que ele estava com raiva da figueira e orou contra ela para que nunca dar frutos e depois privar as pessoas de seus frutos.

Certamente, todas essas características descritas "ele teve fome, pensou, não encontrou nada de seus frutos” indicam que ele é um ser humano, e não é o senhor, se não, qual é a diferença entre ele e o ser humano?

Então, por que o Messias não ordenou a figueira (se ele fosse realmente deus) produzir frutas e assim se alimentar delas e o problema acaba?

Isso é o que corresponderia a ele se ele fosse realmente senhor.

Não é melhor do que amaldiçoá-la (a figueira) para que ela nunca desse frutos e privar a si mesmo e ao povo de seus frutos para sempre?

Sexta Evidência

Entre as evidências que mostram a invalidade do dito: "O Messias é o Senhor ou filho do Senhor” é que o Livro Sagrado relata para os cristãos como mencionado em (João 1:18): "Ninguém jamais viu Deus".

Esta expressão foi dita pelo Messias quando estava diante deles, isso afirma claramente que Cristo não é deus, e se ele fosse, - Glorificado seja Deus acima disso - ele teria dito a eles: Vocês estão vendo Deus diante de vocês, sou eu, me vejam!

E essa prova é muito óbvia.

Em (1 Timóteo 1:17): "Ao Rei dos séculos, Deus único, invisível e imortal, honra e glória pelos séculos dos séculos!"

Portanto, o verdadeiro Deus que tem a glória não é visto, e certamente não é o Messias filho de Maria, porque o povo viu o Messias e o tocou com as mãos. 

Sétima Evidência

A sétima evidência sobre a invalidade da afirmação: "O Messias é Deus e Senhor": nas fontes evangélicas foi mencionado pelo próprio Messias que ele é um Mensageiro. Portanto, se o Messias fosse senhor e deus, não teria sido apropriado que ele também fosse um Mensageiro, um mensageiro enviado de quem então?

Sempre o Messias lembrou a seus discípulos que ele era o Mensageiro de Deus para eles, o mestre, que Deus é o único Deus e que ele era apenas um Mensageiro para os filhos de Israel, Deus o enviou a eles, para lhes ensinar os assuntos de sua religião. Mencionaremos aqui cerca de vinte provas a esse respeito, tiradas dos evangelhos considerados pela cristandade.

1)    No Evangelho de Mateus (4:23):

"Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, curando todas as doenças e enfermidades entre o povo”. Foi relatado no Evangelho de Mateus (4:17):

2)      Foi relatado no Evangelho de Mateus (4:17):

 Desde então, Jesus começou a pregar: “Fazei penitência, pois o Reino dos céus está próximo.”

O significado de pregar é anunciar. O dito de Jesus: “arrependem-se”: é uma prova de que ele é um Mensageiro, incita as pessoas a se arrependerem dos seus pecados.

3)    Também é relatado no Evangelho de Mateus (6: 8-10) que Jesus disse aos seus discípulos:

"Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vos lho peçais. Eis como deveis rezar: PAI NOSSO, que estás no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu."

Nesse texto, há um benefício: que Jesus ensinou seus discípulos a orar, então ele é um profeta, porque o papel dos profetas é ensinar, e isso é verificável.

Também neste texto há outro benefício: que Deus está no céu, por sua declaração “Pai nosso que estás nos céus”, o que indica que Deus tem essência e está no céu; e o Messias tem outra essência na terra e eles não estão misturados ou unidos.

Há outro benefício neste texto: o significado do pai é o educador e o cuidador de algo e não significa o pai por linhagem, porque se a palavra pai significasse pai por linhagem, Deus teria sido o pai de todas as pessoas porque ele disse: "Nosso pai" e não disse "meu pai".

Conclusão: neste texto há uma resposta óbvia para aqueles que disseram que a paternidade de Deus para o Messias é a paternidade de linhagem, equivalente à maternidade de Maria para o Messias. Este é um erro grave, pois a paternidade aqui significa a educação e o cuidado da pessoa, portanto, Deus seria o pai de todas as pessoas neste sentido.[3]

4)    No Evangelho de Marcos (1,14-15) Ele mencionou um texto claro que Jesus é um profeta, ele iluminou com o evangelho e ensinou o bem ao povo, e este é:

“Depois que João foi preso, Jesus foi para a Galileia proclamando o Evangelho de Deus, e dizendo: o tempo é chegado e o reino de Deus está próximo; arrependam-se e creiam no Evangelho”.

Nestes versículos há um benefício: Que o Messias é profeta porque anunciava as boas novas com o Evangelho de Deus e ordenava que as pessoas se arrependessem para Deus, e esse é o papel dos profetas, ele também ordenou que acreditassem no Evangelho que lhe foi revelado.

Há um benefício adicional neste texto: a essência de Deus não é a mesma essência de Jesus porque ele disse: "e o reino de Deus está próximo", e se Jesus fosse deus, ele teria dito: "o meu reino está próximo".

Neste texto há outro benefício. Jesus ordenou a seus discípulos que acreditassem no Evangelho de Deus; e se Jesus fosse deus, ele teria dito: "Arrependam-se e creiam no meu Evangelho."

Nesses versículos há também outro benefício: o Evangelho de Deus não é um dos quatro evangelhos conhecidos (João, Lucas, Marcos, Mateus), porque Jesus o chamou de “Evangelho de Deus”, enquanto os quatro evangelhos conhecidos levam os nomes de seus autores que os escreveram com suas próprias mãos.

5)    No Evangelho de Lucas (4: 31-32, 43-44) havia um texto muito evidente a respeito do Messias ser um Mensageiro, e é o seguinte:

"Então ele desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e, no sábado, começou a ensinar o povo. Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque falava com autoridade."

Mas ele disse para aqueles que lhe pediram permanecer com eles: "É necessário que eu pregue como boas-novas do Reino de Deus noutras cidades também, porque para isso fui enviado".

“E continuava pregando nas sinagogas da Judeia.”

Portanto, sua declaração: “Fui enviado” indica que ele é um mensageiro, também sua declaração “pregue as boas novas” e a declaração de Mateus “pregado”, tudo mostra que ele foi o Mensageiro de Deus e ensinou o Evangelho ao povo.

6) No Evangelho de Lucas (7: 11-17), Jesus foi a uma cidade chamada Naim, acompanhado por muitos de seus discípulos e uma grande multidão; No final da história, o povo da cidade disse: “Um grande profeta se levantou dentre nós.

Neste texto há uma conotação explícita de que o Messias é um grande profeta, mas não o Senhor ou filho do Senhor.

7) Este é outro texto evidente de que Jesus é um Mensageiro, visto que no Evangelho de João (17: 3), o Messias implorou ao seu Senhor dizendo: “E esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.

8) No Evangelho de Mateus (21: 10-11) o testemunho de uma multidão dos filhos de Israel aparece que o Messias era um profeta:

"Quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade ficou agitada e perguntava:" Quem é este?

A multidão respondia: "Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia".

Então, que evidência é mais clara do que essa sobre a profecia do Messias?

9)    Jesus disse aos seus discípulos como está registrado no Evangelho de Mateus (5: 11-12), enquanto os consolava e preservava pelos danos que os judeus lhes vinham feito:

“Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês.

Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céu, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês."

 Portanto, sua declaração: "Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céu” é a prova de que quem recompensa é Quem está nos céus e não o Messias, e se o Messias fosse Deus, ele teria dito a eles "porque sua recompensa será majestosa comigo".

Sua declaração: “Pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês” refere-se aos judeus, porque perseguiram os profetas antes dele.

Seu dizer: “os profetas” é a prova de que ele é um profeta entre todos esses profetas que foram perseguidos e se o Messias não fosse um profeta, teria sido sua palavra sem sentido; e é impensável que isso tenha acontecido com ele.

Este texto evangélico mostra que o Messias não é o Senhor nem o filho do Senhor, mas que é profeta porque foi afligido e angustiado por parte dos judeus como aconteceu com os outros profetas, e se o Messias tivesse sido o senhor ou filho do Senhor, não teria passado por nenhuma prova, porque o ser humano não resiste às provas do Senhor que tudo criou, e Ele é mais forte que tudo.

Gustave Le Bon[4] diz em seu livro "The Life of Truths" (pág. 20):

“Jesus acreditava que era um profeta, um sucessor dos profetas que apareceram antes dele."

10)                        Jesus disse conforme relatado no Evangelho de Mateus (5: 17-19):

“Não pensem que vim abolir a lei ou os Profetas; Não vim abolir, mas cumprir.”

Digo a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma dissipará da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra.

“Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos céus.”

O dito do Messias: "Não pensem que vim abolir a lei ou os Profetas; Não vim abolir, mas cumprir", é uma prova clara de que ele é um mensageiro, e que outros mensageiros vieram antes dele, e ele é um deles; porque quem veio para completar e integrar a legislação anterior a ele - a Torá, a legislação de Moisés - e para continuar o que Moisés e os profetas que o precederam, é considerado um profeta como eles.

No Alcorão Sagrado, a ratificação disto veio quando Deus, Glorificado e Exaltado seja, disse sobre o Messias (que a paz esteja com ele) que ele disse: "(Eu vim) para confirmar-vos a Tora, que vos chegou antes de mim, e para liberar-vos algo que vos estava vedado. Eu vim com um sinal do vosso Senhor. Temei a Deus, pois, e obedecei-me. Sabei que Deus é meu Senhor e o vosso. Adorai-O, pois. Essa é a senda reta."  (Alcorão, 3: 50-51). 

Portanto, o Messias (que a paz esteja com ele) nada mais era do que um Profeta e Mensageiro, Deus o enviou para agir de acordo com a legislação de Moisés (a paz esteja com ele), para tornar lícito algo do que Deus proibiu os filhos de Israel e convidou-os a adorar somente a Deus, único sem associados, renovar o que deixou de existir de sua religião e despertar a chama da fé que se extinguiu por causa de sua injustiça e arrogância por distorcer a palavra de Deus Exaltado seja Ele.

Portanto, sem dúvida, ele (que a paz esteja com ele), é apenas um elo na cadeia de profetas e mensageiros (que a paz esteja com eles), e ele não é o Senhor e Deus como os cristãos acreditam.

11)                        Jesus disse em João (5:37): “E o Pai que me enviou, Ele mesmo testemunhou a meu respeito. Vocês nunca ouviram a Sua voz, nem viram a Sua forma”.

Portanto, este texto é evidente que o Messias é um Mensageiro, por sua afirmação “que me enviou”.

12)                        No Evangelho de João (8: 31, 39-40, 42) o Messias disse aos judeus que alguns deles acreditavam nele, e outros dos que acreditaram nele:

 “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará”.

Aí ele disse para eles: “Se vocês foram filhos de Abraão, fariam as obras que Abraão fez. Mas vocês estão procurando matar-me, sendo que eu sou humano que falou a vocês a verdade que ouvi de Deus".

Então disse: “Eu não vim por mim mesmo, mas Ele me enviou”.

Somente neste texto, há três provas que revelam que o Messias é um Mensageiro humano (enviado) de Deus, e não é Deus:

Primeira: ao dizer "meus discípulos": isso não se aplica ao Messias a menos que ele seja um mensageiro mestre.

Segunda: dizendo: "Eu sou humano que falou a vocês a verdade que ouviu de Deus". Este é um texto claro que o Messias é um ser humano, enviado por Deus.

E terceira: ao dizer "Mas Ele me enviou" é evidente que o Messias é o Mensageiro (enviado) de Deus.

Portanto, esses textos evangélicos são claros e explícitos que o Messias não é Deus nem filho de Deus, mas é um ser humano criado por Deus, e um Mensageiro enviado por Ele. É isso: que lógica, razão e compreensão correta, e esses textos não precisam de um cientista ou especialista em teologia para explicá-los, mas podem ser facilmente compreendidos por uma criança ou pessoa comum.

13) A confirmação de que Deus enviou o Messias como mensageiro e mestre figurado no Evangelho de João (3: 1-2)

"Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus. Ele foi ter com Jesus, à noite, e disse: "Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais milagrosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele".

O dito deste proeminente judeu: “Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus”, é uma ratificação que Deus enviou o Messias para os judeus como mensageiro e mestre, porque o mensageiro ensina as pessoas pelo conhecimento que Deus enviou com ele, e sabe-se que o Messias ensinou o Evangelho ao povo, conduziu-os ao bem e advertiu-os sobre mal.

Observe, caro leitor, que o proeminente judeu não disse ao Messias que ele veio como um redentor ou salvador, ou que ele é um filho de Deus, ou que ele é deus, ou outras expressões comuns entre os cristãos, mas ele disse que veio como mestre; o Messias confirmou o que este judeu disse e não disse a ele "Você está errado em suas palavras", e se o judeu estivesse errado no que ele disse, o Messias não o teria ratificado, mas teria sido contestado e corrigido suas palavras, pois esta é sua função como mestre, ratificar o que é certo e corrigir os erros, se não, ele não seria um verdadeiro mestre.

Aqui está um grande benefício no que o chefe dos judeus disse ao Messias: "pois ninguém pode realizar os sinais milagrosos que está fazendo, se Deus não estiver com ele"; nisso, há uma prova da profecia do Messias, porque Deus só ajuda com os sinais e milagres os profetas como evidência física de sua profecia para o povo e para acreditar em sua profecia; porque quando as pessoas veem os profetas com hábitos paranormais que só Deus pode fazer. Eles sabem que Deus os colocou em suas mãos para que as pessoas soubessem que eles são profetas; entre estas coisas está que o Messias reviveu os mortos, curou o leproso, o cego de nascença, e informava as pessoas sobre o que eles comiam e o que eles tinham armazenado em suas casas, tudo isso com a permissão de Deus. O Messias não tinha nenhum poder ou conhecimento especial porque ele é um ser humano, nem mais nem menos.

14) A partir da evidência evangélica de que Jesus é um mensageiro de seu Senhor, o que foi relatado em João (7: 15-18) que o Messias se aproximou da multidão de judeus com a intenção de ensiná-la, e o seguinte aconteceu:

“Os judeus ficaram admirados e perguntaram: 'Como foi que este homem adquiriu tanta instrução, sem ter estudado?'”

Jesus respondeu: "O meu ensino não é de mim mesmo. Vem d'Aquele que me enviou.

Se alguém decidir fazer a vontade de Deus, descobrirá se o meu ensino vem de Deus ou se falo por mim mesmo.

Aquele que fala por si mesmo busca a sua própria glória, mas aquele que busca a glória de quem o enviou, este é verdadeiro; não há nada de falso a seu respeito.

Assim os judeus ficaram admirados com os bons ensinamentos que o Messias transmitia entre o povo e se maravilhavam com eles, então, o Messias esclareceu-lhes que é de Deus que o enviou, ele os recebeu de Deus através do mais majestoso dos anjos: o anjo Gabriel, então os transmitiu ao povo; este é o seu papel de mensageiro, e esses ensinamentos não são invenção dele, e se o Messias fosse o Senhor, ele teria dito: "Esses ensinamentos são meus" e não teria dito "vem daquele que me enviou", portanto, o Messias não é o Senhor nem o filho do Senhor.

15) No Evangelho de João (7:28-29):

“Enquanto ensinava no pátio do templo, Jesus exclamou: "Sim, vocês me conhecem e sabem de onde sou. Eu não estou aqui por mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro. Vocês não o conhecem, mas eu O conheço porque venho da parte d'Ele, e Ele me enviou".

16)  Também foi mencionado que o Messias informou ao seu povo que ele era um Mensageiro, conforme o Evangelho de João (7:32-33):

“Os fariseus ouviram a multidão falando essas coisas a respeito dele. Então os chefes dos sacerdotes e os fariseus enviaram guardas do templo para o prenderem.”

Disse-lhes Jesus: "Estou com vocês apenas por pouco tempo e logo irei para Aquele que me enviou”.

17)  No Evangelho de João (5:24):

"Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê n'Aquele que me enviou tem a vida eterna e não incorre na condenação, mas passou da morte para a vida."

18)  E no Evangelho de João (18: 19-20), um texto claro como o sol foi mencionado que esclarece que Jesus era um mestre, é o seguinte:

"O sumo sacerdote indagou de Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.

Jesus respondeu-lhe: “Falei publicamente ao mundo. Ensinei na sinagoga e no templo, onde se reúnem os judeus, e nada falei às ocultas."

Isso mostra que Jesus era mestre e tinha discípulos, e esse é um dos atributos dos profetas.

19) A última prova evangélica de que Deus enviou o Messias como um mensageiro, que foi citado no Evangelho de Mateus (15:24) que Jesus disse: "Jesus respondeu-lhes: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel"

Que evidência é mais clara do que esta?

A conclusão é que: o Messias é um mensageiro de Deus, e isso concorda com o que Deus disse no Alcorão ao descrever o Messias: "O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiros que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos. Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam." (Alcorão, 5:75).

A explicação do versículo: o Messias filho de Maria (a paz esteja com ele), é um mensageiro como os mensageiros que o precederam, e sua mãe é sincera, isto é, ela acreditou na palavra de seu Senhor, com firmeza, e isso se manifestava em seu conhecimento e em suas boas obras, eles - isto é, o Messias e sua mãe - são como os outros seres humanos, precisavam de alimento; e não pode ser Deus quem precisa comer para viver.

Então Deus disse, dirigindo-se a Seu Profeta Mohammad: "Observa como lhes elucidamos os versículos", isto é: contempla, ó Mensageiro, a situação destes, como esclarecemos as provas da nulidade do que afirmam a respeito do Messias que ele é filho de Deus, e se desviam da verdade para a qual os orientamos, então veja como eles se desvinculam da verdade após este esclarecimento! 

A sétima prova termina aqui. Agora passamos para a oitava evidência sobre a invalidade do dito: “O Messias é Senhor”.

 Oitava Evidência

Entre as evidências da nulidade do dito: "O Messias é o Senhor ou filho do Senhor", a confirmação que ele orava a Deus e dizia aos seus discípulos: esperem por mim até que eu ore; ele foi ao templo, orou e se prostrou. Sabe-se que a oração é dirigida apenas a um Deus adorado, que o adorador acredita ser mais majestoso do que ele e que tem o direito de ser adorado e de se dirigir a Ele. Se o Messias fosse Deus, não precisaria orar a Deus, porque isso seria frivolidade; e deveria dizer às pessoas: “Rezem para mim e me adorem, não preciso rezar para ninguém porque sou deus”, mas isso não acontecia, portanto, o Messias não pode ser Deus.

Nona Evidência

Entre as evidências sobre a invalidade do dito: “O Messias é filho de Deus”, consta que o próprio Messias anulou esta afirmação, e se o Messias fosse verdadeiramente filho de Deus, teria ratificado quem o disse e não o teria repreendido, desde quando os demônios diziam a Jesus: “Tu és o Messias, filho de Deus”, ele os repreendia e proibia de dizer isso como no Evangelho de Lucas (4:41); e esta é uma prova muito evidente de que o Messias não é o filho de Deus.

Décima Evidência

Por outro lado, o Messias era compassivo com as pessoas, gentil com elas, então se essa crença fosse verdadeira, ele teria claramente repetido e evidenciado isso para caber na mente das pessoas e teria sido explicitamente mencionado em todos os quatro evangelhos e nas vinte e três epístolas anexadas a eles, o estilo indireto não teria bastado em um assunto majestoso como este, deixando claro o estilo de declaração, então ele o usaria - este estilo de declaração clara - em assuntos de menor importância, porque o assunto é fatídico e ideológico, toda religião dele é baseada e conduz ao destino humano no Último Dia, Paraíso ou Inferno.

 ● Seria bom mencionar aqui que um texto foi citado no Evangelho de João (18: 19-20) que mostra que Jesus sempre foi explícito, e é o seguinte:

"Enquanto isso, o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e dos seus ensinamentos.”

Respondeu-lhe Jesus: "Eu falei abertamente ao mundo; sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada disse em segredo.”

 ● Ver também, leitores inteligentes e apreciativos, a clareza da fala do Messias, tal como chegou no Evangelho de Marcos (12,29):

“Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor."

Se o Messias fosse o Senhor, ele teria dito: "Eu sou o seu Senhor", em vez de dizer: "o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor."

Este versículo afirma claramente que Deus é Senhor de todas as pessoas, do Messias e de todos os outros.

É possível, então, deixar este versículo claro e evidente, cancelar seu significado e dizer: o Messias é o Senhor ou filho do Senhor, ou que Deus se encarnou nele...?

● E observe - também - a clareza em ratificar a singularidade da essência de Deus na fala de Deus, como registrado em Isaías (46: 9).

"Recordai-vos do que se passou outrora. Só eu sou Deus, e não há nenhum outro, eu sou Deus e ninguém Me é semelhante."

Assim, se o Messias fosse filho de Deus, ou Deus, teria dito no versículo anterior: "Eu sou Deus, e há outro deus que é Jesus", porque Deus é claro em sua palavra, quer o bem, a orientação para todo o povo e odeia confusões e equívocos, pois estes são a causa de não se declarar corretamente, e a declaração incorreta é uma imperfeição, mas isso não acontecia, então sabia-se que a verdade é aquela que foi ratificada por que Deus é Um em Sua essência, e que o Messias é um em sua essência, nenhum se encarnou na essência do outro.

Décima Primeira Evidência

A Décima Primeira Evidência sobre a invalidade da crença na trindade - aquela que se baseia originalmente na crença "O Messias é o Senhor" -: essa crença não é conhecida em nenhuma religião celestial anterior ou posterior, essa crença não era conhecida pelos profetas anteriores de Deus reconhecidos pelos judeus e nazarenos[5] (os cristãos), como o Profeta Noé, Abraão, Ló, Isaque e Jacó (que a paz esteja com eles), nem foi conhecida nem mencionada pelos profetas dos filhos de Israel a quem suas notícias chegaram como Jacó, José, Aarão, Davi e Salomão (a paz esteja com eles).

Sim, não existe no Antigo Testamento em que os cristãos acreditam - e onde as notícias e a mensagem desses profetas foram registradas - que estes últimos convidassem a adoração a um deus de tripla personalidade ou que mencionassem a trindade ou algo semelhante, mas o que é relatado sobre eles é que eles convidaram os mesmos que todos os mensageiros de Noé a Mohammad (Deus o abençoe e dê-lhe paz)[6] eles ordenaram que adorassem um único Deus, o Único sem associados, e isso está registrado no Antigo Testamento.

* Faz parte disso:

 ● O que Deus disse a Abraão (que a paz esteja com ele) como se encontra no Antigo Testamento, Gênesis (17: 7): "Faço aliança contigo e com tua posteridade, uma aliança eterna, de geração em geração, para que eu seja o teu Deus e o Deus de tua posteridade."

● Deus está dizendo a Moisés (que a paz está com ele), no Monte Sinai em Suas palavras dirigidas a ele, mencionadas no Antigo Testamento em que os cristãos acreditam, em Êxodo (3:15): “Deus disse ainda a Moisés: “Assim falarás aos israelitas: É Javé, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, quem me envia para junto de vós.”

● E no mesmo livro (4: 5), Deus disse a Moisés: “É para que creiam que o Senhor, o Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, realmente te apareceu.”

 Palavras semelhantes foram produzidas a respeito do Messias no Evangelho de Lucas (20:37).

 ● No Antigo Testamento, no livro de Isaías (44: 6): “Eis o que diz o Senhor, o Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos exércitos: “Eu sou o primeiro e o último, não há outro Deus afora Eu."

● E este é Ezequias, um de seus profetas, que se dirige ao Senhor: "Você é o Deus Único, para todos os reinos da Terra. Você, que fizestes os céus e a Terra". Livro de Isaías (37:16).

 ● Nem a religião que veio depois da religião do Messias - e é uma religião única, a religião do Islam - reconheceu essa crença, ou seja, a crença na trindade, mas a negou como Deus, Exaltado Seja Ele, diz no Alcorão: "São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade! porquanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles. Por que não se voltam para Deus e imploram o Seu perdão, uma vez que Ele é Indulgente, Misericordiosíssimo? O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiros que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos. Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam." (Alcorão, 5: 73-75).

E Deus disse: Louvado seja: "São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria. Dize-lhes: Quem possuiria o mínimo poder para impedir que Deus, assim querendo, aniquilasse o Messias, filho de Maria, sua mãe e todos os que estão na terra? Só a Deus pertence o Reino dos céus e da terra, e tudo quanto há entre ambos. Ele cria o que Lhe apraz, porque é Onipotente." (Alcorão, 5: 17).

E Deus Exaltado e Majestoso disse: "São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria, ainda quando o mesmo Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os injustos jamais terão socorredores." (Alcorão, 5: 72).

Deus Exaltado seja diz: "Ó adeptos do Livro, não exagereis em vossa religião e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e o Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros e não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião." (Alcorão, 4: 171).

As Suas Palavras: "Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho": Isso significa que Deus está isento de ter um filho, porque ter um filho é uma característica de imperfeição e não é um atributo de perfeição, porque ter filhos indica a necessidade do Senhor para as pessoas, e isso é falso, porque certamente Deus não precisa de toda a criação.

Este é o Alcorão, a constituição da religião do Islam e a palavra de Deus preservada até o Dia do Juízo, mostra que a crença na trindade é frívola e que a crença no senhorio do Messias e sua divindade é inválida, também esclarece que acreditar que Jesus é o filho de Deus é uma questão frívola, e a coisa certa a fazer é acreditar que o Messias é o servo de Deus e que ele ordenou a seu povo que adorasse a Deus.

O resultado é que a declaração da trindade exige que todos os profetas e mensageiros se desviem de conhecer seu Deus, seu Adorado e Criador, enquanto os sacerdotes que colocam a crença na trindade foram conduzidos a ela - vários séculos depois que o Messias foi ressuscitado, no quarto século depois de Cristo - na crença de sua fé que eles concordaram e adotaram após o Primeiro Concílio de Constantinopla em 381.

E este é um dito claramente inválido.

 Segundo capítulo: Evidências lógicas sobre a invalidade do dito: “O Messias é o Senhor”,

e essas evidências são dezesseis.

Décima Segunda Evidência

Entre as evidências que revelam a invalidade do dito: “O Messias é o Senhor”: é que um corpo humano não pode conter a essência de Deus, porque Deus é Grande, Maior do que tudo, está elevado acima dos Seus céus, acima de tudo e não há nada acima d'Ele, enquanto o ser humano é o oposto, portanto, a crença de que o Senhor encarnado no Messias é uma crença irracional, é mentir a Deus e reduzir Sua magnitude; manifestá-lo é negar o Deus Majestoso, e é uma razão para permanecer eternamente no Fogo.

O que se deve é ​​exaltar a Deus, honrá-Lo e não acreditar que Ele está mesclado com a Sua criação, mas que Deus está Elevado acima do Seu Trono, no sétimo céu, ninguém de Sua criação O viu, Exaltado e Majestoso.

* Nota:

Os sacerdotes são tidos como prova da crença da encarnação, "encarnação de Deus no Messias", o que Paulo disse em sua primeira epístola a Timóteo (3:16): "Grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou na carne, foi justificado em espírito”.

A palavra de Paulo à qual os cristãos aderem é considerada um grave erro, pois se Paulo tivesse razão, ele teria que provar sua referência ao que disse a partir da palavra do próprio Messias, e não de suas próprias palavras. Se não, ele consideraria reivindicar o que ele não estava ciente e mentindo ao mesmo tempo, porque é impossível que o Messias tenha escondido este crença - a crença da encarnação - se verdadeira e trazida por Paulo depois dele; e a verdade é que é considerada a deturpação de Paulo à religião do Messias com a qual ele desviou os cristãos da religião exatidão do Messias.[7]

Vamos abordar a questão de Paulo e esclarecer a alteração destruidora que ele fez à religião do Messias.

Décima Terceira Evidência

Como podemos acreditar que Jesus é realmente Senhor quando que havia milhões de pessoas que nasceram existiram antes de seu nascimento?

O certo seria que o Senhor existisse antes da existência das pessoas e não o contrário, como isso pode acontecer se Ele não existisse ainda?

Essas afirmações são contrário à mente, porque não é certo para a mente que o Messias seja o senhor de pessoas sem vê-los e existiram antes dele?

Certamente, o argumento correto: é que Deus sempre existiu, não tem um começo; enquanto o Messias é um ser humano, Deus o criou quando quis criá-lo, e que Deus tem essência e o Messias tem outra essência diferente.

Décima Quarta Evidência

Além disso, Deus não tem começo, enquanto Jesus tem um começo.

1-      Se isso for verdade (apenas cerca de 2.000 anos atrás, aqui está uma pergunta: Por que Deus o Pai criou o Jesus físico naquele ano? Por que não antes disso?

2 - Se isso for verdade (e não aconteceu antes), por que sua união ocorreu há quase 2.000 anos atrás?

Em outras palavras, por que Deus criou Cristo naquela época, e não em outro período de tempo?

Qual é a razão por trás disso?

Décima Quinta Evidência

E por que Deus não o fez existir - se o Messias fosse seu filho verdadeiro - antes da criação das pessoas?

 Décima Sexta Evidência

Como Jesus pode ser o senhor e ele não conhecia as pessoas que viviam antes de seu nascimento?

Mais apropriado pareceria ele existir antes da existência do ser humano - Se fosse mesmo o filho d'Ele.

Por que ele deixou para mais tarde, quando ele era o senhor - como pretende quem diz isso?

Décima Sétima Evidência

Então, como seria correto dizer: que Deus tomou apenas um filho? Por que não tomou vários filhos como os reis, os ricos e os líderes?

Ter muitos filhos é uma característica dos ricos, e Deus é o Mais Rico de todos os ricos, porque então ela não tinha muitos filhos se ela realmente característica de ter filhos é uma verdadeira característica d'Ele? Glorificado seja Deus acima disso.

Décima Oitava Evidência

Se o Messias realmente fosse Senhor e Deus, por que, então, ele não afastou a morte de si mesmo como pretende quem diz que ele morreu na cruz?

Não é possível que Cristo fosse o senhor e foi morto pelo Homem (um grupo de judeus); por dois motivos:

Primeiro: porque o Senhor não sofre com a morte, visto que a morte é uma característica de imperfeição, e o Senhor é distinguido pelos atributos de perfeição; e Deus é Eterno e nunca morre.

Décima Nona Evidência

Segundo: o Senhor é mais forte do que Sua criação; é impensável que um grupo de pessoas (os judeus) ficaria forte e triunfaria até mata-Lo, humilhá-Lo, cuspir nele, colocar uma coroa de espinhos em seu cabeça, crucificá-lo e enterrá-lo no túmulo!

Este dito "O Messias morreu crucificado", contradiz o dito: "O Messias é o senhor" em todos os sentidos.[8]

Ele também se perguntaria: se o Messias fosse Senhor e Deus, por que ele não afastou a morte de sua mãe Maria?

Vigésima Evidência

Como é possível que o Messias seja Allah se não conhecia pelo menos a conspiração dos judeus para matá-lo

Vigésima Primeira Evidência

Por outro lado, o dito: "O Messias é Deus" contradiz a afirmação: “O Messias morreu quando foi crucificado”, porque se o Messias é Deus, depois que ele morreu, então o pai também deve morrer, porque o Messias é o próprio Deus como eles afirmam.

Vigésima Segunda Evidência

Além disso, todos nós sabemos que Deus não nasceu, enquanto a mãe do Messias lhe deu a luz. Isso indica que são duas essências absolutamente não misturadas em uma única essência. Dizer que eles são uma essência é um das maiores teimosias da mente sã.

 Vigésima Terceira Evidência

Se o Messias fosse realmente o filho de Deus, por que, então, os cristãos se apegam a ele mais do que ao próprio Deus; eles imploram a ele, eles suplicam e o exaltam mais do que engrandecem ao próprio Senhor?

O comportamento normal é tornar-se mais apegado a Deus o Senhor, porque Ele é o pai do Messias como eles acreditam, e foi Ele Quem o criou.

O que essa contradição indica? Isso não revela o colapso desse dito?

Vigésima Quarta Evidência

Da mesma forma, se o Messias fosse realmente Deus, o cristãos não teriam diferenciado sobre ele -, mas o dito teria sido apenas um, não difere nem se altera, então a perturbação entre essas afirmações, indica para invalidar todas elas, já que a verdade está em um lado e todas essas palavras na outra extremidade.

Vigésima Quinta Evidência

É sabido que Deus é Misericordioso para com o Homem, não tem interesse em complicar as coisas e desencadear um desastre mental em qualquer sociedade dos filhos de Israel ou de outro, e foi mencionado na primeira carta dos I Coríntios (14.33): “Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz”.

Se isso for confirmado, deve ser entendido que quem fez a crença complicada dos cristãos, é o homem e não Deus, e esta é a realidade, quando Paulo acrescentou na crença original do Messias o que não fazia parte dele e o ele alterou dizendo: "O Messias é o filho de Deus."

Se você abordar uma criança e pedir-lhe que explique a sua crença na trindade, não poderia, enquanto a crença em Deus deve ser compreensível para qualquer ser humano, seja ele uma criança ou um velho, analfabeto, que não lê nem escreve - ou um cientista molecular.

Mas se você mostrasse a esta criança a crença do Islam e dissesse: Quem criou você e criou tudo no universo, é o único Deus, adore-o e não adora outro, Deus é rico, não teve filho, entenderia de você esta frase imediatamente, ele estaria convencido disso, e ele não precisaria de mais do que isto.

Vigésima Sexta Evidência

A trindade é estranha na religião do Messias (a paz esteja com ele), já que o Messias não ordenou a adoração de um deus de personalidade tripla e não foi registrado dele a palavra "trindade" ou "hipóstase" em qualquer um dos quatro evangelhos nem nas vinte e três epístolas a eles anexadas, levando em consideração que a Trindade é o centro da crença dos cristãos hoje.

Na "Enciclopédia Europeia" em francês é mencionado o que confirma isso, relatou sobre a trindade "que não existe nos livros do Novo Testamento nem nas obras dos Padres Apostólicos, nem de seus alunos próximos, mas a Igreja Católica e a doutrina protestante tradicional alegam de que a crença na trindade era aceita entre os cristãos em todas as épocas”.

E foi mencionado na "Enciclopédia" de Butrus al-Bustani - que era um cristão: "A palavra trindade não existe na Bíblia."

O resultado é que se a crença na trindade fosse verdadeira, ela teria mencionado nos Evangelhos e nas cartas anexadas a eles, porque é considera o centro e o núcleo da crença no Messias - como acreditam os Cristãos - mas a realidade é absolutamente diferente desta, visto que esta palavra (trindade ou tripla personalidade) não foi mencionada neles nem uma única vez nos dois Testamentos o Velho e o Novo. Portanto, verificou-se que é uma crença estranha à religião do Messias e não é autêntica.

Aqui está um murmúrio nos ouvidos dos sacerdotes: se lhes for mostrado que a crença na trindade é inválida, não force as pessoas com coerção, porque isso contradiz a honestidade científica e vai contra a liberdade pessoal.

Da mesma forma, sabe-se que adicionar algo na religião é proibido, pois isso é considerado para entrar na especificidade do Senhor (Deus), porque Deus é quem legisla, e o ser humano não tem o direito de somar ou subtrair da religião, mas seu dever é praticar a lei como ela é, não adicionar ou subtrair, nem alterar, com isso você obtém a adoração a Deus, Exaltado e Majestoso, se não, o alterador torna-se parceiro de Deus na especificidade de legislar, e este é considerado um tipo de politeísmo que leva a permanecer eternamente no fogo.

Infelizmente, o Papa para os cristãos modifica na religião o que quer.

Vigésima Sétima Evidência

Se o Messias fosse Senhor, ele teria ordenado às pessoas que o adorassem em um explícito, mas a realidade é que ele proibiu totalmente que fosse adorado. Ele disse, como consta no Evangelho de Mateus (9-15) e também de Marcos (7:7)

"Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens."

Quer dizer com "Em vão me adoram" que as pessoas o adorarão, mas explicou claramente que sua adoração será em vão, que não lhes será proveitosa no Dia da Ressurreição. De acordo com ele virá quem irá adorar o Messias no Dia da Ressurreição e descobrirá que sua adoração foi em ação, não aceita por Deus, que ele merecerá o castigo representado pela eternidade no Inferno, porque abandonou a adoração a Deus Que merece ser adorado e adorou outro. Ele vai descobrir que o Messias está isento de sua adoração, como Deus disse no Alcorão:

"E recorda-te de que quando Deus disse: Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu que disseste aos homens: Tomai a mim e a minha mãe por duas divindades, em vez de Deus? Respondeu: Glorificado sejas! É inconcebível que eu tenha dito o que por direito não me corresponde. Se o tivesse dito, tê-lo-ias sabido, porque Tu conheces a natureza da minha mente, ao passo que ignoro o que encerra a Tua. Somente Tu és Conhecedor do desconhecido. Não lhes disse, senão o que me ordenaste: Adorai a Deus, meu Senhor e vosso! E enquanto permaneci entre eles, fui testemunha contra eles; e quando quiseste encerrar os meus dias na terra, foste Tu o seu Único observador, porque és Testemunha de tudo. Se Tu os castigas é porque são Teus servos; e se os perdoas, é porque Tu és o Poderoso, o Prudentíssimo. Deus dirá: Este é o dia em que a lealdade dos verazes ser-lhes-á profícua. Terão jardins, abaixo dos quais correm rios, onde morarão eternamente. Deus se comprazerá com eles e eles se comprazerão n‘Ele. Tal será o magnífico benefício! A Deus pertence o reino dos céus e da terra, bem como tudo quanto encerra, porque é Onipotente." (Alcorão 5:116–120)

Explicação dos versículos do Alcorão Sagrado:

Deus, Exaltado Seja, mencionou nestes versículos algo do que acontecerá no Dia do Juízo, entre eles, é que ele pedirá ao Messias filho de Maria (e Ele sabe a resposta melhor): “Você disse aos homens: tomem-me e a minha mãe como duas divindades em vez de Deus?"

No devido tempo, o Messias responderá honrando a Deus, o Altíssimo seja, dizendo: não cabe a mim dizer às pessoas, exceto a verdade, nunca ordenei as pessoas que me adorassem ou a minha mãe; se eu tivesse ordenado me adorar e a adorar minha mãe, Você já saberia disso, Ó Deus, porque nada está oculto de Você, Você sabe o que está dentro de mim, mas eu não sei o que existe em você. Você é o Conhecedor de tudo o que é evidente ou oculto.

Então o Messias (que a paz esteja com ele) dirá: Ó Senhor! Eu apenas disse a eles o que Você me revelou e me mandou transmitir às pessoas que é para adorar apenas a Você. Eu fui testemunha deles e de seus atos e palavras, mas quando Você me trouxe de volta a Você, elevando-me a Você era o observador ciente de seus segredos, e Você é a Testemunha de todas as coisas, nada está oculto de Você na terra ou no céu.

Se Você os punir, oh Deus! Eles são Seus servos, e Você sabe mais sobre suas condições, Você faz o que quiser com eles, se quiser puni-los com sua justiça, e se quer perdoá-los com sua misericórdia, certamente Você é o amado e não é superado, o Sábio em Sua administração e ordem.

Nessa hora, Deus dirá ao Messias (que a paz esteja com ele): este é o dia da recompensa, na qual os monoteístas[9] se beneficiarão, por sua singularidade ao Senhor, submissão à Sua legislação, sinceridade em suas intenções, provérbios e ações, então sua recompensa será paraísos, sob seus palácios correm rios, habitando neles eternamente, Deus é satisfeito com eles, ele aceitou suas boas obras, e eles estão satisfeitos com Ele, pelas recompensas que deu a eles, aquela recompensa e a satisfação de Ele com eles é o grande triunfo.

Naquele dia, quem adorava o Messias saberá que foi enganado, satanás o enganou, e pessoas como ele o enganaram, proibiram-no de escutar o Alcorão, ou simplesmente interagir com os muçulmanos para ouvir a verdade, e então suas ações terão sido em vão e se arrependerá quando o arrependimento não mais beneficia.

O resultado é que o Messias não se contenta em ser adorado, mas ordena as pessoas adoram apenas a Deus e não associem nada ou ninguém a ele.

O dizer do Messias como foi no texto anterior: "seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens", querendo dizer o que acontecerá no futuro de as pessoas o adorando com base em ensinamentos de humanos (pessoas) e não de Deus, e isso realmente aconteceu - como explicaremos mais tarde em detalhes - e foi quando a conferência de Nicéia foi realizada em 325 EC e eles concordaram com a doutrina da deificação de Cristo, e depois disso a Conferência de Constantinopla foi realizada em 381 EC e eles concordaram com a doutrina da Trindade. Os sacerdotes que estão entre (o povo) decidiam sobre mandamentos que não estavam relacionados com os ensinamentos de Cristo, mas eram de si mesmos e o apoio de Constantino em impô-los, um dos imperadores romanos[10] da época, os impunha às pessoas com ferro e fogo. Então as pessoas os seguiam por medo ou imitação, sem escrutínio ou discussão, por ser a discussão racional proibida.

Aqui virão interrogadores educados que irão questionar e fazer um pergunta lógica, dizendo:

Se as fontes evangélicas confirmam que o Messias é um ser humano, mensageiro, um servo de Deus e não é deus nem filho de Deus, o que é a causa que levou os cristãos a discordarem dessa crença?

De onde veio essa alteração na crença do Messias até Qual é a doutrina da trindade e outras crenças dos cristãos? Por que os sacerdotes estabelecem nas igrejas que o Messias é o senhor, filho do Senhor, terceiro de três; que ele é deus e filho de Deus e que Deus é encarnou no Messias e foi incorporado a ele?

Qual é a sua prova nestas palavras e nas crenças tão distantes do mencionado nos versículos que lemos do Antigo e do Novo Testamento, e que eles confirmam claramente o oposto do que é estabelecido nas igrejas?

Qual é o segredo de proibir pessoas cultas de simplesmente pedirem explicação sobre essas crenças, muito menos para se opôr a elas, e punir quem faz, e se o questionador for uma mulher, eles a torturam na igreja e a desonram?

Onde está a verdade do dito: "Deus é amor"? E qual é o segredo do assunto?

A resposta é esta: a história confirma que a mensagem do Messias sofreu uma feroz campanha de difamação nos primeiros seis séculos após a sua elevação, fez com que sua mensagem fosse mudada para radical e se voltar para outra religião, uma religião pagã que não tem relação com os ensinamentos do Messias nem com a adoração a Deus, e é o momento de começar a esclarecer os estágios dessa deformação, para que os leitores instruídos estejam cientes disso.

Terceiro capítulo: As Evidências Históricas

que mostram que o dito: "O Messias é o Senhor"

é um dito inventado pelo ser humano,

bem como o dizer da trindade

O número dessas evidências são duas:

A primeira: está relacionada ao chamado "Paulo, o apóstolo".

A segunda: está relacionado aos concílios ecumênicos da Igreja apoiada pelo governo romano.

Vigésima Oitava Evidência

A primeira evidência histórica sobre a adulteração da religião do Messias[11]

* Introdução:

A história revela que a crença que proclama "o Messias é o filho de Deus" não era conhecida entre os seguidores do Messias até depois que ele foi elevado ao céu, e quem o apresentou foi um homem judeu chamado Saulo, que mais tarde seria conhecido pelo nome de Paulo, o apóstolo; ele inventou esta crença e outras crenças e introduziu a todos elas à religião original do Messias, fingindo ser um apóstolo enviado pelo Messias para o povo, então, ele transmitiu essas crenças entre o povo, e com isso os cristãos não são mais realmente seguidores da religião revelada por Deus ao Messias Jesus, mas, em vez disso, tornaram-se seguidores da religião adulterada e inovada por Paulo.

Paulo, como mencionamos anteriormente, era judeu que apareceu no cenário dos eventos cerca de três a cinco anos depois da elevação do Messias. De repente mudou e sem preâmbulos, de inimigo, perseguidor e fanático em seu ódio a Jesus, a sua mensagem e a seus seguidores, em apóstolo inspirado a quem foi revelada (a mensagem) de Deus e de Jesus, então ele alegou cinco questões:

Primeira: Fingiu ser um apóstolo designado de Jesus.

Segunda: Afirmou que Jesus lhe inspirou um Evangelho.

Terceira: Afirmou que Jesus é o filho de Deus.

Quarta: Alegou que o pecado de nosso pai Adão e de nossa mãe Eva não foi perdoado, por ter comido (fruto) da árvore, que a humanidade tem herdado por séculos, e é o que é conhecido como "pecado original" ou "O primeiro pecado".

Quinta: Paulo alegou que Jesus foi enviado por Deus, ele desceu a Terra para ser crucificado e torturado como redenção à humanidade pelo pecado de seus pais Adão e Eva.

● A intenção final de Paulo era atingir dois objetivos:

Primeiro: Destruir a religião do Messias por dentro, alterando-a, distorcendo-a e transformando-a em outra religião totalmente diferente em sua essência à religião do Messias.

Segundo: atrair os pagãos romanos para a nova religião que ele projetou, tornando-a compatível com seus princípios pagãos.

Para que Paulo pudesse alcançar facilmente seu objetivo e evitar enfrentar os seguidores do Messias, entrou (aparentemente) na religião de Jesus, com a intenção de enganar os verdadeiros seguidores do Messias, aparentemente mostrando que ele seguia e amava a Cristo, enquanto em seu veia interna, escondeu sua descrença dele e sua verdadeira mensagem. Em outras palavras, Paulo era um hipócrita, ele fez de sua hipocrisia uma capa com a qual ele se escondeu e um ponto de partida com o qual ele começou a uma extensa operação de vandalismo contra a mensagem e a religião do Messias.

A partir do resumo, entraremos em mais detalhes para tentar entender o papel de Paulo ao alterar a mensagem do Messias e para esclarecê-la, este vai mostrar em seis pontos que vamos listar brevemente, depois vamos conversar sobre cada um deles em detalhes:

● Primeiro ponto: A confirmação da animosidade de Paulo em relação ao Messias e seus seguidores.

● Segundo ponto: Paulo afirmou ser um apóstolo nomeado pelo Messias, então, ele deixou de ser um inimigo feroz do Messias e de sua mensagem para um apóstolo a quem o próprio Cristo quem lhe revelou (a mensagem).

● Terceiro ponto: a afirmação de Paulo de que o Messias é o filho do Senhor (Não é próprio da grandeza de Deus ter filhos).

● Quarto ponto: a afirmação de Paulo de que o Messias é o Senhor (Exaltado seja Deus acima disso).

● Quinto ponto: a alegação de Paulo de que o pecado de nosso pai Adão permanece, que a humanidade o herdou; e que Deus enviou a seu filho o Messias (como redentor) para salvá-la do pecado de seu pai Adão, morrendo crucificado, para que o Senhor ficasse satisfeito e se reconciliar com o ser humano.

● Sexto ponto: confirmar a mentira de Paulo sobre o que ele alegou, e que o Messias o enviou, além de outras alegações.

O detalhe:

Primeiro ponto: A confirmação da animosidade de Paulo em relação ao Messias e seus seguidores.

Introdução: Na Palestina, as pessoas viram o Messias filho de Maria antes de começar sua convocação para adorar a Deus, como um ser humano como eles, mas quando a convocação para seu povo, os judeus, começou, eles se dividiram em dois grupos:

O primeiro: Pessoas que acreditaram nele, em sua Mensagem, o seguiram e acreditaram que ele é um profeta, humano, enviado por Deus Exaltado seja Ele, para eles.

E o segundo grupo: Pessoas que o negaram, não acreditaram, tomaram-no como inimigo e acusaram-no de impostor da profecia.

Os judeus, inimigos do Messias, acusaram Jesus perante as autoridades governantes romanas da Palestina naquela época com a intenção de que lhe aplicassem a pena de morte, então o denunciaram a um representante incrédulo (das autoridades imperiais) que ordenou crucificá-lo e matá-lo. Então o prenderam em uma casa em Jerusalém na sexta-feira a tarde. A causa desta animosidade é que quando Deus enviou o Messias com as evidências e a orientação, eles o invejaram pela profecia e os brilhantes milagres que Deus lhe concedeu, ao curar o cego, o leproso e reviveu os mortos com a permissão de Deus. De barro ele fez a figura de um pássaro, soprou nele, e se tornou um pássaro que voou com a permissão de Deus, Exaltado e Majestoso Seja, além de outros milagres com que Deus o honrou e segurou em suas mãos para que as pessoas soubessem que ele era profeta. Mas eles o negaram, o contrariaram e tentaram prejudicá-lo com todo o seu poder, até que Jesus (a paz de esteja com ele), escolheu parar de viver com eles no mesmo lugar. Então começou a se mover e se esconder deles na companhia de sua mãe Maria (a paz esteja com os dois), Mas isso não os convenceu, mas voltaram-se para o rei de Damasco na época, que era um adorador de planetas incrédulo. Ele era chamado por quem professava sua religião de "gregos". Disseram-lhe que em Jerusalém havia um homem que hipnotizou as pessoas, enganou-as e corrompeu os súditos do rei. Este último ficou chateado e escreveu ao seu representante em Jerusalém – David Ben-Yurá - para prender aquela pessoa, crucifica-la e coloque uma coroa de espinhos em sua cabeça, e assim pare de prejudicar seu povo. Quando chegou a mensagem ao governador de Jerusalém, ele cumpriu (com a ordem) e junto a um grupo de judeus, foram para a casa onde Jesus (que a paz esteja com ele) estava  com seus discípulos, doze ou treze pessoas, e alguns disseram que eram dezessete pessoas, na tarde de sexta-feira. Eles o cercaram lá. Quando eles estavam prestes a entrar, Deus colocou a semelhança do Messias no rosto de um de seus companheiros presentes com ele, enquanto o Messias foi elevado ao céu através de uma abertura no telhado da casa diante do olhar dos presentes. Os guardas entraram e encontraram aquele jovem que tinha sido dada a ele sua semelhança e eles o levaram crendo que era Jesus. Eles o crucificaram e colocaram uma coroa de espinhos na cabeça como humilhação para ele. Eles se gabaram disso, e a maioria dos cristãos acreditou que os judeus haviam assassinado o Messias, porque não conheciam a verdade do que aconteceu e não foram testemunhas do que aconteceu dentro da casa. Então eles acreditaram no que os judeus terem assassinado e crucificado Jesus. Assim, eles se desviaram de forma óbvia e séria.[12]

Aqui alguém pode perguntar e dizer: por que os judeus odeiam o Messias?

A resposta é: que a mensagem do Messias e seus ensinamentos graciosos contradizem a natureza materialista e gananciosa dos judeus e seus corações duros, arrogantes e teimosos; é por isso que quando ele chegou e os aconselhou e ordenou que o seguissem, acusaram-no de ser o impostor de um profeta, negaram os sinais que indicavam sua profecia e disseram que os fez com o ajuda de demônios.

Poucos anos depois que o Messias foi elevado ao céu, apareceu Paulo, um judeu familiarizado com a natureza dos judeus da cabeça aos pés, que torturou os seguidores do Messias e fingiu entrar na religião de Cristo para que as pessoas confiassem nele, então ele montou um plano terrível para corromper a religião do Messias. Ele alegou vários assuntos, principalmente, que o Messias é deus e filho de Deus. Foi seguido nesta crença por quem acreditou nele, fazendo surgir um terceiro grupo adicionado aos outros dois mencionados acima.

* Lista de textos que confirmam a animosidade de Paulo em relação ao Messias, sua religião e seus seguidores:

● Foi mencionado sobre ele em Atos (8: 3):

“E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão.”

● Ele disse em sua carta enviada ao povo de Gálatas (1:13):

"Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.”

● E ele foi citado em Atos (26: 9-11) como dizendo ao Rei Agrippa:

"Também eu acreditei que devia fazer a maior oposição ao nome de Jesus de Nazaré.

Assim procedi de fato em Jerusalém e tenho encerrado muitos irmãos em cárceres, havendo recebido para isso poder dos sumos sacerdotes[13]; quando os sentenciavam à morte, eu dava a minha plena aprovação.

Muitas vezes, perseguindo-os por todas as sinagogas, eu os maltratava para obrigá-los a blasfemar[14]. Enfurecendo-me mais e mais contra eles, eu os perseguia até no estrangeiro."

● Também foi mencionado em Atos (9: 20-21) sobre Paulo, que ele quando começou a pregar nas reuniões que o Messias é o filho de Deus, todos os que estavam ouvindo ficavam surpresos e disseram:. “Este não é aquele que perseguia em Jerusalém os que invocam o nome de Jesus? Não veio cá só para levá-los presos aos sumos sacerdotes?”

● Também no início do nono capítulo de Atos, Paulo foi citado:

"Enquanto isso, Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes, e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos a Jerusalém todos os homens e mulheres que achasse seguindo essa doutrina.

Durante a viagem, estando já perto de Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu.

Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?”.

Saulo disse: “Quem és, Senhor?” Respondeu ele: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro te é recalcitrar contra o aguilhão”.

Então, trêmulo e atônito, disse ele: “Senhor, que queres que eu faça?” Respondeu-lhe o Senhor: “Levanta-te, entra na cidade. Aí te será dito o que deves fazer."

Em seguida, é revelado por meio desses textos, que são palavras do mesmo Paulo, sua verdadeira personalidade antes de afirmar ser um apóstolo e que ele era muito hostil ao Messias, sua religião e seus seguidores.

Segundo ponto: Paulo mentiu para as pessoas, fingiu que era um apóstolo nomeado pelo próprio Messias e drasticamente transformado de inimigo feroz do Messias e sua mensagem ao apóstolo a quem ele se revelou do próprio Messias.

● Sobre ele, foi mencionado em Atos (26: 12-18) ter contado ao rei Agrippa:

"Nesse intuito, fui a Damasco, com poder e comissão dos sumos sacerdotes.

Era meio-dia, ó rei. Eu estava a caminho quando uma luz do céu, mais fulgurante que o sol, brilhou em torno de mim e dos meus companheiros.

Caímos todos nós por terra, e ouvi uma voz que me dizia - em língua hebraica: Saulo[15], Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra o aguilhão.

Então, eu disse: Quem és, Senhor? O Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem persegues.

Mas levanta-te e põe-te em pé, pois eu te apareci para te fazer ministro e testemunha das coisas que viste e de outras para as quais hei de manifestar-me a ti.

Escolhi-te do meio do povo e dos pagãos, aos quais agora te envio,

Para abrir-lhes os olhos, a fim de que se convertam das trevas à luz e do poder de Satanás a Deus, para que, pela fé em mim, recebam perdão dos pecados e herança entre os que foram santificados."

Terminaram suas palavras.

* Comentário:

O que está escrito neste texto: "aos quais agora te envio" nada mais é do que uma reivindicação de Paulo para si mesmo sem confirmação, que qualquer um pode implorar e logo será mostrado sua mentira no que ele disse.

● Paulo disse ao povo de Gálatas: (1: 1,11-12):

"Paulo apóstolo – não da parte de homens, nem por meio de algum homem, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai que o ressuscitou dos mortos –".

"Asseguro-vos, irmãos, que o Evangelho pregado por mim não tem nada de humano.

Não o recebi nem o aprendi de homem algum, mas mediante uma revelação de Jesus Cristo."

E ele disse, conforme citado em "Atos" (22:21) que Deus lhe disse: "Vai, porque eu te enviarei para longe, às nações..."

Disse Paulo em sua primeira carta a Timóteo (1: 1):

"Paulo, apóstolo de Jesus Cristo por ordem de Deus, nosso Salvador, e de Jesus Cristo, nossa esperança."

* O Resultado:

Algumas pessoas acreditaram no que Paulo afirmava ser um apóstolo enviado pelo Messias, e que este último lhe revelou um evangelho; com isto adquiriu todos os poderes do Messias, e o substituiu em sua opinião, assim ele mesmo, puxou o tapete sob os verdadeiros discípulos do Messias que recebeu o conhecimento do Messias, porque ele está em uma posição superior a eles ao fingir que era um apóstolo, é claro porque ele substituiu ao Messias em sua opinião e tinha plenos poderes legislativos e executivos, colocando as crenças que ele queria e eliminando os que ele queria, como ele gostava; e as pessoas acreditando nele em suas mentiras E então sua religião mítica se espalhou entre as pessoas.

O tamanho da pretensão de Paulo de que o Messias revelou um evangelho é manifestado no volume de suas epístolas anexadas aos quatro evangelhos, que foram tidas pelos cristãos como religião. O número das epístolas anexadas aos evangelhos é vinte e três, quatorze delas são atribuídas a ele. Isso significa que 61% dessas cartas são de sua imaginação, Deus Todo-Poderoso é muito Grande em relação as falsidades deste mentiroso.

● Um comentário sobre os textos citados que ratificam a mudança repentina de Paulo da animosidade ao Messias, a sua religião e aos seus seguidores para um apóstolo a quem a mensagem foi revelada pelo Messias:

O Chaykh Metwalli Yussuf Chalabi disse sobre Paulo: “Aqui, o leitor encontrará uma lacuna, como Paulo de repente mudou de um inimigo para um apóstolo, e de um detestador para o transmissor do que ele odiava.

Deus, acaso, escolhe seus profetas dos malignos ou dos inimigos da sua religião?

É possível - psicologicamente - para um homem mudar de um estado de ódio de algo a um estado de fé nele em um único salto, tornando-se assim um dos pilares e bases da crença de que era incrédulo, assassino de seus seguidores, semeando medo nos corações daqueles que a professavam.”[16]

Deixo a resposta para os gentis leitores.

O Chaikh Mohammad Abu Zuhra (que Deus tenha misericórdia dele), disse tomando o acima como exemplo:

"Aquele homem que tinha todo esse ódio ao cristianismo e proporcionou a sua gente todo esse dano, de repente se converteu ao cristianismo sem preâmbulo anterior, ou qualquer preparação”.[17]

Terceiro ponto: a afirmação de Paulo de que o Messias era o filho de Deus (não é digno de Deus Todo-Poderoso ter filhos).

● Foi mencionado em Atos (9: 20-21) sobre Paulo:

"Imediatamente começou a proclamar pelas sinagogas que Jesus é o Filho de Deus.

E todos os que ouviram ficaram maravilhados e disseram: Não é este que em Jerusalém destruiu aqueles que invocavam este nome, e que tinham venha aqui com este propósito: trazê-los amarrados ante os principais sacerdotes?".

Quarto ponto: a afirmação de Paulo de que o Messias é o Senhor, (Exaltado seja Deus de sê-lo).

● Foi citado na palavra de Paulo que o Messias é o Senhor, ele disse em sua epístola aos Romanos (5:11):

"Ainda mais: nós nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem desde agora temos recebido a reconciliação!".

● E ele disse em (10: 9) na mesma carta:

"Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo."

Qual foi o resultado quando Paulo estabeleceu esta crença (o Messias é o Senhor e filho do Senhor) entre os filhos de Israel?

A resposta é: o resultado do estabelecimento dessa crença por Paulo (a crença de que o Messias é o Senhor e filho do Senhor) é que os cristãos já tinham dois deuses, o pai e o filho, começaram a dirigir-se ao Messias com a súplica ao lado do pai (Deus), e adorá-lo depois que eles apenas adoravam a Deus. Com esta adulteração, a idolatria à adoração a Deus em uma nova forma para os seguidores do Messias envolto em um manto religioso.

Mas deve-se notar que essa idolatria na adoração a Deus avançou entre o povo de forma informal e não obrigatória. A situação continuou assim entre aqueles que concordaram e aqueles que se opuseram, até que a crença no deísmo do Messias e sua filiação a Deus foi obrigatória e estabelecida, três séculos depois no Concílio de Nicéia em 325, ou seja, aproximadamente 300 anos.

Quinto ponto: a afirmação de Paulo de que o pecado de seu pai Adão continua, que o homem o herdou e que Deus enviou seu filho, o Messias (como salvador) para redimi-los do pecado de seu pai Adão, morrendo crucificado, e que assim o Senhor com o homem e a reconciliação entre Ele e o Homem seria completada.

*  Introdução:

A alteração acima mencionada na mensagem pura do Messias Jesus filho de Maria, representada na afirmação de que o Messias lhe revelou um evangelho, não foi suficiente para o judeu Paulo, mas ele acrescentou outra distorção que mais tarde evoluiu e se tornou uma das questões e crenças importantes em que se baseia a nova religião, já que inventou desde a transgressão de Adão e Eva à ordem de seu Senhor quando comeram da árvore que lhes havia proibido, uma nova crença mais conhecida pelo nome "o pecado original" ou "o primeiro pecado", visto que Paulo inventou que este pecado que Adão cometeu era um pecado muito sério, Deus não perdoou Adão ou Eva, e qualquer número de animais que eles sacrificaram como oferendas não poderia compensar isso; O homem herdou este pecado por dezenas de séculos, século após século, desde a época de Adão, e toda criança que nasce carrega este pecado, e que a única forma de compensar esse pecado é Deus enviar seu único filho Jesus à terra em forma humana para morrer crucificado, para que seja o sacrifício, como alegou Paulo, para compensar o Homem pelo dito pecado, então quem crer que o Messias é filho de Deus e que Deus o enviou para compensar o ser humano por aquele pecado e adorou a Jesus, o salvará deste pecado e das suas consequências, e quem não acreditar, estará inclinado ao seu pecado e seu resultado será o Inferno.

Portanto, este princípio se espalhou entre as gerações de cristãos, acreditando verdadeiramente que eles herdaram aquele pecado, e que o caminho para a salvação desse pecado, seria acreditar que o Messias é o salvador, que Jesus não salvaria ninguém até o adorar, implorar, e acreditar que ele é o filho de Deus, o salvador desse pecado (inventado).

Os cristãos realmente acreditam nisso sem pensar, adotando as palavras de Paulo, embora não seja culpa deles essa herança presumida, embora Adão originalmente se arrependesse de seu pecado e Deus o perdoasse, e com isso concluiu a questão do pecado em seu tempo séculos atrás, e esse pecado deixou de existir.

O pesquisador especialista Abdelwahab Ben Sálih Al-Chayi' (que Deus o guarde) disse:

“Com base no que é conhecido e propagado sobre a morte do Messias na cruz pelos judeus, Paulo fez daquele acontecimento uma das crenças mais importantes da religião que lentamente começou a se estabelecer e se formar sob o que restava da religião e a mensagem do Messias (que a paz esteja com ele), com base nas duas crenças anteriores que ele formou, que são a crença do  pecado original ou o primeiro pecado e a crença no deísmo do Messias e sua filiação a Deus.

Já que Paulo afirmou que um dos atributos de Deus, Louvado seja, são justiça e misericórdia, então em virtude de Sua justiça, Ele deveria ter punido toda a humanidade pelo pecado original que herdou de seus pais Adão e Eva, e em virtude de Sua misericórdia, Ele teve que perdoar toda a humanidade por esse pecado. Sendo aquele pecado gravíssimo que nenhum sacrifício, quer fossem ovelhas ou vacas, ou outros animais, independentemente do seu número poderia expiar por isso, não havia maneira ou modo diante de Deus (Louvado seja Deus pelo que dizem) para compensar a humanidade por esse pecado e unir-se entre Sua justiça, Sua misericórdia e Sua reconciliação com a humanidade, exceto que Deus enviou seu único filho - Jesus filho de Maria (a Paz esteja com ele) - que encarnou em forma humana e desceu à terra para ser humilhado, torturado e assassinado na cruz enquanto estava satisfeito, para que fosse o sacrifício ou o redentor que salvaria todos os que acreditaram que Jesus é o único filho de Deus, e que foi assassinado na cruz para redimi-los por si mesmo daquele pecado e reconciliá-los com seu pai Deus - Bendito seja Deus pelo que eles dizem - que estava zangado com eles.

E que três dias depois de ser sepultado, ele ressuscitou, foi com seus discípulos e com outros, e depois de quarenta dias ele subiu ao céu e sentou-se à direita de Deus; e que ele retornará à terra uma segunda vez para prestar contas aos vivos e aos mortos.

Esta é a adaptação ou explicação em que Paulo se baseou para reivindicar o deísmo do Messias Jesus, filho de Maria (a paz esteja com ele), e ele o apresentou aos pagãos europeus e outros povos do Império Romano, não como um mensageiro enviado por Deus para os filhos de Israel, mas como um filho de Deus que desceu à terra para ser humilhado e morrer crucificado para salvá-los, sacrificando-se e libertando-os da ira de seu pai Deus; a fim de, assim, perdoá-los do pecado cometido por seu pai Adão e por sua mãe Eva que herdaram de ambos, no que conheciam como "pecado original" ou "o primeiro pecado".

A partir dessas crenças pagãs, aumentou o número de pagãos europeus e de outros lugares para entrar nesta nova religião perto de seus entendimentos, crenças e costumes, que mais tarde será chamada com o nome de cristianismo.”[18]

Terminaram suas palavras, (que Deus o guarde)[19].

Trechos das palavras de Paulo que confirmam que a crença no pecado original e na salvação são apenas uma invenção de suas próprias palavras e não são dos ensinamentos do Messias:

● Epístola de Paulo aos Romanos: (3: 24-25 ):

"São justificados gratuitamente por sua graça; tal é a obra da redenção, realizada em Jesus Cristo.

Deus o destinou para ser, pelo seu sangue, vítima de propiciação mediante a fé. Assim, ele manifesta a sua justiça; porque no tempo de sua tolerância, ele havia deixado sem castigo os pecados anteriores."

● Epístola de Paulo aos Romanos: (5: 8-11):

"Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.

Portanto, muito mais agora, que estamos justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

Se, quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, com muito mais razão, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida.

 Ainda mais: nós nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem desde agora temos recebido a reconciliação!"

● Epístola de Paulo aos Romanos: (10,9):

"Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo."

● E ele disse como mencionado na primeira carta aos Coríntios (15: 3–4):

"Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras;

Foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras;"

● Ele também disse, conforme registrado na primeira carta aos Gálatas (4: 4-5):

 "Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma Lei,

A fim de remir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a sua adoção."

● Ele também disse, conforme mencionado na primeira carta aos Gálatas (3:13):

"Cristo remiu-nos da maldição da Lei, fazendo-se por nós maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro"

 * Comentário:

Pelas palavras anteriores de Paulo, é mostrado que foi ele quem introduziu essas crenças, a crença no pecado original e a crença na redenção e que essas crenças não são de Deus, e se fossem d'Ele, o próprio Messias os teria ratificado, e eles teriam sido registrados nas palavras atribuídas a ele nos Evangelhos, mas isso não aconteceu.

 Isso também invalida a crença na crucificação do Messias que foi citada por Paulo, visto que ele afirmou que o Messias desceu à terra para ser crucificado, humilhado, assassinado e sepultado.

E permanece a verdade que os evangelhos registraram, e então o Alcorão de que Deus elevou o Messias ao céu sem que lhe acontecesse mal.[20]

* Observação:

Considere, leitor respeitável, o ódio de Paulo pela Torá, que descreveu a lei (a Torá) como uma maldição.

E observe - também a descrição do Messias de que ele era uma maldição, quando disse “tendo-se feito maldição por nós”.

Depois disso, este homem astuto diz enganando o povo que (o Messias revelou a mensagem a ele, e que ele era um apóstolo enviado ao povo pelo Messias).

Ai dos cristãos! Como vocês podem acreditar e magnificar o que ele afirmava ser um apóstolo enviado por Deus e pelo Messias.

* Resumo importante sobre o esclarecimento do papel de Paulo na alteração da religião do Messias:

Paulo mudou a crença do povo sobre o Messias de ser um profeta enviado por Deus com uma legislação contínua para a legislação de Moisés e específica para seu povo, os filhos de Israel, para ser um filho de Deus, que encarnou em forma humana e desceu à terra.

Mais tarde, Paulo apresentou esta imagem aos romanos pagãos, súditos do Império Romano que originalmente acreditavam em múltiplas divindades, em sua descida à Terra e sua presença entre o povo na forma humana, além de acrescentar à sua crença deuses que possuem crianças humanas.  Então eles aceitaram o que Paulo apresentou a eles, como outro deus que desceu do céu, viveu entre as pessoas, então morreu crucificado. Os romanos nunca objetaram ao que Paulo propôs, porque a crença sugerida estava próxima de suas crenças e entendimentos; nenhum esforço foi necessário para convencê-los a adicioná-lo às suas crenças.

No final deste livro haverá um anexo no qual as crenças dos romanos daquela época serão esclarecidas antes de entrar na religião que Paulo lhes apresentou, de modo que fique evidente aos apreciados leitores como Paulo com seu truque oculto, matou dois pássaros com a mesma pedra, religião corrupta do Messias de um lado, e atraindo os romanos para a religião inválida que ele inventou, do outro lado.

O que pavimentou o caminho para Paulo fazer essa alteração e mudança, é que não havia ninguém antes de Paulo que o repreendesse, visto que o Messias não tinha um Estado para cuidar dele e apoiar sua religião porque os pagãos romanos eram o Estado estabelecido; então, os discípulos do Messias entraram em pânico e se dividiram depois que os judeus atacaram, com a ajuda dos guardas romanos, o lugar onde o Messias estava, desde o fim da existência do Messias na terra repentinamente, e com este estilo violento causou forte choque psicológico nos discípulos do Messias e em seus fracos seguidores econômica, psicológica e intelectualmente, não havia um único discípulo entre eles que tivesse influência e relevância à qual pudessem dirigir, portanto, a principal preocupação de cada um deles se voltaram para salvar sua vida, evitando tortura e perseguição, continuando a divulgar os ensinamentos (do Messias) após sua elevação. Por isso os discípulos se afastaram dessa ideia, o que levou ao enfraquecimento da publicação da mensagem do Messias e sua religião em nível geral, e deu a Paulo a oportunidade de começar a expandir sua mercadoria corrupta representada nos ensinamentos alterados que levam o nome do Messias em público, mas ele categoricamente escondeu e contradisse os ensinamentos do Messias e sua religião.

Sexto ponto: A confirmação da mentira de Paulo em sua afirmação de que o Messias o enviou, além das outras alegações. Tudo isso será demonstrado em nove pontos:

1) Paulo mudou seu nome de Saulo para Paulo o Apóstolo, então por que essa mudança?

2) Se Paulo realmente fosse um apóstolo, ele teria completado o caminho dos ensinamentos do Messias como eles eram, e ele teria ensinado ao povo a Torá e o Evangelho como o Messias fez, e ele não teria trazido algo novo, mas a realidade é que ele trouxe novas leis e crenças que diferenciam os ensinamentos do Messias (e são o senhorio do Messias, sua filiação a Deus, a divindade do Messias, sua afirmação de que o Messias o enviou, a remoção da profecia do Messias, pecado original e crucificação).

Portanto, isso indica que Paulo era um mentiroso em sua afirmação, porque ele invalidou categoricamente o que o Messias estabeleceu, como, então, ele seria um apóstolo do Messias, se ele derrubou e invalidou o que (Jesus) trouxe? A verdade é que o Messias não trouxe a chegada de Paulo, e esses quatro evangelhos escritos por aqueles que vieram depois do Messias são testemunhas disso. No Evangelho de Mateus, há três textos de advertência do Messias sobre aqueles que reivindicarão a profecia após ele. Consulte o Evangelho de Mateus (7: 15-16, 24:11, 24: 4-5).

 * Benefício:

Os evangelhos dão as boas-vindas à chegada do verdadeiro Profeta Mohammad. (Deus o abençoe e conceda-lhe paz), o Profeta do Islam, as boas novas de sua chegada estão escritas neles e em outras fontes evangélicas que contêm aproximadamente trinta boas novas.[21]

3) Se o que Paulo afirmou que o Messias é o filho de Deus fosse verdade, o próprio Messias o teria relatado, visto que seria mais apropriado fazê-lo do que Paulo, e seria uma honra para ele se fosse verdade; porque Jesus não escondeu nem esconderia a verdade do povo para deixar a quem viria depois dele, principalmente quando o Messias veio para guiar e orientar o povo.

4) O Messias é um mensageiro enviado por Deus, portanto, ele não tem a faculdade ou o poder de nomear ninguém por conta própria, pois a escolha dos profetas é responsabilidade de Deus, não do mensageiro, pois Deus seleciona e escolhe dentre as pessoas que Ele deseja como mensageiros, se não, qual seria a condição do Senhor então?

Assim, a afirmação de Paulo de que ele é um apóstolo enviado pelo Messias é pura invenção e calúnia.

5) Os mensageiros são a elite do povo e os mais virtuosos; Por exemplo, a mãe do Messias era uma mulher piedosa e pura, ela é Maria, filha de 'Imran, e 'Imran é considerado um povo de adoração, bondade e piedade, e sua linhagem vai até Israel (Jacó), que era um profeta piedoso.

Enquanto Paulo era um homem cujas mãos estavam sujas com o sangue de gente boa, ele os aprisionou, torturou, onde está ele e onde está a mensagem?

6) Pelas evidências que mostram a mentira de Paulo sobre sua pretensão de ser apóstolo, a escória de sua personalidade, para ele o fim justifica os meios, pois para atingir seu objetivo, ele fez o que era necessário; essa personalidade oportunista não é a personalidade de um profeta, é impensável que fossem assim! Os profetas são as pessoas mais puras e virtuosas; e o próprio Paulo se traiu na primeira epístola aos coríntios (9,19-23), quando disse:

"Embora livre de sujeição de qualquer pessoa, eu me fiz servo de todos para ganhar o maior número possível.

Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da Lei, fiz-me como se eu estivesse debaixo da Lei, embora eu não esteja, a fim de ganhar aqueles que estão debaixo da Lei.

Para os que não têm Lei, fiz-me como se eu não tivesse Lei, ainda que eu não esteja isento da Lei de Deus – porquanto estou sob a Lei de Cristo –, a fim de ganhar os que não têm Lei.

Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos. 23. E tudo isso faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante."

Fim de suas palavras

* Comentário:

Estas palavras viriam de um mensageiro do Senhor (Deus) Glorificado e Louvado seja?

Ou vêm de uma pessoa oportunista de primeira linha?

Ele mesmo afirmou que maquiava de acordo com o interesse que buscava em seu desejo de alcançá-lo.

Com os crentes da Torá, ele fingiu estar com eles para ganhar sua confiança, e com os não crentes da Torá, ele fingiu estar com eles para ganhá-los.

7) Das evidências que as mentiras de Paulo revelam, é que a mensagem do Messias foi dirigida apenas aos filhos de Israel, enquanto Paulo expandiu o círculo por conta própria, convidando os romanos pagãos para sua religião que ele estabeleceu, fingindo que a religião do Messias é universal para todas as pessoas, para serem abraçadas. No Evangelho de Mateus (15,24): Jesus disse: "Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel".

Enquanto em Atos (22,21), Paulo fingiu que Deus lhe disse: "Vai, porque eu te enviarei para longe, às nações..."

Observe, leitor sensato, a diferença entre as palavras de Jesus, o verdadeiro mensageiro, e as palavras de Paulo, o apóstolo mentiroso.

A partir disso, a falsidade de Paulo e sua calúnia são demonstradas.

8) Entre as evidências que mostram o engano de Paulo e sua alteração para a religião do Messias é que ele fez várias concessões religiosas anulando gradualmente os ensinamentos mencionados na legislação da Torá a fim de cobiçar os novos convidados - os romanos pagãos - para entrar em sua religião, e por isso não seria difícil para eles abraçá-la, então ele começou anulando a legislação da circuncisão para os homens pagãos, conforme relatado em sua epístola aos Gálatas (6:15): "Porque a circuncisão e a falta dela de nada valem, mas sim a nova criatura." Ele tornou lícito aos judeus comerem o sacrifício dos pagãos, comendo a carne de porco, também o casamento entre os judeus e os pagãos e anulou todos os tipos de purificação física que a Torá insistia. Tudo isso para atrair os romanos a abraçarem a nova religião que ele lhes apresentava, já que suas almas não aceitavam se submeter às leis celestiais por serem adoradores de estátuas pagãs, não sabiam o que era lícito ou proibido, nem acreditavam em profetas, pelo qual ele os anulou parte da legislação da Torá para abraçar sua religião.

Com esta ação, Paulo assumiu o papel de senhor, legislou as leis que queria, anulou o que queria, e não foi simplesmente um apóstolo como pretendia; porque legislar algo como legal ou proibido é uma qualidade do Senhor, não do mensageiro, porque a função do mensageiro é transmitir a legislação de Deus e não estabelecer nova legislação ou modificar a legislação existente como ele fez.

Mais tarde, veio o segundo grande passo, quando este maldoso anulou o resto da Torá para remover esta barreira intransponível do caminho dos pagãos para que eles pudessem entrar na religião que ele inventou para eles sobre os escombros da religião do Messias, como ele disse em sua mensagem aos Romanos (7: 6-7)

"Agora, estarmos livres da Lei, tendo mortos a quem nos mantinha sujeitos, e nosso serviço realiza-se conforme a renovação do Espírito e não mais sob a autoridade envelhecida da letra.

Que diremos, então? Que a Lei é pecado? De modo algum. Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei."

 * Comentário:

Como vocês observam, queridos leitores, não foi suficiente para Paulo anular a Torá, mas ele a acusou de ser uma fonte de conhecimento do pecado e do erro, conforme manifestado em sua declaração “Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei".

9) Uma das maiores evidências sobre o engano de Paulo ao povo, é manifestada em sua anulação da Torá, contraditória ao motivo da vinda do Messias; Este último disse que não veio para anular a Torá, mas sim para completá-la conforme citado no Evangelho de Mateus (5: 17-19) que o Messias disse:

"Não julgueis que vim abolir a Lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. 18. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um iota (menor letra do alfabeto hebraico), um traço da Lei. 19. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos Céus."

Se o Messias alertasse sobre a simples alteração de uma letra ou um ponto na Torá e no Evangelho, dizendo que quem o fizesse seria considerado insignificante no reino dos céus e da terra. O que então se diria de Paulo que modificou toda a Torá?

 A abolição da Torá por Paulo é considerada um grande crime contra a religião do Messias, e uma grande prova da mentira de Paulo, com sorte os sacerdotes perceberão isso e ensinarão o povo em vez de imitar os sacerdotes anteriores desviar as pessoas que os seguiram (fiéis), certamente, isso só levaria ao aumento do pecado e da punição para todos eles no Dia do Juízo.

 * O triste resultado do papel de Paulo:

Com essas mentiras maliciosas e astúcia judaica, Paulo o maligno foi capaz de transformar a religião do Messias da cabeça aos pés, introduzindo o que não faz parte dela e transformando a religião do Messias do monoteísmo ao politeísmo e, infelizmente, os cristãos acreditaram em Paulo no que ele afirmava e começaram a imitá-lo cegamente até hoje. Com isso, os seguidores do Messias abandonaram a adoração do Criador – Deus -, para a adoração da criação - o Messias Jesus filho de Maria e sua mãe - e de exaltar Deus e descrevê-lo de dispensável desde Sua criação para descrevê-lo com necessidade, fingindo que Ele tinha um filho de Sua criação.

Em conclusão, o papel do malicioso Paulo em alterar a religião do Messias pode ser resumido em cinco pontos:

1) Paulo alegou ser um apóstolo nomeado de Jesus.

2) Paulo alegou que Jesus revelou um evangelho a ele.

3) Paulo alegou que Jesus é o filho de Deus.

4) Paulo alegou que o pecado de nosso pai Adão e de nossa mãe Eva não foi perdoado e que a humanidade o herdou por séculos e é conhecido como "pecado original" ou "primeiro pecado".

5) Paulo alegou que Jesus foi enviado por Deus e desceu à terra para ser crucificado e torturado como redenção à humanidade do pecado de seus pais Adão e Eva.

Com isso, o malicioso Paulo tirou os cristãos da verdadeira religião do Messias que os convida a adorar a Deus e deixar de adorar outro que não Ele, para outra religião que não tem relação com a religião do Messias, que é o paganismo ou a adoração de ídolos, (os objetos inanimados que não têm vida como pedras, imagens, túmulos e cruzes) e a adoração do ser humano (como o Messias, sua mãe e os sacerdotes).

 Resumidamente, a religião do Messias nas mãos de Paulo, foi mudada da adoração do Criador, para a adoração da criação, e de seguir o verdadeiro profeta – o Messias - seguindo um impostor de apostolado: Paulo.

Paulo permaneceu em seu papel (de distorcer a religião do Messias) mais de trinta anos depois que o Messias foi ressuscitado. O início de seu papel se deu entre três e cinco anos após a ressurreição do Messias, ou seja, entre os anos 33 e 38 aproximadamente, e continuou até o ano 67, ou seja, aproximadamente trinta anos depois, até ser executado em Roma em mãos do imperador Nero que acusou os cristãos de queimar Roma, então matou Paulo e Pedro, o maior dos discípulos do Messias, conforme descrito nos evangelhos. Ele os executou crucificando-os; mais tarde, Nero torturou os cristãos de várias maneiras, incluindo fazendo comida para seus cães famintos e borrifando outros com óleo, deixando-os como uma tocha na entrada de seu palácio.

Observe, como Deus puniu este dissoluto Paulo em vida e como sua animosidade para com o Messias e sua religião foi rejeitada, então o pecado de alterar a religião do Messias, desviando as pessoas da sua verdadeira religião, como esses pecados eram eles se voltaram contra ele para uma punição dolorosa na vida. Inicialmente, ele torturou os seguidores do Messias e os prendeu, então ele entrou na religião do Messias com hipocrisia para corromper sua religião por dentro, para torná-la uma religião válida para os pagãos abraçarem, e no final ele foi punido por Deus nas mãos deles, aniquilando-o o líder dos pagãos (Nero).

Com isso, terminou a primeira parte da alteração da religião do Messias, e ficou nas mãos de Paulo; este último, além dos religiosos que vieram depois dele, publicou sua religião e se orgulhou dela – como dizem -, eles carregarão a responsabilidade e o pecado das gerações que abraçaram esta religião a causa deles até o Dia do Juízo, e deixe o sacerdote inteligente (e quem não é um sacerdote) assistir, para onde ele conduzirá o povo? Para o Paraíso ou para o Inferno?[22]

* Benefício:

Não é de estranhar a rápida ocorrência da degradação que Paulo cometeu, que aconteceu em trinta anos de sua vida, porque foi uma corrupção por dentro, já que este malicioso fingiu abraçar a religião do Messias e fingiu sendo um apóstolo e o povo acreditou nele, então ele introduziu sua mercadoria corrupta que se espalhou entre eles e estragou a religião clara e pura do Messias que convida à adoração do Deus Único, e fez dela uma combinação de crenças pagãs em nome do Messias; essa corrupção com tamanha audácia não é estranha aos judeus que queriam matar o Messias, e que audácia maior do que essa? Se isso for tolerado por eles, como não ousariam corromper sua religião?

* A condição de Paulo no cristianismo:

Pelo exposto, Paulo pode ser considerado o principal fundador da religião cristã atual, a ele é atribuído, em palavras e atos, e não ao Messias Jesus, filho de Maria, embora seja chamado de “Cristianismo” em relação ao nome de Cristo, ele – Paulo – foi quem lançou a semente que os concílios ecumênicos regaram posteriormente com o apoio dos romanos para torná-la ainda mais alterada e desviada. Paulo, então, é a primeira calamidade para a religião do Messias, e foi ele quem a corrompeu e a tirou totalmente de sua órbita, para a órbita do paganismo representada na adoração de estátuas, pedras, ídolos, imagens, cruzes e humanos como profetas e sacerdotes.

Gustave Le Bon[23] diz: “São Paulo foi invadido por excessiva imaginação, e sua alma estava cheia de lembranças da filosofia grega e das crenças orientais, portanto, ele estabeleceu uma religião em nome de Jesus, que Jesus não a entenderia se estivesse vivo.”[24]

Ele também afirmou: “Paulo, estabeleceu em nome de Jesus uma religião que Jesus não entenderia se estivesse vivo. E se os doze discípulos tivessem ouvido: 'Deus se encarnou em Jesus', eles não teriam acreditado nessa infâmia e teriam levantado a voz em protesto.”[25]

Michael Hart disse:[26] “São Paulo foi o principal desenvolvedor da teologia cristã, quem modificou seus princípios e o autor de uma grande parte do novo Testamento.”[27]

Com base no acima exposto, o fundador da religião cristã em sua forma e composição atuais é Paulo e não o Messias.

 * A posição dos cristãos em relação a Paulo:

Os cristãos elogiam muito Paulo e pensam que ele é um verdadeiro apóstolo como ele disse de si mesmo, chamam-no de “o apóstolo das nações”, e ele é santo e tem muitas igrejas em sua honra, inclusive a basílica de (São) Paulo em Roma, considerada a segunda maior igreja daquela cidade, que possui muitas esculturas e ornamentos e na entrada da basílica, há uma grande estátua dele; Tudo isso não tem relação com a verdadeira religião do Messias, já que o Messias veio para conduzir as pessoas da adoração a outro que não a Deus para a adoração de Deus e para praticar o que está no Evangelho. Mas sua religião foi mudada para o que os leitores apreciáveis ​​veem, foi mudada para o culto de imagens, estátuas e retábulos; e nas igrejas circulam taças de vinho, assim como há danças e música, o que contradiz a religião do Messias e seus ensinamentos em todos os aspectos.

* A Posição dos Cristãos em Relação a Paulo:

Os seguidores do Messias viviam de acordo com a verdadeira crença com a qual foram instruídos pelo Messias, mas naquela época sofreram muita perseguição dos judeus, especialmente de Paulo, o judeu, que era um opressor feroz dos seguidores cristãos de Jesus, e quando percebeu que a força não funcionou ou não funcionaria com eles, ele usou o método da hipocrisia, fingindo acreditar no Messias, ele se esforçou para aprender seus ensinamentos até se tornar o que tinha mais conhecimento entre eles, depois disso, mentiu para eles e afirmou que o Messias lhe revelou um evangelho; quem quis acreditar nele, acreditou, então ele cumpriu sua desprezível tarefa à qual apontou que é a alteração da religião de Jesus, introduzindo o que não faz parte dela. Então ele inventou a crença de que o Messias é o filho de Deus, depois a crença no pecado original, depois a crença na redenção, mas muitos seguidores do Messias o confrontaram, isso é mostrado pelo que Paulo disse sobre si mesmo como em 2 Timóteo (1:15): "Sabes que todos os da Ásia se apartaram de mim."

Nela, dizia também: (4:16): "Em minha primeira defesa não houve quem me assistisse; todos me desampararam!"

Vigésima Nona Evidência)

A Primeira evidência histórica sobre a alteração da religião do Messias:[28]

Foi mencionado acima, o esclarecimento do papel histórico do judeu Saulo (que mais tarde mudou seu nome para Paulo) na alteração da religião do Messias, que representa o primeiro estágio histórico na adulteração da religião do Messias, e o primeiro bloco nela.

Neste ponto, faremos uma breve demonstração da segunda etapa histórica da alteração da religião do Messias, na qual mais dez mudanças ocorreram nesta religião, isso ocorreu nas mãos dos concílios da Igreja que incorporaram um grande número de bispos, patriarcas e clero. Nove dessas modificações aconteceram nos primeiros nove séculos sob o Império Romano e depois. Mais tarde, ele entrou em colapso no final do século V devido a fatores de desintegração e da Igreja Católica em domínio na Europa por dez séculos, chamados por eles de séculos medievais sombrios. No início do século XVI, a última grande divisão na Igreja Católica aconteceu causando o surgimento do grupo protestante, e então esta foi a décima e última alteração na religião do Messias até o momento desta escrita, e só Deus sabe se no futuro, novas interrupções e divisões ocorrerão ou não.

* A primeira alteração da Igreja, considerada a segunda calamidade na religião do Messias, a primeira calamidade sendo as mudanças feitas por Paulo:

No início do século IV cristão, o conflito se intensificou e o fogo da discórdia entre os sacerdotes foi aceso Os cristãos sobre a personalidade do Messias, fosse ele humano ou deus, visto que um sacerdote egípcio chamado Ário apresentou uma opinião à sua igreja dizendo que Deus é Um, e não tem filho, evidenciaram isso com argumentos razoáveis ​​válidos, o que causou diferenças na Igreja egípcia, então a diferença se espalhou na Igreja Romana, e com ela muitas ambiguidades ocorreram entre os homens da religião cristã, entre apoiadores e oponentes. O Império Romano era quem governava naquela época, mas na época ainda não adotava a religião cristã, mas eram pagãos, tinham uma variedade de deuses que adoravam, deuses das colheitas, deuses do exército, gado, etc., nos quais não acreditavam profetas ou na religião celestial.

O imperador romano da época era Constantino, ele fez uma tentativa de pôr fim a esta disputa que iria dividir a nação e ameaçar a segurança interna, para a qual ordenou que um conselho geral de bispos e patriarcas fosse organizado em um de seus palácios, na cidade de Nicéia - localizada perto da cidade de Istambul - para discutir essa controvérsia, resolvê-la e chegar a uma decisão padrão antes que a disputa se espalhe e seja difícil de controlar, levando à dissolução de seu império internamente. Este conselho foi organizado em 325; Então, 2.048 religiosos se reuniram, 318 deles acreditavam que o Messias era deus (ou seja, aproximadamente 16%) e os 1730 restantes (84%) acreditavam que o Messias era humano.

Sendo que a crença de Constantino estava em sua origem pagã, então se estribou à opinião daqueles que afirmavam que o Messias era deus, e filho de Deus ainda que fossem minoria, pelo que os apoiava. Então, o conselho decretou a divindade do Messias e sua filiação a Deus após reuniões que duraram mais de três meses, e eles tornaram essa decisão parte da lei da fé cristã que o conselho emitiu, e a balança pendeu em favor daqueles que disseram que o Messias é deus, com a força do imperador depois que inicialmente eram minoria, e a cortina foi oficialmente levantada sobre o cristianismo de Paulo, que morreu cerca de três séculos antes desse evento.

Com esta decisão, Constantino unificou a resistência interna às custas da verdadeira religião do Messias no interesse de manter seu império unido e de pôr fim às disputas dentro dele. Isso não é estranho para alguém como ele, para quem os fins justificam os meios, seu objetivo era unificar a Igreja e que nela não ocorreram divisões, deixar de se preocupar em enfrentar seus rivais pelo poder interno e inimigos no exterior. Tomar essa decisão de sua parte não foi porque estava convencido dessa crença, isso mostra claramente que ele não era cristão naquela época, mas que o fez porque a divisão na sociedade cristã enfraqueceu por dentro o seu Estado, por isso ele quis que termine. Então Constantino proibiu a declaração de Ário de que o Messias era um ser humano e não um deus, então ele o baniu e aos de sua opinião, e eles se consideraram oponentes do imperador romano Constantino e banidos do regime público do império Romano. Então ele emitiu o decreto para queimar seus livros, e quem guardasse alguns deles sua punição era a morte.

Esta decisão de Constantino se tornou a segunda calamidade para a religião do Messias após a calamidade da alteração de Paulo. Constantino deu a essas modificações o caráter oficial e o prestígio imperial, depois de não o terem.

Observa-se que Constantino fez o que precede antes de se tornar cristão, ou seja, na sua época ainda não era cristão.

Observa-se também que a imposição da decisão de Constantino se limitou à sociedade cristã, visto que era o diferencial exclusivo deles como sociedade que tinha religião própria em pleno Império Romano pagão, enquanto os romanos - que eram a maioria - continuaram a praticar sua religião. Mais tarde, quando Constantino se converteu ao cristianismo anos após o Concílio de Nicéia, ele impôs o cristianismo a todos os habitantes do império como será mostrado mais tarde.

Também, observa-se que Constantino impôs a opinião que diz que o Messias era Deus, apesar daqueles que acreditavam ser minoria no conselho (cerca de 16%), enquanto aqueles que acreditavam que Deus é Um em Sua essência, não tem filho, seu percentual era de 84% do total presente, mas ele escolheu a opinião minoritária e a impôs à força sobre os cristãos porque essa opinião estava mais próxima de sua crença pagã que estipulava a descida de um deus do céu, e é claro que isso é mais apreciado por ele do que a outra opinião.

Disse Will Durant:[29] "Graças aos esforços de Constantino, o cristianismo se tornou um estado e uma religião e se tornou o modelo no qual a vida literária e o pensamento europeu foram derramados ao longo de quatorze séculos"[30].[31]

* Nota:

O Concílio de Nicéia não poderia acabar com a singularidade a que o bispo Ário convidou, uma vez que o monoteísmo era predominante entre os cristãos em Constantinopla, Antióquia, Babel, Alexandria, Assiut, Jerusalém, Cesaréia na Palestina e Tiro, para É por isso que os bispos que não eram monoteístas começaram a assumir o controle dos cristãos com visões e sonhos até que a doutrina do monoteísmo[32] desapareceu, e apenas a doutrina que institui o deísmo do Messias permaneceu em cena.[33]

E que estranho que os padres não se colocassem concordam que o Messias é filho de Deus até 300 anos depois que o Messias foi ressuscitado. Essa crença poderia estar correta após este longo período e não poderia ser quando o Messias estava na terra?

 * Outras decisões do Concílio de Nicéia:

Foi mencionado antes que a principal decisão do Concílio de Nicéia era provar a divindade do Messias e sua filiação de Deus. Esta decisão foi acompanhada por outras decisões humanas destrutivas para a religião do Messias e se manifestam da seguinte forma:

1) Aceitar apenas quatro Evangelhos (o Novo Testamento) enquanto os outros evangelhos que abordaram setenta evangelhos - entre eles os evangelhos dos monoteístas como o Evangelho de Barnabé - foram considerados apócrifos, não legítimos e proibidos, o que era devido queimar instantaneamente e proibir os cristãos de tê-los à vista, e quem quer que os possuísse, sua punição seria a morte.

 2) Este concílio creditou não mais do que dezesseis epístolas daqueles que eram considerados apóstolos, no concílio eles os reconheceram em seu conteúdo ou em sua atribuição a seus autores, eles os adicionaram aos quatro evangelhos, mas os outros foram considerados falsos e cheios de intriga. Depois deste concílio, houve outros concílios, neles foram creditadas mais sete epístolas que foram rejeitadas no Concílio de Nicéia e consideradas falsas e fabricadas.

3) O Concílio de Nicéia rejeitou alguns livros do Antigo Testamento - a Torá e livros relacionados - por considerá-los falsos e fabricados, mas posteriormente, em outros concílios, esses livros foram reconhecidos novamente.

4) Aqueles que contrariaram este concílio foram amaldiçoados, expulsos e privados do rebanho da Igreja, o primeiro deles o bispo egípcio monoteísta (Ário) que acreditava na unicidade de Deus, também seus livros foram queimados e foram mortos aqueles que os possuíam.

5) Foi decidido proibir o casamento de padres, esta decisão contraditória ao bom senso foi a causa de tragédias e problemas sexuais naqueles monges, desde então, representados nas relações ocultas e sujas entre monges e freiras nas igrejas.

O Alcorão Sagrado mencionou monges cristãos - que foram a extremos para legislar leis que não existiam no Evangelho, incluindo a proibição do próprio casamento, por isso dizia: "No entanto, (agora) seguem a vida monástica, que inventaram, mas que não lhes prescrevemos; (Nós lhes prescrevemos) apenas comprazerem a Deus; porém, não o observaram devidamente." (Alcorão, 57:27).

A explicação do versículo: Aqueles que fingiam ser seguidores do Messias inovaram o monaquismo com fanatismo na adoração, nós não o prescrevemos, mas foram eles que se comprometeram por conta própria, Sua intenção com isso era agradar a Deus, mas esse monaquismo não está realmente relacionado à satisfação de Deus, porque Deus não ordenou isso por meio de seu profeta, o Messias Jesus filho de Maria, como poderia ser algo que Deus não ordenou um motivo para agradar a Deus?

* A terceira calamidade para a religião do Messias: A entrada de Constantino no cristianismo e sua imposição com coerção na sociedade romana:

Constantino abraçou o cristianismo; isso foi anos após o Concílio de Nicéia deixar sua antiga religião, o puro paganismo, o que fez com que a religião cristã se tornasse notavelmente forte. O primeiro disso é que obrigou todos os habitantes do Império a abraçar a religião cristã, embora o próprio Messias não tenha sido enviado aos romanos, mas apenas aos filhos de Israel.

No Evangelho de Mateus (15:24) Jesus disse: "Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel".

O historiador cristão Said Ibn al-Batriq mencionou um benefício histórico relacionado ao uso da força pelo Imperador Constantino para propagar o cristianismo, ele disse o seguinte:

Quando o Imperador Constantino se converteu ao cristianismo anos após o Concílio de Nicéia, ele ordenou a destruição de estátuas, a matanças daqueles que as adoravam e limitar a liderança do exército apenas aos cristãos.

Então ele ordenou procurar o lugar onde o túmulo do Messias e sua cruz fossem encontrados; sua mãe Elena, ela mesma estava encarregada desta missão viajando a Jerusalém onde ergueu a Igreja do Santo Sepulcro - um edifício que existe até hoje - no local onde se afirma que o Messias foi sepultado por três dias antes de partir de seu túmulo, por esta razão esta igreja foi chamada assim.

Elena procurou a cruz onde foi alegado que Jesus foi crucificado, encontrou-a enterrada e trouxe-a para seu filho, o imperador Constantino, depois de envolvê-la em ouro, posteriormente, o imperador Constantino ordenou que os judeus fossem expulsos de Jerusalém e ordenou que matassem quem não se tornasse cristão. Por isso, muitos judeus e pagãos tornaram-se cristãos e com isso apareceu a religião cristã”.[34]

Eu digo: Este é um novo desenvolvimento para o cristianismo na época de Constantino, uma vez que Constantino, após o Concílio de Nicéia, eliminou a opinião de que Jesus é um ser humano que Ário tentou demonstrar e implantou a declaração que Jesus é filho de Deus e deus, essa ação de Constantino não foi além dos cristãos pertencentes à Igreja, mas depois que ele se converteu ao cristianismo obrigou todo o povo a abraçá-lo, quer dizer os romanos pagãos que não haviam entrado no cristianismo antes.

* A segunda alteração da Igreja à religião do Messias depois que o Imperador Teodósio I se converteu ao cristianismo, e alcançou o sincretismo entre o cristianismo e as crenças dos romanos:

No ano 380, foi a época do Imperador Teodósio I que se converteu ao cristianismo e com isso o Império Romano abraçou oficialmente a religião cristã. Com essa versão reformada feita por Paulo e confirmada por Constantino, a porta se abriu de par em par diante de todos os povos pagãos que estavam sob o Império Romano para entrar no cristianismo, apesar de não fazerem parte dos filhos de Israel a quem era endereçada a mensagem original do Messias como explicado acima. Eles entraram no cristianismo em grupos voluntária ou forçosamente, uma vez que não havia segunda opção diante da espada do imperador a não ser entrar no cristianismo. Em seguida, foram revertidos com suas crenças, legislação, costumes (como o culto de imagens, estátuas, etc.) e rituais para a religião cristã, o que piorou as coisas e abriu a porta de alteração para a religião do Messias de bem aberto. Portanto, houve uma nova fusão entre o cristianismo e as crenças pagãs dos romanos, e esta é a quarta calamidade contra a religião do Messias após a calamidade da alteração de Paulo (a primeira calamidade), posteriormente, a calamidade da oficialização de Constantino para a alteração de Paulo para a lei cristã (segunda calamidade) e a calamidade da conversão de Constantino ao Cristianismo e impô-la por força para a sociedade romana (terceira calamidade).

* Terceira alteração da Igreja:

Na época do Imperador Teodósio I, ocorreu a quinta calamidade em relação à religião do Messias, o que aumentou sua deformação, pois surgiram novas diferenças de crença sobre o significado do Espírito Santo e sua relação com o Pai e o Filho até então, as pessoas acreditavam em dois deuses que eram o pai e o filho (Deus e o Messias como eles acreditavam). Quando as diferenças acima mencionadas sobre o Espírito Santo e sua natureza surgiram, o Imperador Teodósio I reuniu 150 homens dos grandes estudiosos da religião cristã entre cardeais, patriarcas e bispos, no Primeiro Concílio de Constantinopla em 381, considerado o segundo conselho depois de Nicéia, ordenou-lhes que se consultassem para resolver as novas diferenças, e então eles concluíram no conselho com uma nova crença que é a crença da trindade e é a crença de que Deus é formado por três pessoas hipóstase do pai, hipóstase do filho, hipóstase do espírito santo.

Simplificando, a religião pura do Messias convidando ao monoteísmo (a unidade na adoração de Deus) foi mudada para a trindade consistindo em acreditar em um deus de três pessoas, e que grande diferença existe entre essas duas crenças!

* Quarta alteração da Igreja:

No ano 431 ocorreu uma sexta calamidade para a religião do Messias, já que surgiu Nestório que era patriarca da Igreja de Constantinopla, trazendo consigo uma nova crença que postulava que Jesus filho de Maria tinha duas naturezas, uma divina e outra humana e que estão separados um do outro.

Isso significa que Maria não deu à luz ao deus Jesus, mas deu à luz ao ser humano Jesus.

Em outras palavras, ela é a mãe do ser humano Jesus e não a mãe do deus Jesus.

 Isso causou uma forte disputa entre os grandes homens da religião cristã que decidiram organizar um concílio para examinar a crença do patriarca Nestório. Então um concílio foi organizado naquele mesmo ano na cidade de Éfeso no que hoje é a Turquia, que é conhecida como o Primeiro Concílio de Éfeso, onde apareceram duzentos patriarcas e bispos que decidiram que o Messias tem duas naturezas: divina e humana. Mas essas duas naturezas estão unidas e misturadas e não se separam como acreditava Nestório, portanto, seria considerado que Maria é a mãe do deus Jesus como ela também é a mãe do ser humano Jesus.

Quando Nestório insistiu em sua crença, eles o removeram de seu posto de patriarca e o amaldiçoaram.

Mas a crença de Nestório se espalhou na Síria, Iraque e Pérsia e os seguidores dessa crença foram chamados de Nestorianos, em relação ao patriarca Nestório que morreu por volta do ano 450.[35]

 * Comentário sobre a crença das duas naturezas que Nestório postulou:

Esta doutrina que Nestório postulou era uma crença mítica porque se baseia em outra crença mítica que é a crença da encarnação de Deus no Messias inventado por Paulo que foi mencionado acima e foi demonstrada sua inutilidade, à qual se somam esses quatro aspectos para esclarecer sua invalidade:

Primeiro aspecto: Supondo que Deus se encarnasse no Messias (é impensável que isso acontecesse) o que impediria a natureza do Messias de ser una e a natureza de Deus ser outra diferente?

Em que Nestório se baseou para postular que o corpo é o mesmo e suas naturezas são diferentes?

Acaso ele é o Senhor que conhece o desconhecido?

A matéria da natureza ou das duas naturezas é considerada uma das coisas ocultas que os olhos não podem ver.

Isso nos mostra o papel dos homens de religião e dos patriarcas na alteração da religião do Messias, introduzindo suas opiniões em assuntos ocultos, o que os levou a se extraviar e enganar aqueles que os ouviam. Deus Todo-Poderoso é Muito Grande em relação a essas calúnias.

Segundo aspecto: Esse dito exige que a divindade dependa da humanidade e isso é inválido, pois, como o Senhor dependeria do ser humano?

Terceiro aspecto: O que ele disse sobre o Messias ser caracterizado por duas naturezas em um corpo é muito contraditório, porque apenas uma essência não pode ser caracterizada com os atributos de Deus e os atributos do ser humano em um só tempo, pois são extremos opostos, visto que o Senhor se caracteriza com atributos de perfeição enquanto o ser humano possui características de imperfeição, ou seja, Não é possível ao Senhor ter conhecimento de tudo e ao mesmo tempo não saber.

Quarto aspecto: O que o colapso desta afirmação indica (afirmação de dividir o Messias em divindade e humanidade) é que é uma afirmação inovadora, o Messias não a ensinou aos filhos de Israel e, se fosse verdade, teria sido totalmente ensinada, porque seria uma honra para ele se fosse verdade, e é uma das coisas que ele rapidamente transmitirá para que as pessoas o saibam e não o escondam para que venham à luz quatro séculos depois. Portanto, é uma crença inventada pelo Homem aproximadamente quatro séculos depois que o Messias foi elevado e não era conhecida anteriormente.

* Quinta alteração da Igreja:

No ano 449 ocorreu uma sétima calamidade na religião original do Messias, pois Dióscoro I patriarca da Igreja de Alexandria trouxe uma nova doutrina que consistia em que o Messias tinha uma natureza de dois, humana e divina, o elemento humano fundiu-se com o elemento divino nela e ela se tornou uma única pessoa que era o Messias.

Então Dióscuro organizou o Segundo Concílio de Éfeso em 449, e o concílio reconheceu esta doutrina enquanto as outras igrejas: a Igreja de Constantinopla Oriental e a Igreja Católica em Roma se opuseram a esta decisão, o que aumentou a divisão na Religião cristã entre suas igrejas e seus homens.

*   Sexta alteração da Igreja - Concílio de Calcedônia:

No ano 451 o Papa da Igreja Católica Leão I organizou com a participação de seiscentos estudiosos cristãos um conselho na cidade de Calcedônia perto do Mar de Mármara na Turquia, onde foi anulado que foi decretado no Primeiro Concílio de Éfeso em 431 amaldiçoando o patriarca de Alexandria e quem o apoiava.

Isso resultou em grande raiva por parte do Patriarca de Alexandria, o que causou a separação da Igreja Copta da Igreja Católica e da Igreja Oriental de Constantinopla e, em seguida, aumentou a divisão entre os grupos cristãos.

* Sétima alteração da Igreja:

No ano 543 apareceu um sacerdote chamado Jacob Al Baradei que invocou a crença na natureza única do Messias, a quem chamou Dióscoro I quatro anos antes, neste foi seguido por muitos, que receberam o nome de os jacobinos. Com o estabelecimento desse grupo (jacobita) conhecido como ortodoxo, ocorreu uma nova cisão entre os cristãos.

* Oitava alteração da Igreja:

No ano 680, o Patriarca de Antióquia (Juan Marón) apareceu com uma nova crença para explicar a natureza do Messias como pretendia, nela dizia que o Messias tem duas naturezas e uma única vontade, dada a confluência das duas naturezas em uma pessoa, esta crença foi contestada pela Igreja de Constantinopla e pela Igreja Católica, o que os levou a organizar um concílio do qual participaram aproximadamente duzentos e oitenta bispos, neste concílio eles decretaram que o Messias tinha duas naturezas e duas vontades, e eles expulsaram e amaldiçoaram o patriarca Marón. Então a Igreja de Antióquia foi separada, e Marón foi submetido à opressão, então ele se refugiou no Monte Líbano, e seus seguidores foram chamados de maronitas e este grupo continua a existir até hoje.

* Nona alteração da Igreja:

No ano 869, foi organizado o quarto concílio de Constantinopla, nele foi decretado que o espírito santo emergiu do pai e do filho (de ambos), e não apenas do pai como decretado no Primeiro Concílio de Constantinopla em 381.

* Décima alteração da Igreja que foi estabelecida no início do século XVI EC e nos séculos subsequentes:

Antecedentes:

Esta alteração da Igreja ocorreu devido a situações históricas únicas que são resumidas em quatro estágios:

Primeiro Estágio: O colapso do Império Romano em 476.

Segundo Estágio: O domínio da Igreja Católica e o seu autoritarismo sobre a sociedade europeia durante dez séculos e a história do colapso daquele domínio

Terceiro Estágio: A descoberta do Novo Mundo (As Américas) no final do século XV e posteriormente Austrália e Nova Zelândia.

Quarto Estágio: O estabelecimento do grupo de protestantes (manifestantes) no Novo Mundo.

Detalhes: O Primeiro Estágio: O colapso do Império Romano em 476. Quando o Império Romano Ocidental foi dissolvido em 476, e a Igreja Católica tomou seu lugar, o Papa emergiu como governante da Itália e outras regiões em que o Império Romano entrou em colapso, então, a influência da Igreja aumentou e o Papa passou a ser o apoio dos reis europeus e ao mesmo tempo atribuiu benefícios a eles, por isso começou a financiá-los com o dinheiro que obteve às custas do povo e os reis que se atreveram a opor-se ao Papa podiam perder a sua vida e não apenas o seu trono.

Entre as formas mais importantes desse domínio e autoritarismo, destacam-se:

1) A invenção da figura da indulgência pela qual os estudiosos da Igreja acumulavam dinheiro, como afirmavam no Concílio de Latrão que se organizou em Roma no ano 1215, que Jesus deu à Igreja Católica em Roma o poder de vender indulgências,[36] ​​e se as pessoas quisessem que seus pecados fossem perdoados, eles só teriam que comprar uma indulgência da Igreja e assim eles entrariam no Paraíso quando morressem, e aquele dinheiro iria para os bolsos do alto comando da Igreja.

O alto comando da Igreja estabeleceu com essa crença, para si, a posição do Senhor, que é o único que perdoa os pecados. O Deus Todo-Poderoso é muito grande perante suas mentiras.

2) Das formas de corrupção da Igreja: corrupção moral entre monges e monjas, e não há necessidade de repetir palavras sobre isso, e isso é galopante até hoje nas igrejas Católica e Ortodoxa.

3) A Igreja seguiu o método de opressão e dominação, inclusive considerando qualquer opinião contrária - mesmo que seja nas ciências da natureza, astronomia ou outras ciências que não são a especialidade da Igreja - uma incredulidade e negação da religião cristã e, portanto, eles emitiram penas que podem chegar à morte a quem fez isso, seja quem o cometeu governante ou governado.

Entre os aspectos do autoritarismo, destaca-se o estabelecimento de tribunais que eram conhecidos como “Inquisição Pontifícia” pela Igreja Católica na época do Papa Gregório IX em 1213. Foi um processo repressivo, selvagem e sangrento, que nunca houve na história nada parecido como ele foi conhecido. Consistia em indagar sobre alguém que contradizia a Igreja, e se sua diferença com ela fosse confirmada, ele seria punido com tortura com fogo lento até que sua gordura e carne fluíssem, e então suas propriedades seriam confiscadas em favor da Igreja.

A Igreja enviou espias às mulheres em suas casas, e se a mulher relatasse ao representante da Igreja que seu marido contradizia a Igreja e isso foi confirmado, ai dele! A jurisdição desses tribunais da Igreja incluía judeus e muçulmanos na Espanha, e suas vítimas lá foram estimadas em 340.000 pessoas de 1481 a 1808.

O Segundo Estágio: O domínio da Igreja católica e sua autoridade sobre a sociedade europeia durante dez séculos, e a história do colapso desse domínio

Com o domínio da Igreja na Europa no final do século V, a Idade Média escura na Europa, que durou cerca de mil anos, até o final do século XV cristão, então começaram os protestos contra a tirania da Igreja no início do século XV.

A história concisa desses protestos: No início do século XVI, as oposições e manifestações começaram por causa da corrupção econômica e moral ocorrida na Igreja Católica, em seus papas e em seus cardeais que já haviam sido falados, já que as pessoas não suportaram a terrível dominação e a terrível repressão. Por isso, objeções foram levantadas. Eles marcharam pacífica e calmamente. Os religiosos de categoria inferior que se opunham à Igreja por fingir que tem o poder de perdoar pecados por meio de padres ou por indulgências. Houve quem se opusesse à crença de que a crucificação do Messias era para expiar o pecado de Adão, então eles disseram que não era um meio para satisfazer a Deus e perdoe este pecado, e houve entre eles quem clamasse pelo casamento de padres e freiras e criticou a imoralidade de ambos os lados descrevendo muitos mosteiros como casas de prostituição. A Igreja Católica não aceitou essas demandas de reforma, punindo alguns candidatos, queimando-os e outros encarcerando-os até a morte.

* O início de uma verdadeira revolução a partir da qual o grupo de Protestantes; se separaram dos católicos:

Quando esses gentis pedidos de reforma não deram frutos, a questão tornou-se em revolução liderada pelos novos reformadores contra a Igreja Católica, seus papas e cardeais. Entre os revolucionários mais importantes estava o padre Martinho Lutero, o padre Juan Calvino e o bispo Jan Hus.

Ninguém poderia prever que a crítica pacífica e calma à Igreja Católica que começou no final do século 15 e início do século 16, irá se desenvolver em uma onda de confrontos, tumultos e guerras religiosas sangrentas que atingiram o continente europeu e por causa deles ocorreu sangue abundante de cristãos europeus, e o seu impacto dividiu a Igreja Católica em duas partes inimigas, uma parte agarrada à Igreja Católica e ao poder papal e outra parte que desobedeceu a Igreja e o Papa, rebelando-se contra eles formando um novo grupo chamado de protestantes, isto é, manifestantes ou oponentes.

Esta divisão que sucedeu e fortaleceu sua posição em 1517 foi considerada importante, perigosa e influente no curso das questões religiosas, social e políticas no continente europeu que não possui comparação com as duas divisões da Igreja Católica que ocorreram anteriormente na religião cristã: a divisão da Igreja Copta de Alexandria e as igrejas sob seu domínio e, posteriormente, a divisão da Igreja Ortodoxa de Constantinopla.

Observa-se que a revolução provocada por esses padres se limitou ao regime financeiro e moral corrupto da Igreja, representado no ato dos papas e outros grandes padres. Essa revolução não pediu para limpar o cristianismo das alterações e crenças pagãs introduzidas e introduzidas por Paulo e aqueles que vieram depois dele, como a divindade do Messias, sua crucificação e a crença na trindade; assim, não revolucionaram contra as questões de crença, mas revolucionaram contra o autoritarismo e o domínio da Igreja Católica e seus homens, representados na figura do Papa perante a sociedade e a chantagear pessoas, financeira e sexualmente em nome da religião conforme mencionado na introdução.

* A queda do domínio da Igreja Católica na Grã-Bretanha:

Após essa deserção, no ano de 1534, o rei da Grã-Bretanha Henrique VIII deixou a obediência ao Papa e retirou o reconhecimento de seu poder sobre ele, declarando que ele era o chefe supremo da Igreja Britânica e não o Papa. Com isso, a Igreja da Inglaterra em Londres foi separada da Igreja Católica Romana e o poder do Papa sobre ela, e o rei permitiu que ela imprimisse seu livro sagrado em língua inglesa algo que era proibido anteriormente, sem mencionar se levantaram em armas os católicos e cristãos na Grã-Bretanha.

Na França, uma longa cadeia de massacres e guerras civis estourou entre cristãos protestantes - chamados na França de huguenotes - e católicos. Estas guerras eram caracterizadas por ferocidade e derramamento de sangue dos dois lados contra ambos. Essas mortes começaram no ano 1562 e concluídos no ano de 1598, durando 36 anos.

O terceiro e o quarto estágios: A descoberta do Mundo Novo (as duas Américas), então Austrália e Nova Zelândia depois, então a difusão dos protestantes no Novo Mundo

* A fuga em grupos da Europa, e a fuga dos protestantes para as Américas:

A luta recomeçou entre as duas partes em 1618 - isto é 23 anos depois de ter cessado - e continuou até o ano de 1648 e foi chamada de Guerra dos Trinta Anos, mas quando o Novo Mundo (Américas) e, posteriormente, Austrália e Nova Zelândia, cuja descoberta coincidiu com os distúrbios religiosos na Europa; um grande grupo de protestantes fugiu da Europa para esses lugares por esta razão, além de outras razões econômicas ou de outros tipos.

* Grupos e doutrinas de protestantes:

Os protestantes na diáspora constituíram diferentes grupos, doutrinas ou igrejas especiais para eles, incluindo igrejas evangélicas, isto é, aquelas que seguiam os evangelhos, e entre eles as igrejas que seguem a opiniões de um dos padres que se rebelou contra a Igreja Católica como os luteranos - aparentados com o padre Martinho Lutero -, os calvinistas - relacionados ao padre João Calvino - e os hussitas - relacionados ao padre Jan Hus.

Observa-se que cada grupo, doutrina ou igreja dessas igrejas protestantes era totalmente autônomo em sua administração religiosa das outras igrejas, visto que ele não se submeteu a um mandato superior que o cobria sob sua sombra, da mesma forma, deram a cada grupo para compreender e explicar o livro sagrado que queria, o que levou os protestantes a não aderir muito as crenças cristãs que herdaram, e contribuiu para o surgimento contínuo de novos grupos, doutrinas ou igrejas, Nos Estados Unidos da América, por exemplo, existem mais de 1.300 grupos cristãos ou doutrinas protestantes, e cada grupo ou doutrina tem sua própria igreja, e a corda continua crescendo.[37]

Os protestantes diferem dos católicos em sua libertação e não reconhecimento da autoridade pessoal dos líderes e na remoção do domínio das elites religiosas sobre eles, uma vez que a questão para eles não é como acontece com os católicos. Isso é observado na seguinte metodologia da Igreja segundo eles:

● O cancelamento da posição papal em suas igrejas, e não ter um mandato superior religioso como o caso dos católicos aos quais a Igreja Católica os une em Roma.

● Limite dos poderes dos religiosos apenas à exortação e orientação religiosa, privando-os de sua santidade.

● Permitir que monges e freiras se casem e esta é uma grande diferença entre eles e os monges católicos que não se casam, e alguns monges protestantes satisfazem seus desejos sexuais.

● Anular a lei de confissão de pecados perante os padres, como é conhecido "o segredo da confissão" e alguns dos grandes grupos a prasticam.

● Eles baniram imagens e estátuas em suas igrejas e baniram curvar-se a eles ou pedir a intercessão de Maria ou dos santos, porque eles acreditam que ela é um ser humano normal, ao contrário do Messias, uma vez que eles não diferem dos católicos em sua crença em relação a ele, eles acreditam que ele é o senhor ou filho do Senhor.

Agradáveis ​​leitores educados e inteligentes, se fizermos uma comparação simples entre o método protestante estabelecido pelos protestantes e entre os ensinamentos originais do Messias, seria correto unir este novo Grupo protestante com a religião do Messias e seus ensinamentos?

Se a resposta for afirmativa - como uma suposição - visto que se fizéssemos uma comparação simples, novamente entre o método católico de que os protestantes fugiram e entre os ensinamentos originais do Messias, seria correto unir os católicos também à religião do Messias e seus ensinamentos?

Deixo a resposta para leitores equilibrados.

 * Resumo sobre a influência dos conselhos da Igreja na Religião do Messias:

Quem observa precisamente a primeira alteração feita por Paulo, que foi seguido por dez alterações da Igreja (de modo que no total eles são onze grandes alterações na mensagem do Messias), ele veria que o cristianismo contemporâneo trata de incumbências e distúrbios humanos que eles nada têm a ver com a revelação divina; se o cristianismo contemporâneo coincidisse com a religião do Messias não teria sido necessária toda essa intervenção humana para entender a natureza do Messias, sem falar que os decretos introduzidos são incompatíveis com o instinto humano como a lei que proíbe o casamento dos padres, e não só é incompatível com a religião do próprio Messias, mas contradiz, indicando que esses conselhos foram a base da alteração. Então as autoridades os apoiaram com coerção para esconder a verdade, e o pior de tudo foi proibir setenta evangelhos no Concílio de Nicéia, queimá-los e assassinar quem possuía cópias deles pela simples razão de estabelecer que Deus é Um em Sua essência e não tem filho.

Uma vez que o cristianismo consiste em tarefas humanas que não têm nenhuma relação com a revelação divina; o resultado disso é que dividido em grupos, cada grupo finge ser aquele que segue a verdade e que os outros estão errados, e estes são:

1) Os católicos.

2) Os ortodoxos e entre eles os jacobinos.

3) Os protestantes.

4) Os maronitas.

5) Os verdadeiros seguidores do Messias estes não existem mais hoje, e foram que afirmaram que o Messias era humano e mensageiro, servo de Deus e Seu Mensageiro, Sua palavra depositada em Maria e um espírito d'Ele não é o senhor ou filho do Senhor e estes são realmente os seguidores do Messias. Se estes tivessem alcançado o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) teriam acreditado nele e se convertido ao Islam, porque o Messias se iluminou com a profecia de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), depois dele, e este é confirmado em evangelhos contemporâneos escritos por João e outros,[38] já que a mensagem de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) que é a religião do Islam) é apenas uma extensão da mensagem correta do Messias, que Deus nos torne todos seguidores dos profetas para alcançar a satisfação de Deus e entrar em Seu Paraíso.

Resumo das oito etapas de alteração pelas quais a religião do Messias ao longo de vinte séculos, desde que ele foi elevado ao céu até hoje.

 Deve-se saber que a religião original do Messias é baseada em:

1) Adorar apenas a Deus.

2) O Messias é um ser humano.

3) O Messias é um Mensageiro.

4) O Messias ensinou ao povo a Torá e o Evangelho.

5) O Messias é um Mensageiro para os filhos de Israel.

6) O Messias anunciou à chegada de um mensageiro depois dele chamado Mohammad que iria completar a mensagem do Messias, corrigir a alteração que sofreu, iria convidar as pessoas para adorar a Deus, de acordo com a legislação escrita no Livro Sagrado (o Alcorão), guiaria ao caminho do Paraíso e alertaria sobre o caminho que leva ao Inferno.

No Evangelho, há 28 boas novas do Profeta Mohammad, que eles estão registrados no Antigo e no Novo Testamento.[39]

* Enquanto o cristianismo contemporâneo é uma mistura de três:

1) Remanescentes da religião do Messias resguradadas nos quatro evangelhos.

2) Alterações de Paulo, representadas em:

a) Pretender que é um apóstolo nomeado pelo Messias.

b) Pretender que Deus revelou um evangelho a ele.

c) Alegar que o Messias é Deus (e não profeta).

d) Afirmar que o Messias é o filho de Deus, que o Messias não é um ser humano e que Deus se encarnou nele.

e) A crença no pecado original ou no primeiro pecado, que estabelece que o ser humano herdou o pecado de seu pai Adão por séculos, e que Deus não o perdoou.

f) A crença na redenção, que estipula que Deus enviou o Messias (Seu filho) como o redentor e salvador do homem do pecado original.

3) As alterações dos conselhos da Igreja e as alterações que infligidas até a chegada dos protestantes. Essas modificações começaram no início do século IV, e são eles:

a - O Concílio de Nicéia, nele foi instituída a divindade do Messias no ano 325, os evangelhos foram limitados a quatro evangelhos com dezesseis epístolas, os outros evangelhos que ultrapassaram os setenta evangelhos foram queimados e os sacerdotes foram proibidos de se casar, embora Deus não tinha proibido.

b - Primeiro Concílio de Constantinopla, nele a crença na trindade em 381.

c - Primeiro Concílio de Éfeso no ano 431, nele a divisão foi estabelecida do Messias em divindade e humanidade, e que o Messias tinha duas naturezas.

d - Segundo Concílio de Éfeso no ano 449, nele a divisão foi demarcada do Messias para a divindade e humanidade e que o Messias tinha apenas uma natureza, (ao contrário da decisão do conselho anterior que estabeleceu que o Messias tinha duas naturezas).

e - Aparecimento do grupo dos jacobinos "ortodoxos" no ano 453.

f - Concílio de Calcedônia no ano 451, nele a anulação da decisão dos dois concílios de Éfeso: o primeiro e o segundo.

g - A constituição do grupo maronita pelas mãos do Patriarca de Antióquia no ano 680, que estabeleceu que o Messias possuía duas naturezas e apenas uma só vontade; esta doutrina está concentrada no Monte Líbano desde aquele momento até o presente.

h - Excisão de um grupo que se autodenominava Protestantes da Igreja Católica no ano de 1517 por causa de seu aborrecimento com a corrupção dos líderes da Igreja Católica e sua subsequente migração de sua maioria da Europa para as Américas e outros lugares devido às perseguições.

Com base no acima exposto, na verdade a religião que os cristãos seguem não é a religião autêntica do Messias, mas é uma mistura de duas coisas: a alteração de Paulo e modificações dos conselhos da Igreja, mais tarde, as visões e tarefas de alguns estudiosos cristãos, então assim se constituiu uma nova religião que não tem relação com a religião do Messias, mas a contradiz tanto em suas origens quanto em suas encostas, e embora se chame assim por fora, o exemplo seria com os fatos, e não com nomes.

 * Resumo geral:

Este resumo mencionado é considerado como evidência histórica suficiente para confirmar a invalidade do dito: “o Messias é deus ou filho de Deus”, foi esclarecido aos leitores que buscam a verdade de que o cristianismo contemporâneo é uma invenção do Homem, não tem relação com os ensinamentos do Messias, que a religião autêntica do Messias se extinguiu, e que os quatro evangelhos escritos pelos quatro homens que vieram depois que o Messias não ratificou o cristianismo atual em seus princípios, mas os contradizem, como lemos nesta pesquisa, e que evidências de que essas crenças nada mais são do que uma invenção do Homem "feita pelo Homem e que as pessoas foram forçadas a seguir as crenças com ferro e fogo na época dos imperadores romanos; então eles adotaram essas ideias através da coerção, então foram imitadas por aqueles que vieram depois ao longo dos séculos até hoje com a influência da sociedade, pais e a Igreja; e se os princípios do cristianismo de hoje fossem autênticos na religião do Messias, o imperador romano Constantino e aqueles que governaram depois dele não precisariam organizar tal reuniões e conselhos para decretá-los e, em seguida, obrigar o povo a segui-los, o que revela claramente que eles nem mesmo fazem parte da religião do Messias. Alteração e mudança que ocorreram na religião de Cristo, tornaram-se um jogo nas mãos de Paulo, dos imperadores romanos e dos homens da Igreja que vieram depois, mudaram nela o que quiseram, depois eles disseram mentindo e falsificando "esta é a religião do Messias e esta é a crença na qual todos os seguidores do Messias devem acreditar”, apesar que o próprio Messias não sabia disso e não o ensinou aos filhos de Israel.

Quarto capítulo: As evidências do Alcorão sobre

a invalidade do dito:

"O Messias é o Senhor"

Trigésima Evidência

Trigésima evidência: A prova do Alcorão

  * Um resumo útil sobre o esclarecimento da verdade do Messias Jesus, filho de Maria, no Livro Sagrado (o Alcorão):

Quando a religião ficou estranha, as tradições dos profetas desapareceram, as pessoas pararam de adorar apenas a Deus e começaram a adorar outros fora d'Ele, sejam eles profetas, pedras, imagens, etc., e em aproximadamente 570 EC, Deus enviou Seu Profeta Mohammad filho de Abdullah (Deus o abençoe e conceda-lhe paz), para toda a humanidade, para guiá-los à religião correta para a qual Deus enviou todos os Seus profetas. Deus enviou para toda a humanidade, para os filhos de Israel e para aqueles que não são filhos de Israel, para árabes e não árabes, e revelou seu livro preservado de alteração e mudança: o Alcorão; nele Ele explicou ao povo a verdade do Messias sobre quem o povo se dividiu em grupos, partidos e seitas, e disse sobre ele o verdadeiro dito, que ele é um ser humano e um grande profeta dentre os profetas dos filhos de Israel, então, não elevou ao nível de Soberania de Deus, como os cristãos, nem diminuiu dizendo que foi assassinado, crucificado e cuspido no rosto como os judeus e os cristãos disseram; mas Deus esclareceu no Alcorão que preservou-o do estratagema dos judeus quando queriam matá-lo, e então o elevou ao céu em um milagre divino, onde ele ainda espera sua descida à terra no fim dos tempos, na qual permanecerá como juiz apenas por quarenta anos, então ele morrerá como os outros profetas morreram, então ele será enterrado na terra, e no Último Dia ele o ressuscitará assim como do que a todos os profetas e seres humanos.

Deus diz no Alcorão: "O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiros que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos. Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam." (Alcorão, 5:75).

Esta declaração de Deus registrada no Alcorão sobre o Messias é a última palavra, porque Ele é o Senhor do Homem, e Quem conhece suas condições, É também o ditado que concorda com a razão e a realidade, uma vez que preservá-lo da morte e da humilhação é consistente com ser um profeta, levantando-o para o céu concorda com a superioridade de seu grau e a elevação de sua posição, e dizer que ele é um ser humano e não um deus ou filho de Deus, concorda com a razão, porque todos os profetas também eram seres humanos, e porque Deus não precisa ter um filho, Ele é rico com respeito a todas as criaturas; isto é impensável que Ele criou a criação e então precisava dela; isso é claro agradeço a Deus por todos que desejam a verdade, desejam cumpri-la, e é sincero com Deus na busca da religião verdadeira e autêntica.

* Desenvolvimento:

O Alcorão Sagrado mostrou grande interesse no profeta de Deus Jesus, filho de Maria (que a paz esteja com ele). Ele começou sua história mencionando o nascimento de sua mãe Maria, sua educação com pureza, castidade, adoração e celibato, então mencionou a honra de Deus a ela, abençoando-a com um filho sem pai, enviando-lhe o maior dos anjos - o anjo Gabriel (a paz esteja com ele) - para anunciar-lhe com sua chegada e soprar nela e assim engravidar de Jesus (que a paz esteja com ele). Então ele citou o cuidado de Deus a ela quando ela estava grávida e Seu cuidado a ela ao dar à luz Jesus, então falando aos filhos de Israel quando eles desaprovaram seu parto sem marido, e as palavras de Jesus no berço do qual é servo de Deus e profeta por Ele enviado.

Mais tarde, o Alcorão relatou que suas ações foram grandes quando Deus o enviou aos filhos de Israel como profeta apoiado por muitos milagres que revelam sua profecia e que ele é o Mensageiro de Deus, para que as pessoas saibam que apenas os mensageiros de Deus vêm com esses milagres; sua condição neste é o mesmo que os outros profetas. Então o Alcorão concluiu a história de Jesus, filho de Maria, com a tentativa dos judeus de assassiná-lo e como Deus salvou-o deles com um milagre divino que não aconteceu a nenhum profeta antes dele, elevando-o ao céu consolidado e conferido ao contrário do que cristãos e judeus acreditam nele, que os judeus colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça, o crucificaram e o mataram em um madeiro em forma de cruz Isto é impensável!

Como mencionado acima, o Islam seguiu um caminho intermediário entre judeus e cristãos sobre a crença no Messias. Os cristãos o exaltaram e o transferiram da humanidade para o deísmo e senhorio, então eles ficaram muito perturbados com isso, pois havia deles quem dizia que era Deus, houve aqueles que disseram que ele era um filho de Deus e houve aqueles que disseram que ele era o terceiro de três, e eles nesta crença contradiziam sua outra crença nele sendo que os judeus o assassinaram, cuspiram em seu rosto e o crucificaram no madeiro da cruz; como então é ser senhor desta relação universo ou filho de Deus com essas grandes humilhações para com ele?

Deus não defenderia Seu filho, se ele realmente fosse seu filho?

Por outro lado, os judeus acreditavam no Messias filho de Maria a declaração que contradiz absolutamente a crença dos cristãos dizendo que era filho de adultério (isso é impensável nele) como inveja que Deus o fez um profeta; E apesar disso, eles não acreditam em sua profecia.

Mas um pequeno grupo de seguidores de Jesus, filho de Maria permaneceu firme em sua verdadeira fé nele, é sobre os discípulos que permaneceram apegados à religião dele mesmo depois de ser elevado ao céu, e eles são inocentes do fanatismo[40] dos cristãos para com o Messias e o desprezo dos judeus por ele.

Como mencionado acima, o Islam veio e mostrou a verdade da matéria, e isso foi aproximadamente seis séculos após o surgimento do Messias porque Deus é Misericordioso com Seus servos, Ele não queria deixar os filhos de Israel caminharem perturbados sem orientação ou guia, mas enviou Seu Profeta Mohammad a todo o povo, aos filhos de Israel e ao que não são, revelou o Alcorão, e assumiu a responsabilidade de protegê-lo de qualquer alteração e mudança, como aconteceu com a Torá e o Evangelho, causando a perturbação na crença dos cristãos no próprio Messias, e sua diferença na compreensão de sua natureza. Então o Alcorão esclareceu sua verdade, não deixou suspeitas sem removê-las, nenhuma verdade obscura, mostrou que é um ser humano como outros seres humanos e um dos profetas dos filhos de Israel. Deus o enviou para ordenar que adorassem apenas a Deus e parem de adorar outros que não Ele. Revelou o Evangelho a ele com orientação e luz, proibiu-os de adorar outros que não Deus, e o Alcorão esclareceu que Deus revogou a legislação do Messias e dos profetas que vieram antes dele com a legislação do Islam, tornou-o dominante sobre as leis anterior, e preservou sua constituição, que é o Alcorão, da alteração e perdição

 Deus, Louvado seja, negou no seguinte versículo do Alcorão Sagrado ter um filho: "Afirmam: O Clemente teve um filho! Sem dúvida que hão proferido uma heresia. Por isso, pouco faltou para que os céus se fundissem, a terra se fendesse e as montanhas, desmoronassem. Isso, por terem atribuído um filho ao Clemente, Quando é inadmissível que o Clemente houvesse tido um filho." (Alcorão, 19: 88-92).

O nome de Jesus foi mencionado no Alcorão 25 vezes, e foi mencionado com o nome do Messias 9 vezes, da mesma forma, o nome de sua mãe Maria 31 vezes, todas com uma gama de respeito, veneração e reverência, que pessoas como eles merecem entre os seres humanos, não acreditando que eles têm qualquer um dos atributos de senhorio ou divindade, mas são seres humanos como nós, adoravam a Deus como nós O adoramos, e eles imploravam a Ele para entrar no Paraíso e se salvar do fogo do Inferno como nós pedimos por isso.

Não só isso, mas a descrição de Jesus como um dos os mensageiros mais determinados, e a determinação é paciência e firmeza.

Os mensageiros mais determinados são os melhores mensageiros e são cinco: Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Mohammad (a paz esteja com todos eles).

* A descrição de Deus ao Messias como "o Verbo de Deus" e o que é "Um espírito procedente d'Ele" e a explicação disso:

Deus descreveu o Messias em muitos versículos do Alcorão Sagrado como Verbo de Deus e um espírito procedente d'Ele, e estes são:

Deus Exaltado diz: "O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e o Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros e não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.". (Alcorão, 4: 171).

E Deus diz: Louvado seja: "E quando os anjos disseram: Ó Maria, Deus te anuncia o Seu Verbo, cujo nome será o Messias, Jesus, filho de Maria, nobre neste mundo e no outro, e que se contará entre os próximos de Deus".. (Alcorão, 3:45).

E Deus Exaltado e Majestoso diz: "E com Maria, filha de 'Imran, que conservou o seu pudor, e a qual alentamos com o Nosso Espírito." (Alcorão, 66:12).

Também nas palavras do Profeta Mohammad, que Deus o abençoe e conceda paz, veio a descrição do Messias Jesus filho de Maria que foi palavra de Deus e um espírito procedente d'Ele. Narrou ‘Ubada ibn as-Sámit (que Deus esteja Satisfeito com ele), que o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe conceda paz) disse: “Quem testifica que não há outra divindade além de Deus, que Mohammad é Seu servo e mensageiro, e que Jesus é o servo de Deus, Seu mensageiro, Sua palavra depositada em Maria e um espírito d'Ele, que o paraíso é verdadeiro e o Inferno é verdadeiro, Deus o trará para o Paraíso sejam quais forem suas obras”.[41]

E em outra narração: “… Deus o apresentará a partir das oito portas do Paraíso que ele quer”.[42]

O Messias é a palavra de Deus: significa que Deus criou o Messias Jesus, o filho de Maria através de uma palavra que Ele disse, e com ela foi criado Jesus no ventre da mãe, sem pai. É a palavra "Seja" e então Jesus estava no ventre da mãe. Esta é a palavra com a qual Jesus foi criado e existiu. Este milagre do Senhor na criação é semelhante à criação de nosso pai Adão, visto que Deus criou nosso pai Adão com a palavra "seja" e foi. Adão não teve pai nem mãe, como disse Deus, Altíssimo seja: "O exemplo de Jesus, ante Deus, é idêntico ao de Adão, que Ele criou do pó; então lhe disse: Seja! e foi." (Alcorão, 3:59).

Embora o significado da descrição de Deus do Messias que é "por intermédio do Seu Espírito”, quer dizer que o princípio do espírito do Messias é de Deus porque ele é o seu Criador, ele é considerado um dos espíritos criados por Deus Altíssimo seja, como Ele criou as outras almas do povo. 

Quem quer que seu espírito tenha sido criado não pode ser senhor, porque o senhor não pode ser criado, mas Criador.

Ao atribuir a palavra a Deus, quando descreveu o Messias que é "o Verbo de Deus” também adicionando o espírito a Deus, quando ele falou sobre o Messias que é "por intermédio do Seu Espírito" é considerado uma alusão à honra do Messias, visto que Deus acrescentou a palavra e o espírito à Sua sagrada essência.

Esta gravidez ocorreu no ventre de Maria, de uma mãe, sem um pai, como foi mencionado acima, e este é um assunto fácil para Deus; e a razão de criá-lo desta forma é para que haja evidências e um sinal de duas questões para as pessoas:

Primeira: A perfeição do poder de Deus que diversificou as formas de criação; criou Adão sem macho ou fêmea, criou Eva de macho sem fêmea, e criou o resto da descendência de macho e fêmea, exceto o Messias que Deus o criou de fêmea sem macho, indicando perfeição e majestade do poder de Deus, e isso não é difícil para Deus, já que a criação do céu e da terra é mais majestosa do que a criação dos seres humanos, mas a maioria das pessoas não sabe.

Deus pode criar um ser humano de macho e fêmea, como são todas as pessoas, e pode criar sem homem e mulher como é o caso do nosso pai Adão, e pode criar de macho sem fêmea como é o caso de nossa mãe Eva que Deus criou da costela de Adão. Pode criar de mulher sem homem, como é o caso do Messias, filho de Maria. Também pode criar do pai idoso e da mãe estéril, como é o caso dos profetas Abraão e Zacarias; pode não criar nada de macho e fêmea, nem machos nem mulheres, como é o caso dos estéreis; pode criar a partir de um casal apenas machos; pode criar apenas mulheres e pode criar homens e mulheres; Deus Exaltado e Majestoso tem poder sobre todas as coisas; e se ele quiser algo, ele apenas diz "Seja" e é, como Deus diz no Alcorão: "Sabei que quando desejamos algo, dizemos: Seja! e é." (Alcorão, 16:40).

Louvado seja Deus, ele diz: "Dizem (os cristãos): Deus gerou um filho! Glorificado seja! Pois a Deus pertence tudo quanto existe nos céus e na terra, e tudo está consagrado a Ele. Ele é o Originador dos céus e da terra e, quando decreta algo, basta-Lhe dizer: Seja! e é." (Alcorão, 2: 116-117).

Então, a vontade divina absoluta é a sabedoria confirmada nos versículos em que Deus deu a Maria com a chegada de Jesus, como O Deus Altíssimo disse que Maria disse: "Ó Senhor meu, como poderei ter um filho, se mortal algum jamais me tocou?" E ao lado de Sua vontade está Seu poder Exaltado e Majestoso, é por isso Ele disse: "Assim será. Deus cria o que deseja, posto que quando decreta algo, basta dizer: Seja! E é". (Alcorão, 3:47).

É sabido que qualquer criação que Deus criou no universo, seja esta criatura segue o regime natural da criação ou é diferente dela (como Adão, Eva e Jesus) certamente evidencia a majestade de Deus Louvado seja Ele, que o criou do nada. E Deus mandou refletir sobre isso verdade quando ele disse: "E também (os há) em vós mesmos. Não vedes, acaso?" (Alcorão, 51:21).

O significado do versículo sagrado:

E em vocês há provas do poder do Deus Altíssimo seja, e um exemplo que indica a singularidade do Seu Criador, e que não há outra divindade que merece ser adorada exceto Ele, você ignora isso, e não vê a sabedoria do Senhor e a razão da criação?

Segunda: A criação do Messias Jesus, filho de Maria, desta forma, de mãe sem pai é a prova de sua profecia, pois Ele o apoiou com muitos milagres que evidenciam sua profecia, o primeiro é sua criação desta forma, então revelando o Evangelho e outros milagres a ele.

* Beneficio:

Deus mencionou no Alcorão que nosso pai Adão, Deus o criou a partir de Seu Espírito, em dois versículos do Alcorão, onde Deus Altíssimo diz sobre Adão: "Depois o modelou; então, alentou-o com o Seu Espírito. Dotou a todos vós com a faculdade da audição, da visão e do entendimento. Quão pouco Lhe agradeceis!". (Alcorão, 32: 9).

Em outro versículo, isso também foi relatado ao falar da ordem de Deus aos anjos para se prostrarem diante de Adão em saudação e honra a ele, Deus diz: "E quando o tiver terminado e alentado com o Meu Espírito, prostrai-vos ante ele". (Alcorão, 15:29).

* Outro benefício:

No Alcorão, o profeta João, filho de Zacarias, foi descrito como crente no Messias Jesus, filho de Maria, e ele se expressou nesse contexto, descrevendo-o como "Verbo de Deus", e isso quando Deus Altíssimo fala sobre Zacarias: "Os anjos o chamaram, enquanto rezava no oratório, dizendo-lhe: Deus te anuncia o nascimento de João, que corroborará o Verbo de Deus, será nobre, casto e um dos profetas virtuosos."  (Alcorão, 3:39).

O significado deste versículo é que João creu no Verbo de Deus que ele é o Messias e que foi o primeiro a crer em Jesus.

Em última análise, acreditar no Messias desta forma é a crença aceita, e quem não tem, terá negado a ordem de Deus, terá desobedecido, terá caído na descrença e merecerá entrar no fogo, porque ele rejeitou a informação do Alcorão Sagrado.

· A grande posição de Cristo e sua mãe na religião do Islam

O nome do Profeta Jesus (que a paz esteja com ele) foi mencionado vinte e cinco vezes, e ele foi mencionado como o Messias nove vezes, enquanto foi citado o nome do Profeta Mohammad (que Allah o abençoe e lhe dê paz) apenas quatro vezes.

O nome de Jesus (a paz esteja com ele) foi mencionado no Alcorão com vários nomes como: Jesus Filho de Maria, Filho de Maria, Cristo, Abdullah, Mensageiro de Deus.

Como o nome de sua mãe (Mariam) foi mencionado, trinta e uma vezes no Alcorão, enquanto não foi mencionada no Alcorão nenhuma das filhas do Profeta Mohammad (que Deus o abençoe e lhe dê paz) ou de suas esposas.

Também deve ser notado que (Maria) é uma surata do Alcorão, embora nenhuma surata foi designada em nome de uma das filhas do Profeta Mohammad (que Deus o abençoe e lhe dê paz) ou de suas esposas.

Todas essas designações de Cristo e sua mãe são dadas no Alcorão em termos de respeito, veneração e reverência adequada, sem a crença que possuem algo dos atributos de Senhoria ou divindade, mas são seres humanos como nós, que adoram a Deus como os outros O adoram e esperam obter Seu Paraíso e sua salvação do Inferno como os outros esperam.[43]

O Islam afirma que Cristo estava muito familiarizado com a religião que lhe foi revelada, embora não tenha sido estudada pelos eruditos judeus, e isso é apenas porque Deus o ensinou por meio de revelação, então Cristo ensinou seus discípulos, então os enviou às pessoas. Isso acontece porque Deus o inspirou, e o Cristo ensinou seus discípulos, então, os enviou para as pessoas para ensiná-las o que eles aprenderam dele.

Quinto capítulo: Um anexo com benefícios gerais

Índice

1) Surata da Sinceridade do Livro Sagrado (o Alcorão Sagrado).

2) O Versículo do Trono do Livro Sagrado (o Alcorão Sagrado).

3) Resumo das doutrinas dos romanos.

4) A história da Virgem Maria e seu filho, o Messias Jesus Filho de Maria.

5) Uma confusão e sua resposta.

6) Um benefício sobre o significado do dito "filho de Deus" mencionado em alguns evangelhos.

7) Benefícios gerais.

8) Sopros de fé sinceros do coração para o coração.

1

Primeiro anexo: Surata da Sinceridade do Livro Sagrado

 (o Alcorão Sagrado)

Deus diz no Alcorão Sagrado: "1. Diz: Ele é Deus, o Único! 2. Deus! O Absoluto! 3. Jamais gerou ou foi gerado! 4. E ninguém é comparável a Ele!" (Alcorão, 112).

* Explicação da Surata:

"Diz:" o destinatário deste versículo é o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz). Deus diz a ele: Ó Mensageiro! Diga a todas as pessoas:

"Ele é Deus, o Único!": isto é: Ele é Deus, Único em divindade, senhorio, nomes e atributos. Ninguém os compartilha com ele.

"Deus! o Absoluto": isto é, a Quem todas as criaturas se dirigem e eles Lhe pedem por suas necessidades.

"Jamais gerou nem foi gerado": isto é, ele não tem filho, pai nem companheiro porque são atributos de criaturas, enquanto Deus (Ele é Único), ninguém é como Ele e nada é como Ele e Ele sabe melhor do que ninguém.

"E ninguém é comparável a Ele!": isto é: ninguém é idêntico ou semelhante a Ele tanto em Seus nomes quanto em Seus atributos e ações; Bendito Seja Ele o Mais Alto e o Mais Sagrado.

O Senhor do Universo revelou esta curta, mas majestosa Surata em seus sentidos para responder a três grupos:

Primeiro: Os idólatras que existiam na época do Profeta Mohammad, (Deus o abençoe e lhe dê paz), que diziam que os anjos são filhas de Deus.

Segundo: Os judeus que disseram que 'Uzayr é filho de Deus.

Terceiro: Os cristãos que disseram que o Messias é o filho de Deus.

Então, Deus negou categoricamente a descendência e a semelhança a Si mesmo.

Disse o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz): “Deus diz: O filho de Adão não acredita em Mim e não tem direito a isso; ele Me insulta e não tem direito a isso. Quanto a não acreditar em Mim, é quando diz: 'Ele não vai me ressuscitar como me criou', embora ressuscitá-lo seja mais fácil para Mim que sua criação, e quanto ao seu insulto, é quando ele diz: ‘Deus tem tomado para Si um filho', quando sou o Único, o Absoluto. eu não tenho gerado, nem fui gerado e ninguém é comparável a Mim”.

Peço a Deus que faça a mim e a vocês que lêem o Alcorão e seja um guia para a prosperidade e orientação; e na Outra Vida um caminho para o Paraíso.

2

Segundo anexo: O Versículo do Trono do Livro Sagrado (o Alcorão Sagrado)

O certo é exaltar a Deus, não torná-lo semelhante à Sua criação, ou dizer que está encarnado ou unido a eles; porque Deus é Deus e o Messias é o Messias.

 Ouçam, caros leitores, alguns atributos de Deus mencionado no versículo mais majestoso do Alcorão, chamado de Versículo do Trono:

 "Deus! Não há mais divindade além d‘Ele, o Vivente, Autossubsistente, a Quem jamais alcança a inatividade ou o sono; d‘Ele é tudo quanto existe nos céus e na terra. Quem poderá interceder junto a Ele, sem o Seu consentimento? Ele conhece tanto o passado como o futuro, e eles (humanos) nada conhecem da Sua ciência, senão o que Ele permite. O Seu Trono abrange os céus e a terra, cuja preservação não O abate, porque é o Ingente, o Altíssimo." (Alcorão, 2: 255).

Este versículo sagrado é o melhor, o mais majestoso e esplêndido do Alcorão, porque contém os atributos sagrados de Deus; é por isso que os hadices (provérbios do Profeta Mohammad - Deus o abençoe e conceda-lhe paz) incentivou lê-los e as tornou uma prece que a pessoa diga de manhã, à tarde, quando ele quer dormir e após as orações prescritas.

● "Não há mais divindade além d‘Ele", ou seja, ninguém merece ser verdadeiramente adorado exceto Ele, Ele é Deus, a Verdade, de Quem todos os tipos de adoração, de obediência e divindade devem se voltar para Ele, Louvado seja Ele, por Sua perfeição, a perfeição de Seus atributos e a majestade de Suas graças. Portanto, o ser humano deve ser um servo de seu Senhor, obedecendo às suas ordens e afastando-se de Suas proibições, acreditando firmemente que adorar a todos que não são Deus é inválido, porque todo aquele que não é Deus é uma criatura incompleta, deliberada, pobre em todos os aspectos, não merece nenhuma adoração sendo objeto humano ou inanimado, profeta, pedra, cruz, sol, lua ou túmulo, etc.

● Dizer: "o Vivente, Autossubsistente", esses nomes sagrados, são considerados dos nomes majestosos de Deus, bendito seja Ele. Ele possui noventa e nove Nomes; e esses dois englobam todos os outros nomes, desde o Vivente: É Aquele que tem a vida plena que envolve todos os atributos da essência, como audição, visão, conhecimento, poder, etc. Entretanto Ele é Sustentador, Aquele que Se sustenta e sustenta os outros, este implica todas as ações com as quais o Senhor do Universo Se descreve, tais como criação, subsistência, mortificação, vivificação e todos os tipos de disposição.

● O dizer: "a Quem jamais alcança a inatividade ou o sono", ou seja, Deus não é afligido com sono ou seus preâmbulos, pois o sono é uma característica de imperfeição que ocorre após a fadiga e esta também é uma característica da deficiência, portanto, Deus é isento dos atributos de imperfeição. Em vez disso, Ele é caracterizado com qualidades perfeitas, de forma alguma uma deficiência O aflige, como disse Deus, o Altíssimo sobre Si Mesmo: "A Deus, aplica-se o mais sublime exemplo, porque Ele é o Poderoso, o Prudentíssimo." (Alcorão, 16:60).

E ele disse em outro versículo: "Seu é o mais elevado exemplo, nos céus e na terra, e Ele é o Poderoso, o Prudentíssimo". (Alcorão, 30:27).

● "D'Ele é tudo quanto existe nos céus e na terra", isto é que Ele é o dono de tudo o que está neste universo e tudo o que não é Deus (criação) pertence a Ele, desde os céus, a terra e o que há entre eles: sol, lua, estrelas, montanhas, mares, humanos e animais eles são todos propriedade d'Ele, Deus os administra e executa Sua vontade neles como Ele quer; e Ele, louvado seja, é Misericordioso para com eles, os sustenta, responde a seus apelos, guia-os para o caminho que leva ao Seu Paraíso para segui-lo, e Ele mostra-lhes o caminho para o Inferno para que possam evitá-lo.

● O dizer: "Quem poderá interceder junto a Ele, sem o Seu consentimento?", ou seja, ninguém intercede por ninguém no Dia do Julgamento sem a sua permissão, porque toda intercessão é propriedade do Deus Altíssimo. Se alguém quiser interceder por outro no Dia do Julgamento para entrar no Paraíso, deve primeiro obter a permissão de Deus, e se Deus aceitar a intercessão, aquele que foi intercedido entra no Paraíso, e se Deus não aceita (a intercessão) não entra. Nisto há uma indicação do aparecimento de domínio de Deus no Dia do Juízo e o desaparecimento de todos os outros domínios.

● Então diz: "Ele conhece tanto o passado", ou seja: ele conhece os problemas que ocorreram, "como o futuro", significa ter conhecimento do que vai acontecer no futuro, visto que seu conhecimento, Altíssimo Seja, abrange os detalhes das questões antes e depois, manifestas ou ocultas, os servos não sabem nada exceto o que Deus Exaltado e Majestoso lhes ensinou. Por isso que ele diz: "e eles (humanos) nada conhecem da Sua ciência, senão o que Ele permite".

● O seu dizer: "O Seu Trono abrange os céus e a terra".  O Trono é o lugar onde Deus Exaltado e Majestoso, coloca ambos os pés, e só Deus conhece a forma, porque é do invencível do qual não temos informações, por isso é preciso acreditar nele como Deus ordenou.

● A descrição do Trono que abrange os céus e a terra indica a perfeição da majestade de Deus, Glorificado e Altíssimo Seja e a amplitude do Seu poder, mas o Trono não é a maior das criações de Deus, Louvado Seja, mas há outra que é mais majestosa que é o Trono do Clemente, que Deus assumiu e Se elevou, e isso também faz parte do Invencível do oculto. Deus apontou a majestade do Trono quando ele disse: "Do Clemente, Que assumiu o Trono." (Alcorão, 20: 5).

O dizer: "Cuja preservação não O abate", ou seja: não O oprime nem O cansa preservar os céus e a terra, administrar seus negócios, os negócios de Seu servos e aqueles de toda a Sua criação, e que Ele é o Possuidor, o Criador e o Administrador, e acima é O que é conhecido como a singularidade em Seu senhorio sobre Sua criação significa acreditar em Sua singularidade que Ele é o possuidor, o Criador e o Administrador, incluindo a preservação dos céus e da terra.

● O dizer: "Porque é o Altíssimo". Isso significa que: Ele é o Altíssimo com Sua essência sobre Seu trono, e o Altíssimo com Seu domínio, visto que ninguém pode rejeitar Sua ordem, o Alto com Sua magnitude, pela perfeição de Seus atributos, a Ele a elevação absoluta dessas três formas.

● O dizer: "o Ingente," significa que: Ele é o Imponente, diante de Sua majestade diminui o poder do forte, e diminuem perante Sua Majestade os narizes dominantes de reis. Exaltado seja Ele! Quem tem a grandeza, arrogância, domínio e vitória sobre tudo o que está na terra e em o céu.

● Como mencionado acima, este versículo sagrado é o melhor, o mais majestoso e esplêndido do Alcorão, para os assuntos majestosos e atributos nobres que abrange; porque este versículo abrange dez questões:

1) O mandamento de dirigir a adoração exclusivamente a Deus, conforme vem em Suas palavras: "Não há mais divindade além d‘Ele".

2) A singularidade de Deus em Seu senhorio sobre Sua criação, como quando Ele disse: "O Autossubsistente", e não causa fadiga para mantê-los﴿.

3) A singularidade de Deus em Seus nomes e atributos, como está no ditado: "O Vivente, o Autossubsistente"

4) A infalibilidade de Deus das características de deficiência e semelhança com Suas criaturas, como veio em Seu dizer: "a Quem jamais alcança a inatividade ou o sono".

5) O esclarecimento de Sua abrangência de Seu domínio, como quando Ele disse: "d‘Ele é tudo quanto existe nos céus e na terra."

6) O aparecimento do domínio de Deus no Dia do Juízo, e o desaparecimento de todos os outros domínios, conforme manifestado em Seu ditado: "Quem poderá interceder junto a Ele, sem o Seu consentimento?"

7) O esclarecimento da abrangência de Seu conhecimento, como ele vem em suas palavras: "Ele conhece tanto o passado como o futuro".

8) A evidência de que os servos nada têm de conhecimento, exceto o que Deus, Exaltado e Majestoso, lhes ensinou, como manifestado em Suas palavras: "e eles (humanos) nada conhecem da Sua ciência, senão o que Ele permite."

9) A extensão do banquinho do Trono de Deus que é o lugar onde Deus Exaltado e Majestoso colocam ambos os pés, como mencionado em seu ditado: "O Seu Trono abrange os céus e a terra."

10) Portanto, este único versículo por si só é considerado um credo cheio de nomes e atributos de Deus, contém os mais belos nomes e atributos de Deus, é por isso que existem muitos hadices do Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), eu recomendo que você leia e faça uma ejaculação que a pessoa fala de manhã, à tarde, quando quer dormir e depois das orações.

3

Terceiro anexo: Resumo das doutrinas dos Romanos [44]

Os romanos eram um povo desviante e perdido, eles não conheciam o Senhor Verdadeiro (Deus), eles não acreditavam em um mensageiro, eles viviam como o gado vivia, mas o gado é melhor do que eles, porque estes conhecem o seu Senhor instintivamente, enquanto eles não o fazem; já que o romano acreditava que o universo foi submetido a uma força gigantesca, de existência antiga e invisível, sua atividade apareceu em fenômenos naturais, como tempestades, ventos, chuva e o brilho dos relâmpagos na noite que dissipam suas trevas; a som ensurdecedor de trovão; o pôr do sol e a chegada do noite, o aparecimento da lua e as estrelas resultantes; então ele amanhecer e a dispersão resultante da escuridão; a sequência de estações, o crescimento de animais e plantas, o nascimento do ser humano e os desenvolvimentos que ocorrem na criação, da fraqueza à força e então à fraqueza.

Então o Romano chamou essas forças de "espíritos ativos" ou "Deuses".

O número desses deuses, para os romanos, era muito grande, por exemplo, havia deuses para proteger a casa e a fazenda, deuses da floresta, deuses que dominaram fenômenos naturais extremos, como mar agitado, rios transbordando, tempestades e similares, bem como deuses para o exército, etc.

O relacionamento do romano com seu deus era puramente material, porque ele acreditava que isso o beneficiava em seu comércio, por isso ele deu-lhe ofertas e sacrifícios para alcançar sua satisfação - como ele pensava - e sua ajuda para ele, para obter muitos lucros em seu comércio, sendo agricultor, artesão, ou militar que ansiava pela vitória em suas guerras, etc.

Os romanos tinham vários ídolos de forma humana, especialmente aqueles que eram oficialmente adorados pelo Estado Romano, como Júpiter, que era o maior deus para eles, Minerva, que eles acreditavam concedido habilidade no trabalho para aqueles que trabalharam intelectualmente e manualmente, Saturno, deus da agricultura, etc.

Os romanos acreditavam que quanto maior o número de adoradores de um deus em particular, quanto mais ele estava disposto a recompensar seus adoradores.

O engraçado é que quando um imperador que teve realizações notáveis ​​faleceu, grandes obras e vitórias, o Senado Romano acrescentou o nome deste imperador para a lista de deuses que eles adoravam, e então o imperador voltaria um deus após morrer e se tornar permanece. Esta deificação aconteceu com ele a uma série de imperadores, como César, Augusto, Trajano, etc.

É importante notar que as autoridades romanas permitiram ao cidadão Romano abraçar qualquer religião estrangeira com a condição de que a religião não o impediu de se submeter aos deuses dos romanos, glorificando-os, participar de suas celebrações e rituais; porque a participação de todos em maximizar seus deuses, era um símbolo de unidade e garantia de satisfação dos deuses.

Somado a isso está a importância de glorificar os imperadores por parte de tudo, queimar incenso na frente de suas estátuas.

A lei romana era muito rígida contra aqueles que violavam essas regras. E pela violação dessas regras pelos judeus, os romanos os oprimiram em anos 70 e entre 132 e 135, desde a Palestina (o país dos judeus e Cristãos) estava sob a autoridade dos romanos naquela época.

Portanto, os judeus se aproveitaram dessa influência e tirania dos romanos oprimir o Messias, como mencionado acima; mas deus Ele o salvou de ser assassinado e o elevou ao céu sem que nenhum dano fosse feito a ele.

Depois que o Messias foi elevado, Paulo aproveitou esse poder e tirania dos romanos, levantando seu ódio contra os seguidores de Cristo para apagar completamente sua religião da face da terra e substituí-la por outro que aparentemente carregaria o nome do Messias, mas no fundo era contrário a ela em todos os sentidos.

Os romanos continuaram sua influência e governo sobre os países durante séculos, e aumentaram a alteração da religião do Messias geração após geração e século após século até que foi completamente adulterado e substituído por outra religião que não tem relação com religião do Messias, e isso também foi explicado em detalhes.

Cerca de seis séculos após a elevação do Messias, Deus enviou Seu Profeta Mohammad, que Deus o abençoe e lhe dê paz, com a Religião do Islam. Quando as pessoas souberam que realmente veio do Senhor, abraçou-o em massa, então o Islam se espalhou e os muçulmanos lutou contra os romanos porque eles não seguiam uma religião verdadeira, mas uma religião inválida, que foi imposta a pessoas com ferro e fogo, então eles os derrotaram e assumiram o controle dos países que governavam que atualmente são as nações do Levante [Síria, Líbano, Jordânia e Palestina], Egito, Turquia, etc.; e, portanto, a religião verdadeira e preservada – o Islam substituiu a religião alterada imposta por Paulo e o Imperadores romanos que vieram depois: e louvado seja Deus o Senhor do Universo.

  

 Quarto anexo: A história da virgem Maria e seu filho, o Messias, Jesus, Filho de Maria

* Notícias sobre o nascimento e educação de Maria:

● ‘Imran, o pai de Maria, foi quem conduziu a oração aos filhos de Israel, por sua bondade, piedade e adoração. Quando sua esposa Hannah (Ana) fez um voto de libertar seu filho - isto é, puro, dedicado à adoração e Serviço de Jerusalém - se Deus providenciou um; ela menstruou imediatamente por ser infértil, mais tarde seu marido a coabitou e ela engravidou de Maria. E o significado de Maria é o adorador e o asceta.

● A partir da evidência do benefício de Maria, é que Satanás não a incitou a seu lado como faz com todas as crianças, e este é um benefício especial para ela e por seu filho o Messias Jesus, filho de Maria, conforme mencionado no hadice (dito) do Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), esclarecer a proteção de Deus para Maria, dizendo: “Qualquer filho de Adão quando ele nasce, Satanás o perfura e começa a gritar pelo toque de Satanás, exceto Maria e seu filho”, disse então Abu Huraira - o narrador do hadice

Leia se quiser: “Ponho-a, bem como à sua descendência, sob a Tua proteção, contra o maldito Satanás”. (Alcorão, 3:36).[45]

E ele narrou do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz), dizendo: "Cada filho de Adão é cutucado por Satanás o dedo no momento de nascer, exceto Jesus, filho de Maria, ele foi cutucado na barreira.”[46],[47]

● No final do período de amamentação, Hanna, mãe de Maria levou sua filha Maria para Jerusalém, e deu-a aos adoradores que eram no templo onde seu marido orou ‘Imran que liderou a oração, por para educá-la em adoração e obediência, disputadas entre si sobre quem a criou e educou, naquela época Zacarias era o profeta, então ele pediu que cuidassem dela e que desistissem, mas rejeitado, mesmo tendo hierarquia superior e sendo seu profeta, após eles concordaram em realizar um empate entre eles e quem ganhou disse desenhar, Maria ficaria sob sua tutela, fosse ela quem fosse.

Com a vontade de Deus, o sorteio favoreceu Zacarias, e este é uma das evidências do benefício de Maria (que a paz esteja com ela), visto que Deus fez suas aulas particulares eram para um profeta e não para qualquer homem.

● Maria teve uma educação profética sob a custódia e cuidados do profeta Zacarias, cresceu piedoso, adorador e devotado a Deus Exaltado e Majestoso, e tinha um nicho de oratório onde ele adorava no templo de Jerusalém, lá ele milagres ocorreram indicando sua honra com Deus, desde quando Zacarias Entrei no nicho com ela e encontrei frutas de verão no inverno e frutas do inverno ao verão. Deus fala dela: "Cada vez que Zacarias a visitava, no oratório, encontrava-a provida de alimentos, e lhe perguntava: Ó Maria, de onde te vem isso? Ela respondia: De Deus!, porque Deus agracia imensuravelmente a quem Lhe apraz." (Alcorão, 3:37).

* Virtudes de Maria e sua honra com seu Senhor:

● Uma das evidências dos méritos de Maria é que os anjos falaram com ela e a informaram que Deus a escolheu para ser a melhor mulher do mundo em seu tempo. Deus diz no Alcorão: "Recorda-te de quando os anjos disseram: Ó Maria, Deus te elegeu e te purificou, e te preferiu a todas as mulheres da humanidade! Ó Maria, consagra-te ao Senhor. Prostra-te e ajoelha-te com os que se ajoelham!" (Alcorão, 3: 42-43)

● Entre as evidências dos méritos de Maria está que os anjos transmitiu a boa nova de Deus de que ficaria grávida de um menino chamou o Messias Jesus filho de Maria, e não apenas isso, mas o eles se alegraram que seu filho Jesus não seria como todas as crianças, mas teria uma excelente posição diante de Deus e com as pessoas, e daqueles que teriam proximidade de Deus. Deus diz no Alcorão: "E quando os anjos disseram: Ó Maria, Deus te anuncia o Seu Verbo, cujo nome será o Messias, Jesus, filho de Maria, nobre neste mundo e no outro, e que se contará entre os próximos de Deus." (Alcorão, 3:45).

Maria recebeu esta bênção de seu Senhor com aceitação, embora ela fosse muito surpresa, como ela poderia ter um filho sem marido?

Deus relatou no Alcorão sobre a surpresa de Maria dizendo sobre ela: "Perguntou: Ó Senhor meu, como poderei ter um filho, se mortal algum jamais me tocou? Disse-lhe o anjo: Assim será. Deus cria o que deseja, posto que quando decreta algo, basta dizer: Seja! e é." (Alcorão, 3:47).

O significado de: "Se mortal algum jamais me tocou" é: não me tocou um homem intimamente.

O significado do versículo: "Deus cria o que deseja, posto que quando decreta algo, basta dizer: Seja! e é!" O que aconteceu com Maria, Deus disse: "Assim será!" e Jesus foi concebido com esta palavra no ventre de sua mãe, é por isso que o Messias é descrito como sendo (Verbo de Deus), porque com ele foi criado, como está no dizer do anjo a Maria: "Deus te anuncia o Seu Verbo, cujo nome será o Messias, Jesus, filho de Maria." (Alcorão, 3:45).

É bom mencionar que esta notícia do Alcorão concorda com o que é registrado no Evangelho de Lucas (1: 28–31, 34, 37).

28. Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”.

29. Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.

30. O anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.

31. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus."

34. "Maria perguntou ao anjo: “Como se fará isso, pois não conheço homem?"

O anjo lhe respondeu:

37: "Porque a Deus nenhuma coisa é impossível."

● Embora Maria tenha recebido a boa nova do Messias trazida a ela pelo anjo com aceitação e satisfação, mas carregou uma grande preocupação, porque quem iria persuadir seu povo com a verdade, que sua gravidez desta forma anormal estava sob o comando de Deus? Eles não sabiam a verdade e então, eles dependeriam do aparente e a acusariam de fornicação. Por isso ele carregava essa grande preocupação e desejava a morte a ser acusada de fornicação.

● É importante mencionar que as mulheres muçulmanas são as melhores em seguir o exemplo de Maria porque elas preferem morrer a cometer atrocidades representadas por ter relações com alguém que não seja seu marido, ao contrário das mulheres cristãs que alcançaram grande indulgência sobre isso, e na disseminação de amizades e relacionamentos extraconjugais entre ambos os sexos, incluindo monges que cometem isto com as freiras e outras mulheres a seu serviço dentro e fora das igrejas, em um ataque aberto à dignidade das mulheres e seus maridos e uma violação explícita dos ensinamentos do Messias e de todos os profetas e as maneiras de homens honrados com suas mulheres, especialmente a Virgem Maria.

É possível que esses comportamentos que fazem parte da personalidade de padres poderia ser uma interpretação dos comportamentos do Messias? Ele está longe disso.

● O benefício de Maria é que Gabriel - o maior dos anjos que iria engravidar do Messias. Tinha mencionado anteriormente que os anjos lhe deram as boas novas; então ele veio a ela - o maior dos anjos - para recebê-la e execute esta boa notícia; apresentando-se na forma de um ser humano, ele chegou com ela para um lugar em Jerusalém onde ninguém a viu e informou que ela já havia chegado a hora de executar a boa nova que os anjos lhe haviam informado anteriormente, estava engravidando do Messias. Maria ficou surpresa outra em vez desta boa notícia e perguntou a Gabriel: como vou engravidar se não tiver marido e não sou fornicadora que comete atrocidades com homens?

O anjo Gabriel respondeu que esta é a ordem de Deus e Sua escolha, e Temos apenas que aceitar a ordem de Deus e executá-la; Deus tem a grande sabedoria em tudo, então, Gabriel fez o que seu Senhor, Exaltado e Glorificado Seja; soprado na gola da roupa de Maria, este sopro atingiu suas partes íntimas e então seu útero e então ela engravidou como engravidar as esposas de seus maridos, seu feto foi mantido em seu útero nove meses, então ela deu à luz a ele. Deus diz ao relatar a história que encontra na sura de "Maria" do Alcorão Sagrado:

"E menciona a Maria, no Livro, a qual se separou de sua família, indo a um local ao leste. E colocou uma cortina para ocultar-se dela (da família), e lhe enviamos o Nosso Espírito, que lhe apareceu personificado, como um homem perfeito. Disse-lhe ela: Guardo-me de ti no Clemente, se é que temes a Deus. Explicou-lhe: Sou tão-somente o mensageiro do teu Senhor, para agraciar-te com um filho imaculado. Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta? Disse-lhe: Assim será, porque teu Senhor disse: Isso Me é fácil! E faremos disso um sinal para os homens, e será uma prova de Nossa misericórdia. E foi uma ordem decretada. E quando concebeu, retirou-se, com o seu rebento, para um lugar afastado. As dores do parto a constrangeram a refugiar-se junto a uma tamareira. Disse: Oxalá eu tivesse morrido antes disto, ficando completamente esquecida! Porém, chamou-a uma voz, junto a ela: Não te atormentes, porque teu Senhor fez correr um riacho a teus pés! E sacode o tronco da tamareira, de onde cairão sobre ti tâmaras maduras e frescas. Come, pois, bebe e consola-te; e se vires algum humano, faze-o saber que fizeste um voto de jejum ao Clemente, e que hoje não poderás falar com pessoa alguma. Regressou ao seu povo levando-o (o filho) nos braços. E lhe disseram: Ó Maria, eis que trouxeste algo extraordinário! Ó irmã de Aarão, teu pai jamais foi um homem do mal, nem tua mãe uma (mulher) sem castidade! Então ela lhes indicou que interrogassem o menino. Disseram: Como falaremos a uma criança que ainda está no berço? Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me recomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez gentil para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado. Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam. É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é. E Deus é o meu Senhor e o vosso. Adorai-o, pois! Esta é a senda reta." (Alcorão, 19: 16-36).

* Comentário sobre os versículos:

Esta gravidez ocorreu no ventre de Maria, de uma mãe sem pai, indica a perfeição do poder de Deus, Altíssimo seja Ele, e não é uma questão simples, Mas é fácil para Deus A sabedoria em criá-lo desta forma é para que ser uma evidência e sinal para o povo, do poder de Deus que diversificou em sua criação, criando seu pai Adão sem macho ou fêmea, criando Eva do macho sem fêmea e criando a outra descendência do macho e mulher, com exceção de Jesus que o criou mulher sem homem, e com sua criação foi completada a divisão do quadrante[48] indicativo de perfeição do poder de Deus e Sua grande autoridade, e isso não é difícil para Deus, porque a criação do céu e da terra é mais majestosa do que a criação de pessoas, porém a maioria dos homens não sabe.

Deus pode criar um ser humano do sexo masculino e feminino, como todos as pessoas pode criar sem homem ou mulher como no caso de nosso pai Adão, pode criar do masculino sem feminino como no caso de nossa mãe Eva que Deus a criou da costela de Adão e pode criar o feminino sem masculino, como é o caso do Messias, filho de Maria. Também pode criar de pai idoso e da mãe infértil, como é o caso dos profetas Abraão e Zacarias; nada pode criar de masculino e feminino, nem homens nem mulheres, como é o caso dos inférteis; pode criar a partir de um casal apenas homens; pode criar apenas mulheres e pode criar homens e mulheres; Deus Exaltado e Majestoso tem poder sobre todas as coisas; e se Ele quiser algo, Ele apenas diz "Seja" e é, como Deus diz no Alcorão: "Deus cria o que deseja, posto que quando decreta algo, basta dizer: Seja! e é!"

Deus diz no Alcorão: "A Deus pertence o reino dos céus e da terra. Ele cria o que Lhe apraz; concede filhas a quem quer e concede varões a quem Lhe apraz. Ou propicia igualmente mulheres e varões, e faz estéril a quem Lhe apraz, porque é Poderoso, Sapientíssimo." (Alcorão, 42: 49-50).

O significado do versículo sagrado: ​​A Deus, Exaltado e Majestoso, a soberania do céu e da terra e o que está neles, acredite no que quer, Ele concede a quem Ele quer de Seus servos apenas mulheres sem homens, concede a quem quiser homens sem mulheres concede, Louvado seja, a quem ele quer homens e mulheres entre as pessoas, e quem ele ama o torna estéril de modo que ele não pode ter filhos, ele sabe o que cria, é capaz de crie o que Ele quer, não é impossível para Ele criar algo se Ele decidir fazê-lo.

O resultado é que a criação do Messias foi um sinal e evidência para todo o povo e para os filhos de Israel, especialmente da majestade do poder de Deus, Altíssimo seja, e Sua descrição com a criação como Ele quer, e antes disso, só temos que acreditar nisso e exaltar o Senhor em nossos corações.

● O bom é que essa sabedoria de criar o Messias de uma mãe sem pai é mencionado em fontes difundidas nas mãos dos cristãos hoje em dia; por exemplo, no livro de Isaías (7:14), foi falado da boa nova da gravidez de Maria e que sua gravidez era um sinal da capacidade de Deus:

"Portanto, o próprio Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá e ela dará à luz um filho, que lhe dará o nome de Emmanuel”.

O Senhor é Deus, e o sinal é o sinal do Seu poder e o Emanuel é um dos os nomes do Messias.

No entanto, os cristãos não acreditam que a sabedoria divina na gravidez de Maria, desta forma, é para mostrar que este é um sinal e sinal da poder de Deus (descrito aqui como Senhor), mas ignore este completamente e dizer que o Messias é o filho de Deus, Glorificado seja Deus acima disso!

● Quando Maria deu à luz o Messias, a primeira coisa que o Messias pronunciou estar no berço era para ratificar que ele é um servo de Deus, e que quando o Os judeus perguntaram a ele sobre esta criança: "De onde você o trouxe?" Ele não disse que era filho de Deus, e se fosse assim ele o teria dito, pois seria uma honra para ele se fosse verdade, e porque a situação exige que se afaste a acusação sobre sua mãe, mas disse: "Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me recomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez gentil para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado." (Alcorão, 19: 30-33).

Caros leitores, que expressão mais clara do que esta de que o Messias Ele é um servo de Deus, um ser humano e um mensageiro, e não é o senhor nem filho do senhor?

 * A serenidade de Maria depois que seu filho a tranquilizou mais tarde de dar à luz:

Deus esclarece em seu livro que Maria teve uma grande preocupação quando ela deu à luz seu filho Messias, porque ela sabia que as pessoas iriam acusá-la de adultério sendo sabido que ela não era casada, e porque ela não estaria em seu percepção de que havia a possibilidade de engravidar de outra forma que não foi por adultério. Deus diz no Alcorão: "As dores do parto a constrangeram a refugiar-se junto a uma tamareira. Disse: Oxalá eu tivesse morrido antes disto, ficando completamente esquecida! Porém, chamou-a uma voz, junto a ela: Não te atormentes, porque teu Senhor fez correr um riacho a teus pés! E sacode o tronco da tamareira, de onde cairão sobre ti tâmaras maduras e frescas. Come, pois, bebe e consola-te; e se vires algum humano, faze-o saber que fizeste um voto de jejum ao Clemente, e que hoje não poderás falar com pessoa alguma." (Alcorão, 19: 23-26).

O Messias tranquilizou a mãe depois de dar à luz a ele, e esse é o primeiro sinal de bem nele; ele pediu-lhe para comer tâmaras e beber água do riacho. Ele também recomendou que se desculpasse por responder ao seu povo e dizer que ela estava jejuando quando perguntado de onde o trouxe; o jejum em sua legislação era um voto de silêncio. Quando Maria viu esses milagres de Seu filho soube que ele era um profeta, verificou a promessa de seu Senhor e fez o que lhe pediu o filho porque seu bebê não conseguia pronunciar essas palavras majestosas, se não fosse por inspiração divina. Então a serenidade invadiu seu coração. Ela se levantou do lugar onde deu à luz e voltou para seu povo. Quando a viram carregando seu filho pequeno, perguntaram a ela surpresos: "De onde você trouxe esse filho recém-nascido, se você é de uma família religiosa e íntegra e pessoa como você não comete atrocidades?" Sua resposta a eles foi uma resposta daqueles que confiam em seu Senhor apontando para seu filho para eles pedirem a ele, já que era ele quem ia cuidar responder a sua pergunta. Eles ficaram surpresos com sua resposta, uma vez que não é comum um recém-nascido falar ou responder perguntas de quem está perto dele; Jesus (a paz esteja com ele) falou com palavras majestosas que eliminaram sua surpresa. A primeira coisa que o Messias deveria fazer era ratificar que é servo de Deus, pois disse: "Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me recomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez gentil para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado." (Alcorão, 19: 30-33).

Quando o Messias falou isso, eles ficaram sabendo que ele era um profeta, e o profeta fala apenas a verdade. Então a tranquilidade final invadiu Maria naquela situação, e esta foi a maior bondade do Messias para com a mãe.

 * Conclusão da história de Maria:

Depois que o Senhor narrou esta história majestosa no Alcorão, Ele disse imediatamente: "Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam. É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é". (Alcorão, 19: 34-35)

O significado desses versículos: que é isso que narramos para você Mohammad! É a notícia e a história do Messias, Jesus, filho de Maria, sobre quem surgiram dúvidas e suspeitas nos grupos de cristãos, e se dividiram em grupos e seitas.

Deixe o leitor observar que Deus atribuiu o Messias a sua mãe Maria e não atribuiu a Ele, porque ele é filho de Maria e não tem pai, e se Deus fosse seu pai, ele o teria atribuído, mas quando faltou isso no caso do Messias, então, Deus atribuiu-o à mãe dizendo: "Este é Jesus, filho de Maria".

Então Deus confirmou isso dizendo: "É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja!" Isso quer dizer que Deus não pode tomar uma criança, porque tomando uma criança requer que Deus precise de Suas criaturas, e isso contradiz que Deus não necessita de todas as criaturas, visto que Ele é Quem as criou e as fez existir. Como então eu precisaria delas mais tarde?

Por isso, Deus disse mais tarde: "Glorificado Seja!" Quer dizer: seja glorificado acima de tudo isso.

Então ele disse no final deste versículo: "Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é". É como quando ele disse no outro versículo da Surata da Família de ‘Imran: "O exemplo de Jesus, ante Deus, é idêntico ao de Adão, que Ele criou do pó; então lhe disse: Seja! e foi. Esta é a verdade emanada do teu Senhor. Não sejas, pois, dos que (dela) duvidam." (Alcorão, 3: 59–60).

Isso quer dizer: Ó Mohammad! Não seja um daqueles que duvidam da notícia do Messias, já que é a verdade do seu Senhor.

● A partir da evidência sobre o benefício de Maria no Islam, é que duas suratas completas com seu nome e de sua família, a primeira é "Surata de Maria", e a segunda é "a Surata da Família de 'Imran".

* A grande confusão dos cristãos em sua crença sobre a condição de Maria e sua natureza:

Os cristãos se dividiram em sua crença na Virgem Maria em grupos, já que os três grandes grupos cristãos se desentenderam sobre a virgem Maria. Os ortodoxos acreditam que ela nasceu como qualquer outro ser humano carregando o pecado; como são os profetas e os santos.

Os católicos acreditam que ela está livre do pecado, assim como o Messias, e sem impureza, eles também acreditam que ela subiu viva ao céu; eles a glorificam grandemente, eles fazem estátuas para ela em suas igrejas e oram a ela. Eles acreditam na Trindade Mariana até mesmo nas orações, e a fundem com a Santíssima Trindade em que acreditam.

 Enquanto os protestantes a consideram uma pessoa normal como as outras pessoas. Acreditam que ela é a mãe de Jesus; que ela não deu à luz a divindade, mas deu à luz a um corpo nada mais, e outros disseram que é como a casca do ovo de onde saiu um pintinho.

Os católicos e os ortodoxos concordaram com a integridade da Virgem - isto é, sua abstinência dos homens - e a inexistência de irmãos carnais do Messias.

Quanto aos primeiros padres, eles anunciaram que Maria era infalível do pecado original como o Messias, e eles acreditavam que sua posição se resume em ser a mãe de Deus, uma vez que a honraram e dirigiram a ela jejuns e celebrações ao mesmo tempo.

Enquanto os judeus estão absolutamente do outro lado, já que pensam que ela cometeu fornicação (que Deus os torne repugnantes)! Engravidou e deu à luz ao Messias.

Então veio o Islam e pôs fim a essa confusão vergonhosa na crença sobre a Virgem Maria. O Alcorão esclareceu que ela era uma adoradora de Deus, honesta, verdadeira, piedosa e pura, só a Deus adorava; não convidou as pessoas que a adorassem ou adorassem seu filho, e sua menção veio com a classificação de respeito e reverência em 31 passagens do Alcorão; era a única mulher cujo nome foi mencionado em todo o texto do Alcorão, algo que não ocorreu com nenhuma outra mulher, nem mesmo as esposas ou filhas do Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz). Enquanto seu filho o Messias Jesus, filho de Maria, foi mencionado 25 vezes no Alcorão e foi mencionado pelo nome de Messias nove vezes, todas com a classificação de respeito, glorificação e reverência, mas este respeito e glorificação de acordo com sua condição adequada de ser humano que não inclui crença que possuem alguns dos atributos e características do feudo ou divindade, mas eles são seres humanos como nós, eles adoram a Deus como Nós O adoramos, Eles Lhe pedem o Paraíso e a salvação do Fogo como Nós pedimos por isso.

Da mesma forma, a constituição do Islam (o Alcorão) estabelece que Maria, filha de 'Imran, engravidou por meio da palavra de Deus: eu sei e o Messias estava em seu útero, lá ela permaneceu como um feto como qualquer desenvolvimento pré-natal, então ela o deu à luz como qualquer mulher dá à luz a seus filhos.

* A descrição de Deus do Messias no Alcorão de que ele é "o Verbo de Deus":

A descrição do Messias veio no Alcorão que é o verbo de Deus, porque ele foi criado com a palavra "seja", e foi o Messias no ventre da mãe; o efeito desta palavra foi como o sêmen do homem quando ele encontra o óvulo e o fertiliza.

Também veio a descrição do Messias que é "um espírito procedente d'Ele”, quer dizer que a alma do Messias vem de Deus, Deus a criou como todas as outras almas dos seres humanos, conforme manifestado quando Deus Altíssimo seja dito aconselhando o povo do Livro que são os judeus e os cristãos:

"Ó adeptos do Livro, não exagereis em vossa religião e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e o Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros e não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião. O Messias não nega ser um servo de Deus, assim como tampouco o fizeram os anjos próximos (de Deus). Mas (quanto) àqueles que desdenharam a adoração a Ele e se ensoberbeceram, Ele os congregará a todos ante Si. Quanto aos crentes que praticarem o bem, Deus lhes retribuirá com recompensas e os acrescentará da Sua graça; quanto àqueles que desdenharem a adoração a Ele e se ensoberbecerem, Ele os castigará dolorosamente e não acharão, além de Deus, protetor, nem defensor algum." (Alcorão, 4: 171-173).

* A condição dos filhos de Israel antes da missão do Messias para eles:

Introdução:

A profecia não foi interrompida entre os filhos de Israel, eles eram reis a quem Deus concedeu a eles muitas bênçãos, como Deus disse na Surata da Mesa Servida:

"Recorda-lhes de quando Moisés disse ao seu povo: Ó povo meu, lembrai-vos das mercês de Deus para convosco, quando fez surgir, dentre vós, profetas, e vos fez reis e vos concedeu o que não havia concedido a nenhum dos vossos contemporâneos". (Alcorão, 5:20)

Mas os filhos de Israel não agradeceram a Deus por esta bênção, chegando a uma grande tirania, endurecendo seus corações, esquecendo o que era lembrou, espalhando usura e adultério entre eles, assassinando que convidou a equidade, matando os profetas, distorcendo a Torá que estava em suas mãos, ousando com grande ousadia o Livro de Deus e Seus profetas que ninguém fez antes deles; então Deus os enviou ao Messias, no entanto, eles não acreditaram em sua profecia, embora Deus apoiado por muitos milagres que o mostram, é por isso que decidiram assassiná-lo, mas Deus o protegeu deles e o elevou a Si mesmo, ao céu.

Deus, Altíssimo seja Ele, fala sobre o Povo do Livro (judeus e cristãos): "Porventura, não chegou o momento de os crentes humilharem os seus corações à recordação de Deus e à verdade revelada, para que não sejam como os que antes receberam o Livro? Porém, longo tempo passou, endurecendo-lhes os corações, e a sua maioria é rebelde e transgressora." (Alcorão, 57:16).

Ibn Kacir (que Deus tenha misericórdia dele) ao explicar este versículo, disse: Deus, Louvado seja Ele, proibiu os crentes de se parecerem com aqueles que tinham o Livro (judeus e cristãos) antes deles, cujo tempo foi longo,[49] trocaram o Livro de Deus que tinham em suas mãos, eles o venderam barato e deu as costas para ele, aceitando opiniões diferentes e declarações falsas, imitando homens na religião de Deus, tomando a seus rabinos e sacerdotes como senhores em vez de Deus; quando aconteceu Que, seus corações estavam endurecidos, eles não aceitaram qualquer exortação ou eles abrandaram seus corações com uma promessa ou ameaça.

"E a sua maioria é rebelde e transgressora" isto é: nas ações, seus corações eram corrompidos, suas obras eram inválidas, como Deus disse, Glorificado seja: "Porém, pela violação da sua promessa,[50] amaldiçoamo-los e endurecemos os seus corações. Eles deturparam as palavras (do Livro) e se esqueceram de grande parte do que lhes foi revelado." (Alcorão, 5:13). Isso quer dizer corrompeu seus corações e endureceu, e isso se tornou natural para eles deturpar o significado das palavras, do seu contexto, deixando as obras com as quais foram ordenados, praticando o que foram proibidos de fazer; por isso Deus impediu os crentes de se assemelharem a eles em qualquer uma das questões de origem ou filial.

Ibn Abu Hátim narrou algumas palavras de Abdullah ibn Mass'ud, que tinha ouvido algo mais impressionante do que eles, exceto o Livro de Deus e o hadice do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse:

“Quando os filhos de Israel, com o passar do tempo e o endurecimento de seus corações, eles inventaram um livro com o qual seus corações ficaram impressionados e suas línguas ficaram encantadas e alegres; porém, a verdade impediu muitos de seus desejos, então eles disseram: “Vamos convocar os filhos de Israel ao nosso livro, quem nos seguir na medida vamos deixá-lo, e quem se recusar a nos seguir, nós o matamos” e foi o que fizeram; havia um homem entre eles quem tinha conhecimento religioso. Quando viu o que eles estavam fazendo, começou a escrever, em algo agradável, o que ele sabia do Livro de Deus. Introduziu em algo como um chifre de um animal e pendurou em seu pescoço. Quando eles intensificaram o massacre, eles começaram a dizer um ao outro: ó gente! Vocês espalharam o assassinato dos filhos de Israel, chamem fulano de tal e mostrem-lhe o seu livro, se Ele os seguir, outras pessoas vão os seguir, e se ele rejeitar, matem-no.

Então eles chamaram a pessoa que tinha conhecimento e perguntaram a ele: "Você acredita no nosso livro?"

Ele respondeu: 'O que contém? Mostrem-me!'

Mostraram até o fim, depois perguntaram: “Você vai acreditar nisso?” Ele disse: ‘Eu acredito no que está aqui’ - apontando com a mão para o chifre – e o liberaram.[51]

Quando ele morreu, eles o exumaram e encontraram pendurado aquele chifre, e encontraram nele o que ele conhecia do Livro de Deus; então eles começaram a dizer uns aos outros: Ó gente! Não sabíamos disso, ele estava modificado.[52]

“Em seguida, os filhos de Israel se dividiram em setenta e dois grupos, os melhores deles, é o grupo da pessoa com o chifre”.

Ibn Mass’ud disse: “Se você ficar, (ou se o resto de você vai ficar), vocês verão questões que irão repudiar, vocês não poderão mudá-las, será o suficiente para a pessoa de vocês que Deus saiba o que há no coração que o repudia”.

E Abu Ja'far at-Tabari compilou com base em ‘Idris ibn ‘Arqub que foi até Abdullah ibn Mass'ud e disse:

"Ó Abdulah! Aquele que não pratica o bem e não proíbe o mal perecerá."

Abdullah disse: ‘Perecerá aquele cujo coração não conhece o bem e não repudia o mal. Certamente. Quando os corações dos filhos de Israel, como o tempo, endureceram, inventaram um livro que impressionou seus corações, e encantou suas línguas, então Eles disseram: ‘Vamos convidar os filhos de Israel para o nosso livro, quem quer que acredite nele nós o aceitamos, e quem quer que o rejeite, nós o matamos.'

Então um de seus homens colocou o Livro de Deus em um chifre, e o colocou no peito, e quando perguntado: "Você acredita nisso?"

Ele respondeu: 'Eu acredito nele - apontando para o chifre colocado em seu peito - e por que não vou acreditar neste livro?'

O melhor grupo da sua religião hoje é o grupo que segue a religião do homem do chifre.

 * Os filhos de Israel assassinam os profetas:

Deus diz no Alcorão: "Alerta aqueles que negam os versículos de Deus, assassinam injustamente os profetas e matam os justiceiros, dentre os homens, de que terão um doloroso castigo." (Alcorão, 3:21)

 Ibn Kacir (que Deus tenha misericórdia dele) disse, ao explicar esse versículo:

“Esta é a repreensão de Deus, Altíssimo seja, para o povo do livro pelos pecados e proibições que cometeram ao negar os sinais de Deus que os profetas transmitiram a eles no passado e no presente, por arrogância, como teimosia deles, sentindo-se portentosos em relação à verdade, recusando-se a segui-la, e ainda assim eles mataram profetas quando transmitiram a legislação de Deus sem motivo ou crime para com eles, exceto que eles os convidaram a seguir a verdade."

"E matam os justiceiros, dentre os homens". Esta é a arrogância final, pois o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz): “Arrogância é rejeitar a verdade e desprezar as pessoas.”[53]

Ibn Abu Hátim narrou com base em Abu ‘Ubayda ibn al-Jarrah, (que Deus esteja satisfeito com ele): “Perguntei: ‘Ó Mensageiro de Deus! Quem das pessoas terão mais punições no Dia do Julgamento?' (O Profeta) respondeu: 'Quem matou um profeta, ou alguém que pratica o bem e proíbe a prática do mal.'"

Então o Mensageiro de Deus (Deus o abençoe e dê-lhe paz), recitou (o versículo): "Alerta aqueles que negam os versículos de Deus, assassinam injustamente os profetas e matam os justiceiros, dentre os homens, de que terão um doloroso castigo. São aqueles cujas obras tornar-se-ão sem efeito, neste mundo e no Outro, e não terão socorredores." (Alcorão, 3: 21–22).

Então o Mensageiro de Deus (Deus o abençoe e dê-lhe paz) disse: “Ó Abu ‘Ubayda! Os filhos de Israel mataram quarenta e três profetas no início do dia em uma única hora, então cento e setenta homens dos filhos de Israel levantaram-se convidando os assassinos para a prática do bem e proibindo o mal, mas eles também foram todos assassinados na última hora do mesmo dia, e estes são os únicos que mencionaram Deus Exaltado e Majestoso”.

Também foi narrado por Ibn Jarir, com a diferença que ele disse: “cento e doze homens dos filhos de Israel”.

E Abdullah ibn Mass'ud (que Deus esteja satisfeito com ele) relatou: "Os filhos de Israel assassinaram trezentos profetas no início do dia e no final daquele dia, eles montaram o mercado de vegetais.[54] Relatado por Ibn Abu Hátim”.

É por isso que quando eles foram arrogantes em seguir a verdade e conseguiram seja arrogante com as pessoas, Deus respondeu a isso com humilhação e desprezou na vida e punição prejudicial no passado, então Deus disse: "que terão um doloroso castigo".

"São aqueles cujas obras tornar-se-ão sem efeito, neste mundo e no Outro, e não terão socorredores" (Alcorão, 3:22).

O dito de Ibn Kacir foi concluído.

Ibn Abu Hátim narrou em seu livro explicando o Alcorão, de Qatáda sobre o versículo: "E matam os justiceiros, dentre os homens", tendo dito: “Este é o Povo do Livro; os seguidores dos profetas que proibiam (o mal) e os lembravam de Deus, mas eles os assassinavam”.

Deus disse sobre os judeus: "E foram condenados à humilhação e à indigência, e incorreram na ira de Deus; isso, porque negaram os versículos de Deus e assassinaram injustamente os profetas. E também porque se rebelaram e foram agressores." (Alcorão, 2:61).

Ibn Kacir (que Deus tenha misericórdia dele) disse sobre a explicação deste versículo:

A palavra de Deus: "Porque negaram os versículos de Deus e assassinaram injustamente os profetas."

Deus, Altíssimo Seja, diz: com isso os punimos E foram condenados à humilhação e à indigência, e incorreram na ira de Deus por causa de sua arrogância em seguir a verdade, por negarem os sinais de Deus, humilhando aqueles que executavam as legislações que são os profetas e seus seguidores, reduziram-nos a ponto de matá-los. Não há descrença pior do que esta; visto que eles negaram os sinais de Deus, e mataram os profetas sem motivo. Por isso foi mencionado no hadice aceito por Bukhari e Musslim que o Mensageiro de Deus, (Deus o abençoe e lhe dê paz), disse: “A arrogância é rejeitar a verdade e desprezar as pessoas".

 * Os filhos de Israel alteraram a Torá - a evidência do Alcorão sobre a adulteração da Torá original.

Deus, Altíssimo seja, diz descrevendo os judeus: "Porém, pela violação da sua promessa, amaldiçoamo-los e endurecemos os seus corações. Eles deturparam as palavras (do Livro) e se esqueceram de grande parte do que lhes foi revelado; (tu) não cessas de descobrir a incredulidade de todos eles, salvo de uma pequena parte; porém, indulta-os e perdoa-lhes os erros, porque Deus aprecia os benfeitores." (Alcorão, 5:13).

O Chaykh Abdurrahman Ibn Sa'di (Deus, tenha misericórdia dele) disse explicando este versículo:

"Porém, pela violação da sua promessa" isto é, por quebrar seu compromisso nós os punimos com diferentes punições:

Primeira: "amaldiçoamo-los", ou seja, nós os expulsamos para longe de Nossa misericórdia, por terem fechado as portas da misericórdia, não cumpriram o pacto que prometeram que é a principal causa.

Segunda: "E endurecemos os seus corações", ou seja, seus corações se tornam grossos, sem serem atingidos pela exortação, sem se beneficiarem com sinais e avisos, não são atraídos pela emoção ou incomodados por intimidação, e essa é a pior punição para o servo, que seu coração ter esta característica que não a orientação nem o bem lhe serve, exceto o mal.

Terceira: "Eles deturparam as palavras (do Livro)" ou seja, eles receberam, mudaram e alteraram, dando às palavras outro significado diferente do que eu queria Deus ou Seu Mensageiro.

Quarta: "E se esqueceram de grande parte do que lhes foi revelado", uma vez que eles foram lembrados com a Torá, e com o que Deus revelou a Moisés, mas eles se esqueceram de parte dela, que inclui esquecer seu conhecimento e perdê-lo; e não encontraram muito do que Deus os fez esquecer como punição d'Ele para com eles, inclui também o esquecimento das ações, o que implica abandoná-las. É por isso que eles não tiveram o sucesso de fazer o que foi ordenado. Disto se evidência que o povo do Livro, ao negar algo de que foram lembrados em seu livro ou aconteceu em sua época, Deus os fez esquecer.

Quinta: a traição contínua para que "(tu) não cessas de descobrir a incredulidade de todos eles", isto é, trair a Deus e Seus servos crentes. A pior traição é esconder a verdade daqueles que os exortam, pensam bem deles, e mantenham-nos na incredulidade, esta é uma grande traição.

Essas características repreensíveis acontecem a todos que têm suas qualidades, pois quem não faz o que Deus manda e não cumpre, terá uma parte da maldição, a dureza do coração, o teste de alterar as palavras, falta de sucesso e esquecimento de parte do que lhe foi lembrado, além de que é inevitável que a traição seja provada, pedimos a Deus o bem-estar..."

Deus, Exaltado Seja, denominou a parte do que lhes foi revelado uma grande parte. As outras partes são mundanas.

Eles terminaram suas palavras, Deus tenha misericórdia dele, tiradas de seu livro "Taysir al-Karim ar-Rahmán fí tafsíri kalámil-Mannán".

Deus repreendeu os judeus por esconderem a verdade mencionada na Torá dizendo: "Dize: Quem, então, revelou o Livro, apresentado por Moisés - luz e orientação para os humanos - que copiais em pergaminhos, do qual mostrais algo e ocultais muito," (Alcorão, 6:91).

 O significado do versículo: Sim, ó Judeus! Vocês colocaram este livro em pergaminhos espalhados, mostram alguns deles, e escondem muitos; e entre o que eles esconderam: o relato sobre a descrição de Mohammad (Deus o abençoe e conceda paz) e sua profecia.

Cheikh Abdurrahman Ibn Sa'di (que Deus, tenha misericórdia dele) disse explicando este versículo sagrado:

"Quem, então, revelou o Livro, apresentado por Moisés" Que é o majestoso Torá, como "luz" na escuridão da ignorância, "orientação" do extravio e guia para o caminho reto, no conhecimento e na ação. É o livro que se espalhou, e sua reminiscência encheu corações e memórias, até começarem a copiá-lo em pergaminhos e seguiram o que desejavam, que concorda com seus desejos, eles o exibiram e mostraram, e o que diferenciava, esconderam e ocultaram, e era muito”.

Extraído do livro "Taysir al-Karim ar-Rahmán fí tafsíri kalámil-Mannán".

Deus, exaltado Seja, revelando a deturpação da Torá pelos judeus, diz: "Aspirais, acaso, a que os judeus creiam em vós, sendo que alguns deles escutavam as palavras de Deus e, depois de as terem compreendido, alteravam-nas conscientemente?" (Alcorão, 2:75).

E Deus, Exaltado e Majestoso, também falou sobre os judeus: "Entre os judeus, há aqueles que deturpam as palavras". (Alcorão, 4:46).  O significado de suas palavras: Alguns dos que praticam o judaísmo ﴿ são os  judeus.

Da mesma forma, Deus, Altíssimo seja Ele, diz sobre os judeus: "Ó Mensageiro, que não te angustiem aqueles que se degladiam na prática da incredulidade, aqueles que dizem com suas bocas: Cremos! conquanto seus corações ainda não tenham abraçado a fé. Entre os judeus, há os que escutarão a mentira e escutarão mesmo outros, que não tenham vindo a ti. Deturpam as palavras". (Alcorão, 5:41).

Além disso, Deus exaltado seja Ele, diz sobre os judeus: "E também há aqueles que, com suas línguas, distorcem as palavras do Livro, para que penseis que ao Livro pertencem, quando isso não é verdade. E dizem: Elas emanam de Deus, quando não emanam de Deus. Dizem mentiras a respeito de Deus, conscientemente." (Alcorão, 3:78).

A explicação do versículo: há um grupo de judeus que deturpam as palavras, e mudam as palavras de Deus para fazer outros acreditarem que isso vem das palavras reveladas, a Torá, e não faz parte dela, e eles dizem: ‘Isto é de Deus, Ele revelou a Seu profeta Moisés’, e não é verdade que ele veio de Deus, mas eles mentem contra Deus por sua vida mundana, mesmo sabendo que estão mentindo.

 * O estágio juvenil do Messias e sua profecia:

O Messias não cresceu na diversão e nos jogos, e não se ocupou como os judeus afastando-se das ordens de Deus e amando dinheiro e mulheres, mas que os sinais de fé e da virtude eram muito evidentes nele, conforme relatado por Deus sobre ele no Alcorão, que a primeira coisa que ele disse quando estava no berço: "Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me recomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez gentil para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado." (Alcorão, 19: 30-33).

Este versículo concorda com o que é mencionado no Evangelho de Lucas (2:40): “E o Menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e graça de Deus estava sobre ele”.

Quando o Messias atingiu trinta anos de idade, Deus lhe enviou o anjo mais majestoso, o anjo Gabriel. Ele lhe revelou o Evangelho; no qual havia orientação e luz, e este foi o início da profecia para ele; Deus o enviou para os filhos de Israel, os judeus, apoiando-o com milagres que indicavam que ele era profeta. Então, um grupo dos filhos de Israel acreditou nele, enquanto que outro ficou incrédulo, quando tinham que acreditar nele, obedecê-lo e respeitá-lo, porque os profetas são os intermediários entre Deus e Suas criaturas para transmitir a legislação, e através dela as pessoas conhecerem o caminho do Paraíso para segui-lo e o caminho do Fogo para evitá-lo.

O apoio de Deus ao Messias com os sinais esplêndidos que indicam suas profecias são manifestadas no Evangelho de João (3: 1-2):

“Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. Este, de noite, foi até Jesus e lhe disse: — Rabi, sabemos que o senhor é Mestre vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que o senhor faz, se Deus não estiver com ele."

O dito do proeminente dos judeus ao Messias: “Ninguém pode fazer estes sinais que o senhor faz, se Deus não estiver com ele” é a prova de que Deus apoiou Jesus revelando milagres de sua profecia, porque sendo humanos não podem fazê-los. Entre esses milagres, é que ele reviveu o morto, curou o leproso e o cego de nascença, informou o povo da comida que guardavam em suas casas, tudo isso com permissão de Deus. O Messias não tinha nenhum poder ou conhecimento especial neles, porque o Messias é um ser humano, nem mais nem menos.

 * Um benefício sobre a futilidade da crença no pecado original:

Aqui está um bom benefício, o proeminente dos judeus disse ao Messias: "Rabi, sabemos que o senhor é Mestre vindo da parte de Deus", esta é uma ratificação de que o Messias foi enviado por Deus aos judeus, como mensageiro e mestre, porque o mensageiro ensina as pessoas a quem foi enviou o conhecimento que Deus lhe revelou, e é sabido que o Messias ensinou o Evangelho às pessoas e conduziu-as ao bem.

No entanto, o proeminente dos judeus não disse ao Messias que ele veio para as pessoas como redentor, ou salvador, ou sendo filho de Deus, ou deus, e outras palavras prevalentes entre os cristãos.

O Messias ratificou as palavras do judeu, e não disse: "Você está errado em suas palavras", e se o judeu estivesse errado, o Messias teria se oposto a ele, e o teria corrigido e dito que ele veio como um redentor ou salvador, porque este é o seu papel como mestre, ratificá-lo no direito e corrigir o erro, caso contrário ele não seria realmente um mestre.

Infelizmente, a condição dos judeus que Messias foi enviado com os sinais reveladores de sua profecia, não agradou a Deus, Altíssimo seja Ele, visto que estavam separados de Sua obediência, evasivos para praticar as ordens da Torá, suas almas eram arrogantes em ouvir a verdade, eles odiavam pessoas de mérito entre eles profetas e reformadores que os aconselharam, mas eles assassinaram os profetas como mencionado anteriormente, eles glorificaram rabinos desviantes da verdade, dando-lhes o direito de legislar, fazer algo legal ou proibido, e isso é considerado politeísmo porque só Deus tem o direito de legislar, enquanto eles, com isso, tornaram os rabinos e monges parceiros de Deus, isso é igual a Ele.

 * O Messias reúne seus discípulos sinceros ao seu redor quando intensificou a rejeição de seu povo à sua mensagem:

Deus Exaltado e Majestoso diz, relatando sobre o Messias quando intensificou a rejeição de seu povo à religião com a qual foi enviado: "E quando Jesus lhes sentiu a incredulidade, disse: Quem serão os meus colaboradores na causa de Deus? Os discípulos disseram: Nós seremos os colaboradores, porque cremos em Deus; e testemunhamos que somos muçulmanos". (Alcorão, 3:52).

O significado do versículo sagrado: ​​quando o Messias Jesus, filho de Maria percebendo sua insistência em serem descrentes, ele disse a seus discípulos mais sinceros: "Quem estará comigo na defesa da causa de Deus?" Disse a maioria sincera a Jesus: ‘Nós somos os defensores da religião de Deus e os promotores dela, acreditamos em Deus e o seguimos, e seja, ó Jesus testemunha que estamos submetidos a Deus com unidade e obediência.'

 * O Messias previu o perigo de ser assassinado, os judeus planejaram matá-lo:

Poucos judeus acreditaram que o Messias era um mensageiro enviado por Deus, entre eles os discípulos, enquanto muitos deles eram incrédulos. Naquele tempo, a Palestina estava sob domínio romano. Os romanos eram pagãos, não acreditavam em Deus ou em Seus mensageiros, mas acreditavam em deuses humanos que eles próprios inventaram deuses do gado, deuses da semeadura, deuses da guerra, etc. Eles não deram ouvidos aos judeus ou à sua religião, enquanto não saíssem de sua obediência e não fizessem coisas que causariam caos e convulsões internas que poderiam estragar seu império.

O resultado é que os judeus estavam fartos do Messias, então Ele e sua mãe começaram a se mover secretamente entre as cidades da Palestina na companhia de seus discípulos mais íntimos. O Messias sentiu que os judeus pretendiam matá-lo. A ratificação disso está no Evangelho de João (7: 1):

"Passadas essas coisas, Jesus andava pela Galileia, porque não desejava andar pela Judeia, visto que os judeus queriam matá-lo.”

Galileia é uma região da Palestina.

Ele disse aos judeus como manifestado no Evangelho de João (8:37) mostrando que eles não acreditaram em sua mensagem, e queriam matá-lo e se livrarem dele:

“Bem sei que vocês são descendência de Abraão; no entanto, estão querendo me matar, porque a minha palavra não está em vocês.”

Da mesma forma, a manifestação no Evangelho de João (7:25) que os judeus procuraram assassinar o Messias, como evidenciado no seguinte texto:

“Alguns de Jerusalém diziam: Não é este o homem que estão querendo matar?".

E no Evangelho de João (11: 53-57):

“Desde aquele dia, resolveram matar Jesus. Assim sendo, Jesus já não andava publicamente entre os judeus, mas retirou-se para uma região vizinha ao deserto, para uma cidade chamada Efraim, onde permaneceu com os discípulos. Estava próxima a Páscoa dos judeus, e muitos daquela região foram a Jerusalém antes da Páscoa para se purificar. Lá, procuravam Jesus e, estando eles no templo, diziam uns aos outros: — O que vocês acham? Ele não virá à festa?

“Ora, os principais sacerdotes e os fariseus haviam ordenado que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que pudessem prendê-lo."

* Elevação do Messias sem que nenhum dano lhe aconteça, e nela as evidências sobre a invalidade da crença na "crucificação do Messias".

Quando a perseguição dos israelitas ao Messias se intensificou, e ele sentiu o perigo de ser morto, informou ao seu povo que Deus o levantaria até Ele, querendo com isso, reassegurá-los de que seus inimigos judeus não o encontrarão para matá-lo ou causar-lhe o menor dano; isso revela a confiança do Messias com a ajuda e proteção de Deus para ele.

Esta notificação do Messias aos discípulos é manifestada no Evangelho de Mateus (9:15) quando o Messias disse aos alunos de João:

“Jesus respondeu: — Como podem os convidados para o casamento estar tristes enquanto o noivo está com eles? No entanto, virão dias em que o noivo lhes será tirado, e então eles vão jejuar.”

Observem, caros leitores, o que ele diz: “o noivo lhes será tirado”, ele não disse "Será assassinado" ou "será crucificado", e outras palavras que no cristianismo contemporâneo foi baseado na crença de que o Messias foi morto e crucificado.

Isso – também - concorda com o que é relatado em João (3:14): “— E assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do Homem seja levantado,”

Da mesma forma, foi mencionado no evangelho de João que o Messias o informou a seu povo como um sinal de que Deus o elevaria e que ele não mataria ou ele iria crucificar a si mesmo. Portanto, no Evangelho de João (7: 32-36):

“Os fariseus, ouvindo a multidão murmurar essas coisas a respeito de Jesus, juntamente com os principais sacerdotes enviaram guardas para prendê-lo.

Jesus disse: — Ainda por um pouco de tempo estou com vocês e depois irei para junto daquele que me enviou. Vocês irão me procurar, mas não me acharão; vocês também não podem ir para onde eu estou.

Então os judeus disseram uns aos outros: — Para onde ele irá que não o possamos achar? Será que pretende ir para a diáspora entre os gregos, a fim de ensinar os gregos? Que significa isso que ele diz: “Vocês irão me procurar, mas não me acharão; vocês também não podem ir para onde eu estou?"

A frase do Messias: "irei para junto daquele que me enviou" e depois a frase: "Vocês irão me procurar, mas não me acharão; vocês também não podem ir para onde eu estou”, é uma evidência explícita que o Messias não era a pessoa que eles assassinaram e crucificaram.

Da mesma forma, se o Messias fosse a pessoa morta nos madeiros da crucificação, teria existido, e seu lugar seria conhecido por eles, porque eles o procuraram, o encontraram ante eles, o crucificaram e o mataram - supostamente para quem diz isso - como você endireitaria isso com o ditado do Messias: “Vocês irão me procurar, mas não me acharão; vocês também não podem ir para onde eu estou?"

Essas palavras não passariam, exceto com uma de duas, se o Messias reportou algo mentindo, que é procurar e não encontrar, aí aparece a verdade é procurar e encontrar, o que é impossível porque o Messias não mentiu e nunca mentirá.

Ou o Messias foi sincero; Eles procuraram, mas não encontraram e isso não acontece exceto com sua elevação ao céu e que outra pessoa com a semelhança do Messias o substituiu, e foi ele que os judeus mataram acreditando que ele era o Messias. Esta é a verdade que não há dúvida e é a evidência pelas informações dos evangelhos e como foi relatado no Alcorão. Deus Altíssimo é que diz o Alcorão: "E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, mas o confundiram com outro. E aqueles que discordam quanto a isso estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, mas apenas conjecturas para seguir; porém, o fato é que não o mataram. Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo." (Alcorão, 4: 157-158).

* Beneficio:

No dizer do Messias: "Irei para junto daquele que me enviou", há evidências explícitas de que ele é um mensageiro enviado por Deus.

 * Um benefício sobre a invalidade da crença no pecado original:

Aqui está um benefício muito bom, e é que o Messias estava ansioso para salvar-se da morte, indicando que não era nem redentor nem salvador, visto que se fosse assim, teria se entregado aos judeus para que a crença na expiação do pecado original e na crucificação que o cristianismo contemporâneo estabelece, e não teria escapado ou se escondido com a mãe na Galileia e em outros lugares.

* Uma confusão e sua resposta:

Se for dito: foi mencionado no Evangelho de Marcos (15:34) e no Evangelho de Mateus (27:46) que quem Ele estava pendurado no madeiro da crucificação e disse antes de morrer: “ELI, ELI, Limá SABACTANI?" Isto é: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?

Quem disse isso?

A resposta é muito fácil: quem disse isso foi a pessoa crucificada para quem Deus deu a semelhança do Messias. Eles o levaram, o crucificaram, o mataram e o enterraram, e não era o próprio Messias, como Deus diz no Alcorão: "Embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, mas o confundiram com outro. E aqueles que discordam quanto a isso estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, mas apenas conjecturas para seguir; porém, o fato é que não o mataram. Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo" (Alcorão, 4: 157-158).

 * A menção da prova sobre a elevação do Messias Jesus (a paz esteja com ele) para o céu sob a proteção de Deus, e o esclarecimento do erro de judeus e cristãos sobre a alegação de crucificação:

Deus Exaltado Seja diz: "Porém, (os judeus) conspiraram (contra Jesus); e Deus, por Sua vez, também conspirou, porque é o melhor dos conspiradores. E quando Deus disse: Ó Jesus, por certo que porei termo à tua estada na terra; ascender-te-ei até Mim e salvar-te-ei dos incrédulos, fazendo prevalecer sobre eles os teus prosélitos, até ao Dia da Ressurreição. Então, a Mim será o vosso retorno e julgarei as questões pelas quais divergis." (Alcorão, 3: 54-55).

Louvado seja Deus, ele relatou que levantou o Messias ao céu depois de tê-lo induzido a dormir, ele o ergueu com seu corpo e alma no caminho estava na Terra,[55] salvou-o dos judeus que queriam prejudicá-lo que o acusaram de incrédulo para representantes (do Império Romano) que governavam naquela época para matá-lo.

A história é que os judeus, inimigos do Messias, acusaram-no ante as autoridades romanas dominantes da Palestina naquela época com a intenção de matá-lo. Eles o denunciaram a alguns representantes incrédulos (das autoridades imperiais) que mandaram crucificá-lo e assassiná-lo. Eles o mantiveram em uma casa em Jerusalém na tarde de sexta-feira. A causa desta inimizade é que quando Deus enviou o Messias com as evidências e a orientação, os judeus o invejaram pela profecia e milagres brilhantes que Deus lhe concedeu, uma vez que ele curou o cego de nascença, o leproso, e reviveu o morto com a permissão de Deus, e de barro, fez a figura de um pássaro, soprou nele e se transformou em um pássaro que voou com a permissão de Deus Exaltado e Majestoso, além de outros milagres com os quais Deus o honrou, e colocou em suas mãos, para que as pessoas soubessem que ele era um profeta. Mas eles o negaram, discordaram dele e tentaram prejudicá-lo com todo o seu poder, até  ele (a paz esteja com ele) parar de viver entre eles no mesmo lugar. Ele começou a viajar e se esconder deles na companhia de sua mãe (a paz esteja com os dois), mas isso não os convenceu, e recorreram ao rei de Damasco naquela época, que era um adorador incrédulo de planetas; a quem professava sua religião e era chamado “Gregos”. Disseram-lhe que em Jerusalém havia um homem que hipnotizou as pessoas, desviou e corrompeu os súditos do rei. O rei ficou irado e escreveu ao seu representante em Jerusalém - David Ben-Yura - para deter tal pessoa, crucificá-lo e colocar uma coroa de espinhos em sua cabeça, e assim pare de prejudicar seu povo. Quando a mensagem chegou ao governador de Jerusalém, ele cumpriu (com a ordem) e junto com um grupo de judeus, foi para a casa onde estava Jesus (que a paz esteja com ele) com seus discípulos, doze ou treze pessoas, e alguns disseram que havia dezessete pessoas, na tarde de sexta-feira, e o seguraram lá. Quando estavam prestes a entrar, Deus colocou a semelhança do Messias na face de um de seus companheiros presentes com ele, enquanto o Messias estava sendo elevado ao céu por uma abertura no telhado da casa diante do olhar das pessoas que estavam lá; o guarda entrou e encontrou aquele jovem que recebeu a semelhança, pegaram-no acreditando que era Jesus. Então eles o crucificaram e colocaram a coroa de espinhos em sua cabeça como humilhação para ele, gabavam-se disso. A maioria dos cristãos acreditou nos judeus de que havia assassinado o Messias, porque eles não sabiam a verdade do que aconteceu, e não foram testemunhas do que aconteceu dentro da casa. Eles acreditaram como os judeus que aquele que foi assassinado e crucificado era o Messias, e com isso eles se conduziram em um desvio óbvio e sério.[56]

Aqui, alguém pode perguntar e dizer: Por que os judeus odeiam o Messias?

A resposta é: que a mensagem do Messias e seus ensinamentos graciosos contradizem a natureza materialista e gananciosa dos judeus e seus corações duros, arrogantes e teimosos, é por isso que quando ele chegou com eles, o aconselharam e ordenaram que o seguissem, acusaram-no de ser o impostor de um profeta, Eles negaram os sinais que indicavam sua profecia e disseram que ele os fez com o ajuda de demônios.

Ibn Abu Hátim[57] com base em Abdullah ibn ‘Abbas (que Deus esteja satisfeito com ele), narrou: "Quando Deus quis elevar o Messias ao céu, este saiu com seus discípulos que eram doze pessoas, de um poço de água e sua cabeça pingando água, e disse-lhes: "Um de vocês irá me negar doze vezes depois de ter acreditado em mim."

Então ele perguntou: 'Qual de vocês terá a minha semelhança, irá sacrificar para mim, e você estará comigo ao meu alcance?''[58]

O mais novo deles levantou-se, mas disse-lhe: "Sente-se".

Ele perguntou novamente, e o jovem se levantou, mas ele lhe disse: "Sente-se".

Ele perguntou de novo, o jovem se levantou e disse: 'Eu'.

Então o Messias disse-lhe: "Então é você."

Então ele recebeu a semelhança de Jesus e Jesus foi elevado ao céu de uma abertura da casa.

Ele disse: "Os judeus vieram à procura de Jesus, levaram aquele que parecia o Messias, que foi crucificado e morto, então alguns retornaram descrentes doze vezes depois de acreditarem nele, e eles se dividiram em três grupos.” Um grupo deles disse: “Deus esteve conosco o tempo que ele quis, depois subiu ao céu”, são os jacobinos.

Outro grupo disse: “O filho de Deus esteve conosco o tempo que ele quis, então Deus o ressuscitou para si”, são os Nestorianos.

Enquanto outro grupo disse: “O servo de Deus e Seu Mensageiro esteve conosco enquanto Deus quis, então Deus o levantou para si", e estes são os muçulmanos.[59]

Então, os dois grupos incrédulos se voltaram contra o grupo muçulmano e o aniquilaram. Portanto, o Islam[60] foi extinto até Deus enviar o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e conceda-lhe paz).

Ibn ‘Abbas diz: este é o ditado de Deus, Altíssimo seja Ele: "Então, socorremos os crentes contra seus inimigos, e eles saíram vitoriosos." (Alcorão, 61:14).[61]

* Benefício histórico[62]

Quando os judeus crucificaram aquele homem, e o expulsaram com seu madeiro, eles fizeram daquele lugar um depósito de lixo, impurezas, cadáveres e sujeira; assim continuou até a época de Constantino, quando sua mãe Elena o tirou de lá acreditando que ele era o Messias, e eles encontraram o bosque onde a pessoa foi crucificada, eles glorificaram o madeiro e o cobriram com ouro e pérolas. A partir daquele momento, eles foram tomando as cruzes como símbolos, suas formas foram abençoadas e eles se beijaram.

Elena, a mãe do imperador ordenou que o lixo fosse removido e em vez disso construiu uma igreja, adornada com diferentes tipos de decorações, e é conhecida hoje em Jerusalém, que é chamado de "santo sepulcro", referindo-se ao fato de que neste lugar o corpo do Messias foi ressuscitado.

Elena ordenou que o lixo da cidade, do aterro e da terra próxima à rocha considerada o endereço de culto para o judeus[63] e assim permaneceu até Ômar Ibn Al-Khattab,[64] (Deus esteja satisfeito com ele) tomou a cidade de Jerusalém, e ele mesmo com seu manto varreu o lixo e o limpou de sujeira e impureza.[65]

O resultado de tudo isso: é que o Messias não foi o assassinado, mas o assassinado foi outra pessoa, enquanto Deus elevou o Messias ao céu para Si, em um milagre majestoso e uma honra exaltada que não aconteceu a nenhum profeta antes dele; Deus o fortaleceu e derrotou seu inimigos judeus e seus ajudantes, a guarda romana.

Esta é a crença correta que o Alcorão afirma como nós temos mencionado anteriormente.

 * A situação dos filhos de Israel após a elevação do Messias e a aparição de Paulo:

Os seguidores do Messias por um tempo seguiram a crença correta com que o Messias os educou, mas eles sofreram durante esse tempo uma grande perseguição pelos judeus, especialmente por Paulo, o judeu, que era extremamente opressor para com os seguidores de Cristo. Quando Paulo percebeu que a violência não funcionava e não funcionaria, usou com eles o método da hipocrisia, então, fingiu acreditar no Messias, se esforçou para aprender seus ensinamentos até se tornar a pessoa que tinha mais conhecimento entre eles, então mentiu para eles e disse que o Messias revelou um evangelho a ele; acreditou naquilo quem quis acreditar, em seguida, desempenhou seu papel desprezível desempenhado em deturpar a religião do Messias, introduzindo o que não faz parte dele; então inventou a crença de que o Messias é o filho de Deus, a crença no pecado original, a crença na redenção. Tantos dos seguidores do Messias o enfrentaram. Isso é confirmado pelo que Paulo disse de si mesmo, conforme mencionado em 2 Timóteo (1:15):

"Você sabe disso, que todos na Ásia me deram as costas".

Nela, também, ele disse: (4:16): “Na minha primeira defesa ninguém estava ao meu lado, mas todos me abandonaram”.

 * Os quatro estágios do desenvolvimento do cristianismo de Paulo após sua morte:

Apesar de tudo o que Paulo fez por três séculos, o monoteísmo foi o predominante entre os cristãos.

Então, o Concílio de Nicéia foi realizado, e a imposição do dito que estabelece a divindade do Messias com o apoio do imperador romano Constantino para eliminar a disputa na sociedade cristã considerada parte da sociedade romana. Portanto, ocorreu uma evolução no cristianismo que Paulo trouxe.

Mais tarde, o próprio Constantino se converteu ao cristianismo distorcido da religião do Messias e projetado por Paulo, a impôs à sociedade romana deixando sua antiga religião representada em puro paganismo em que não havia correlação nem com o Messias nem com os outros profetas. Então aumentou a força do cristianismo. No entanto, o monoteísmo ao qual pregado pelo bispo Ários era predominante entre os cristãos em Constantinopla, Antióquia, Babel, Alexandria, Assyut, Jerusalém, Cesaria de Palestina e Tiro.

No entanto, bispos não monoteístas começaram a dominar os cristãos com visões e sonhos até a doutrina de monoteísmo,[66] e apenas a doutrina que estabelece a divindade do Messias.[67]

No ano de 380 foi a época do Imperador Teodósio I que se converteu ao cristianismo e com isso o Império Romano oficialmente abraçou a religião cristã com esta versão reformada que Paulo fez e confirmada por Constantino. Então a porta ficou escancarada diante de todos os povos pagãos que estavam sob o Império Romano para adotar o cristianismo.

Estas foram as quatro fases principais do desenvolvimento do cristianismo, era pós-Paulo, levando a sociedade cristã para longe dos ensinamentos do Messias e fazer os cristãos seguirem uma religião que nada mais é do que uma mistura dos mitos de Paulo e crenças pagãs dos romanos.

 * A alteração dos filhos de Israel à Torá e ao Evangelho ao longo do tempo, é considerada um dos elementos mais importantes da representação incorreta da religião de Moisés e do Messias:

Deus, Altíssimo seja Ele, diz, dirigindo a palavra a todas as pessoas instruídas do Povo do Livro (judeus e cristãos): "Ó adeptos do Livro, por que disfarçais a verdade com a falsidade, e ocultais a verdade sendo que dela tendes pleno conhecimento?" (Alcorão, 3:71).

E diz Deus, Exaltado e Majestoso, sobre os estudiosos do Povo do Livro (judeus e cristãos): "Recorda-te de quando Deus obteve a promessa dos adeptos do Livro, (que se comprometeram a) evidenciá-lo (o Livro) aos homens, e a não ocultá-lo. Mas eles o jogaram às costas, negociando-o a um preço irrisório. Que detestável transação a deles!". (Alcorão, 3: 187).

Da mesma forma, Deus, Louvado seja Ele, fala sobre o Povo do Livro (judeus e cristãos): "Ai daqueles que copiam o Livro (alterando-o) com as suas mãos, e então dizem: Isto emana de Deus, para negociá-lo a vil preço. Ai deles, pelo que as suas mãos escreveram! E ai deles, pelo que lucraram!". (Alcorão, 2:79).

Esta alteração é representada pelos quatro Evangelhos escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João após a elevação do Messias ao céu, em que os estudiosos cristãos disseram que eles são o Evangelho Original que estava nas mãos do Messias Jesus filho de Maria e dos discípulos. Mas a verdade em que nã há dúvida, é que são livros (escritos por) humanos, sua escrita foi gravada à mão por quatro homens e isso foi do ano 37 ao ano 110. Então eles chamaram cada versão deles de "Evangelho" como semelhança com o Evangelho que estava nas mãos do Messias, com a intenção de confundir a verdade com a falsidade; eles deram-lhes os nomes daqueles que os escreveram, e assim eles permaneceram: "Evangelho de Mateus", "Evangelho de Marcos”, “Evangelho de Lucas” e “Evangelho de João”. Mas a verdade é que deveria ter sido chamado: "Livro de Mateus", "Livro de Marcos", "Livro de Lucas" e "livro de João", e nunca nenhum deles, deveria ter sido chamado de evangelho.

Deus, Altíssimo seja Ele, exortou o Povo do Livro (judeus e cristãos), dizendo: "Ó adeptos do Livro, foi-vos apresentado o Nosso Mensageiro para mostrar-vos muito do que ocultáveis do Livro, e perdoar-vos em muito. Já vos chegou de Deus uma Luz e um Livro esclarecedor," (Alcorão, 5: 15).

A palavra mensageiro é aqui entendida como se referindo a Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), enquanto a palavra luz se refere ao Alcorão.

Certamente a mudança de estudiosos cristãos para sua religião é a causa que levou à ambiguidade e contradição no cristianismo contemporâneo (e não estou dizendo a religião que trouxe o Messias Jesus filho de Maria). Se a Torá e o Evangelho que estão nas mãos dos judeus e dos cristãos de hoje são a mesma Torá e o Evangelho que estavam nas mãos de Moisés e do Messias filho de Maria, não teria ocorrido desordem e mistério entre os grupos cristãos, e teria sido muito claras as questões de credo, porque Deus descreveu a Torá e o Evangelho que contêm orientação e luz, e orientação e luz são incompatíveis com a presença do mistério na Torá e nos evangelhos existentes nas mãos dos judeus e cristãos hoje.

Do exposto, é evidente que a Torá e os Evangelhos contemporâneos não são os originais revelados aos Seus mensageiros Moisés e Jesus, mas foram escritos por mãos humanas algum tempo depois,[68] contêm muitas alterações expostas dos textos originais; e quem lê o Alcorão com sinceridade e imparcialidade, você verá a diferença entre a palavra de Deus e a palavra do ser humano, e graças a Deus pela emergência do argumento.

 * Nota importante:

Com a ausência do Evangelho que estava nas mãos do Messias, e a presença dos livros escritos por João, Mateus, Lucas e Marcos chamados Evangelhos; (pode-se dizer que) contêm algumas informações verdadeiras porque podem ser considerados livros de história, nos quais há boa nova quanto à humanidade do Messias, e já referimos uma grande parte disso nesta pesquisa, eles também incluem boas novas do Profeta veraz, Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) o Profeta do Islam, que estão perto de trinta.[69]

 * Deus retirou a profecia dos filhos de Israel:

Deus tirou a profecia dos filhos de Israel e a colocou nos filhos de Ismael, e Deus decide e escolhe o que quer. Ninguém tem o direito de se opor às ordens de Deus, isso é apenas para Deus, Glorificado seja Ele. Em seguida, enviou Mohammad, cuja linhagem remonta a Ismael, filho do profeta Abraão para toda a humanidade, filhos de Ismael, e não filhos de Israel. (Deus) tornou obrigatório a todas as pessoas que aderem à sua religião e fazem de sua mensagem o complemento de todas as mensagens dos profetas antes dele.

* A Posição do Messias para judeus, cristãos e muçulmanos:

Os judeus foram negligentes quanto aos direitos do Messias, então eles descreram de sua profecia, negaram e acusaram sua mãe de fornicação, o que é impossível de ser.

Os cristãos exageraram quanto a seus direitos, elevaram-no além de sua humanidade dizendo palavras muito contraditórias sobre ele. Disseram que ele é Deus, filho de Deus e terceiro dos três, houve entre eles quem disse que ele tinha apenas uma natureza, e houve quem dissesse que ele tinha duas naturezas, também alguns disseram que tinham uma essência e outros afirmaram que tinham duas essências.

Enquanto os discípulos e escritores dos quatro evangelhos não citaram nenhuma palavra sobre o Messias ter dito sobre ele mesmo que é o senhor, filho do senhor ou terceiro dos três, também não foi relatada uma única palavra dele para confirmar que disse ao povo: adoram-me.

Quanto à religião do Islam esclareceu a verdade explícita sobre a natureza do Messias manifestada em que ele é um ser humano e mensageiro, Deus o criou no ventre de sua mãe Maria com a palavra Seja e é o Messias no ventre da mãe. Então Deus o enviou aos filhos de Israel e os convidou a adorar somente a Deus, conforme Deus relatou sobre ele no Alcorão dizendo: "Quando o mesmo Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os injustos jamais terão socorredores." (Alcorão, 5:72).

E Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Não lhes disse, senão o que me ordenaste: Adorai a Deus, meu Senhor e vosso!" (Alcorão, 5: 117).

Também Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Sabei que Deus é meu Senhor e o vosso. Adorai-O, pois. Essa é a senda reta." (Alcorão, 3:51).

Da mesma forma, Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Deus é meu Senhor e vosso. Adorai-O, pois! Eis aqui a senda reta!" (Alcorão, 43:64).

E na Surata de Maria, o Messias disse ao seu povo: "E Deus é o meu Senhor e o vosso. Adorai-o, pois! Esta é a senda reta." (Alcorão, 19:36)

Deus, Altíssimo seja Ele, diz: "É inadmissível que um homem a quem Deus concedeu o Livro, a sabedoria e a profecia, diga aos humanos: Sede meus servos, em vez de o serdes de Deus! Outrossim, o que diz, é: Sede servos do Senhor, uma vez que sois aqueles que estudam e ensinam o Livro." (Alcorão, 3:79)

* A explicação deste Versículo Sagrado:

Certamente, é proibido e impossível para o ser humano a quem Deus honrou com a profecia e a revelação do Livro, que ele disse ao povo: "Adorem-me em vez de adorar a Deus", ou "adorem-me com Deus". Isso é impossível vir de um dos profetas (paz e bênçãos estejam com eles), sendo o Messias ou outro. Isto é considerado um dos casos mais horríveis de tudo, que Deus enviasse um homem como profeta e este se autodenomina deus e não profeta; isto é impossível vir de um dos profetas, porque eles são os mais completos em tudo, pessoas com mais adoração a Deus, Altíssimo, ou seja, com mais cumprimento de seus pedidos; e os comandos dos profetas para as pessoas concordam com o que Deus lhes ordenou, que é convidar as pessoas à singularidade, adorar apenas a Deus, avisar das coisas feias e do pior deles associam alguém a Deus e tomam alguém que não seja Ele como deus e senhor.

O Povo do Livro costumava adorar a seus rabinos e sacerdotes, como Deus o Altíssimo diz sobre eles: "Tomaram por senhores seus rabinos e seus monges em vez de Deus, assim como fizeram com o Messias, filho de Maria, quando não lhes foi ordenado adorar senão a um só Deus. Não há mais divindade além d‘Ele! Glorificado seja pelos parceiros que Lhe atribuem!". (Alcorão, 9:31). Isto é, eles tomam seus rabinos e sacerdotes como deuses, eles também adoram o Messias, embora Deus não os tenha ordenado fazer, mas ordenou-lhes o oposto que é parar de adorar a todos que não sejam Deus, e adorem o Deus Único sem associados.

Deus esclareceu a verdade a que cada profeta convida seu povo, dizendo: "Sede servos do Senhor, uma vez que sois aqueles que estudam e ensinam o Livro.", ou sejam sábios, juristas e estudiosos; e ordenando que sejam mestres, Ele considera um direito deles - os profetas -, para o conhecimento de que eles tinham daquele Livro revelado por Deus para eles; também ensinar as pessoas o bem da parte do profeta, exigia que o próprio profeta cumprisse com o que ele ensinou e sendo um exemplo para eles.

O resultado é que o dito de que "os profetas ordenaram seus povos adorarem a si mesmos” é um dito falso, porque todos os profetas ordenaram que Deus fosse adorado e proibiu a adoração de outro que não era Ele.

 Quinto anexo: Uma confusão e sua resposta

Alguns alegaram que o Messias é o filho de Deus (filiação da linhagem), porque o Messias não tem um pai humano, portanto seu pai é Deus, que eles declararam.

A resposta a essa confusão é que essas palavras não são adequadas, porque Deus criou nosso pai Adão e nossa mãe Eva sem mãe ou pai, entretanto, ninguém disse que seu pai é Deus.

Deus é Todo-Poderoso sobre todas as coisas, não importa o que seja impossível para Ele, Deus pode criar um ser humano de homem e mulher, como todas as pessoas; pode criar sem homem ou mulher como no caso de nosso pai Adão, pode criar do masculino sem feminino como é o caso de nossa mãe Eva, a quem Deus criou da costela de Adão, e pode criar da mulher sem homem, como no caso do Messias, filho de Maria. Deus também pode criar do pai idoso e da mãe infértil, como é o caso dos profetas Abraão e Zacarias; também pode não criar nada do masculino e feminino (nem homens ou mulheres) como é o caso dos inférteis; pode criar a partir de um casal apenas homens; pode criar apenas mulheres e pode criar a partir deles machos e fêmeas; Deus Exaltado e Majestoso tem poder sobre tudo as coisas; e se ele quer alguma coisa, ele apenas lhe diz: "Seja" e é., como Deus diz no Alcorão: "O exemplo de Jesus, ante Deus, é idêntico ao de Adão, que Ele criou do pó; então lhe disse: Seja! e foi." (Alcorão, 3:58).

Deus também diz no Alcorão: "A Deus pertence o reino dos céus e da terra. Ele cria o que Lhe apraz; concede filhas a quem quer e concede varões a quem Lhe apraz. Ou propicia igualmente mulheres e varões, e faz estéril a quem Lhe apraz, porque é Poderoso, Sapientíssimo." (Alcorão, 42: 49-50).

O significado do versículo sagrado: ​​A Deus, Exaltado e Majestoso, pertence a soberania do céu e da terra e o que está neles, cria no que quer. Ele concede a quem Ele quer de Seus servos apenas mulheres sem homens, concede para quem quer homens sem mulheres, e concede, a quem quer de homens e mulheres, e faz de quem quer estéril que não pode ter filhos, Ele sabe o que cria, capaz de criar o que deseja, poderoso em para criar o que quer, nada o incapacita de criar o que quer.

Após esta ratificação, caros leitores, o que está mais próximo da razão e a lógica? Dizermos que Deus criou o Messias no ventre de sua mãe com a palavra "seja" e assim, o Messias estava em seu ventre? Ou dizermos que o Messias é filho do Senhor?

Deixo a resposta para o leitor justo e equilibrado em busca da verdade.

Sexto anexo: Um benefício sobre o significado de "Filho de Deus" mencionado em alguns evangelhos[70]

● A frase “filho de Deus” mencionada em partes dos evangelhos, é a compreensão deve retornar à linguagem do Messias (a paz esteja com ele).

Consultando as fontes evangélicas, encontramos que a palavra filho neste contexto significa cuidado, amor, orientação, fé e honra. Esta descrição corresponde ao Messias e seus discípulos em particular, também concorda com os outros filhos de Israel que seguiram o Messias cujas ações estavam de acordo com sua legislação com a qual Deus o enviou.

● Este sentido é evidenciado pelo que é manifestado no Evangelho de João (1.12): “filhos de Deus” ou seja, crentes em Seu nome.

● E na carta de Paulo ao povo de Roma (Romanos 8:14): Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”.

● Depois disse em: (8:16): “O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus.”

● E no Evangelho de Mateus (5:9): “Bem-aventurados os que procuram paz, porque serão chamados filhos de Deus”

 ● Jesus disse para seus discípulos: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste.” (Mateus 5:44-45)

A expressão "filho de Deus" citada nos Evangelhos e nos livros sagrados de cristãos era usada também para se referir ao Messias e seus discípulos, aqueles que acreditam nele e amam o bem e a paz, preservadores da adoração, e não é específica para o Messias, então é evidente que o verdadeiro significado deste termo "filho de Deus" nos evangelhos não é filiação em termos de linhagem e reprodução, mas o significado está relacionado ao cuidado e amor pelos seguidores do Messias.

● O que isso mostra claramente é que a palavra "filho" descreveu muitas pessoas que existiam antes do Messias, uma vez que há uma qualidade exclusiva para ele, que a paz esteja com ele, e aqueles que estavam com ele. Isso é evidenciado pelo que é mencionado no Antigo Testamento quando Deus disse a Davi, a paz esteja com ele: "Tu és meu filho; eu hoje te gerei.[71] Pede-me, e te darei” (Salmos 2: 7-8).

No Antigo Testamento, veio a descrição de todos os filhos de Adão como filhos de Deus, conforme manifestado em Gênesis, no início do capítulo seis falando de homens pós-Adão:

 “Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nas­ceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram”. (Gênesis 6:1-2)

● O acima também indica que a expressão "filho de Deus" é dita em um antagônico "aos filhos de Satanás e filhos das serpentes"[72], como mencionado nos evangelhos ao descrever os judeus: "Ó filhos das serpentes" e todos sabem que eles não são filhos de cobras por linhagem, nem são filhos de Satanás por linhagem, mas foram atribuídos às serpentes por sua astúcia, perigo, e seus venenos intelectuais, foram igualmente atribuídos a Satanás por seus enganos e mentiras.

● O resultado é que quando a palavra "filho de Deus" é mencionada nos evangelhos, não significa filiação de linhagem, mas refere-se à descrição das pessoas a quem essa palavra é dirigida, que estão sob os cuidados de Deus e estão perto de Deus com sua adoração e fé.

Enquanto o segundo sentido de filiação é a filiação da linhagem que ocorre por meio da reprodução, na qual o filho faz parte do pai. Sem dúvida, para aqueles que têm discernimento, razão e fé, este sentido não pode ser atribuí-lo a Deus, Altíssimo seja Ele, porque Ele não gerou ou foi gerado, e não teve um filho ou uma esposa é feito por necessidade, enquanto Deus é Infalível para criar algo e então precisar, Glorificado seja Deus acima disso.

O significado de filiação nos evangelhos é o primeiro sentido, como foi explicado acima.

 * Seção sobre a afirmação do Messias de que ele é um ser humano; isso elimina a disputa e é crucial para o assunto:

O que esclarece o significado da expressão "filho de Deus" manifestada nos evangelhos, a declaração do Messias de que ele é descendente de humanos e que não é divino, e se o Messias fosse realmente filho de Deus, ele não teria dito que ele é humano, porque estaria mentindo, e isso é impensável da parte dele.

A descrição de Cristo (que a paz esteja com ele) foi confirmada, ele mesmo que ele é o filho do Homem em muitos lugares nos evangelhos, e já foi mencionada uma série de testes, incluindo:

● O que se manifesta no Evangelho de Lucas (9:56), que o Messias disse sobre si mesmo:

“Porque o Filho do Homem não veio para perder as vidas dos homens,"

Este versículo é explícito que o Messias não é filho de Deus, mas filho do Homem, isto é, da raça humana.

● No Evangelho de João (8:28), o Messias disse:

"Jesus então lhes disse: “Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, ... e que nada faço de mim mesmo."

Isso não mostra que o Messias é um ser humano, que ele não é descrito com descrição do senhorio?

Se Jesus fosse o Senhor, ele não teria se descrito como humano ao dizer "filho do homem", e não teria dito "e que não faço nada por minha conta”, porque o Senhor do Universo faz tudo e administra todo o universo e, consequentemente, logicamente, não pode ser que o Messias disse: "e que não faço nada por minha conta" sendo ele o Senhor do Universo.

● No Evangelho de Mateus (11:19), o Messias falou à multidão sobre si mesmo ele mesmo disse: “Veio o filho do Homem, que come e bebe”.

● Da mesma forma, o Messias disse a quem queria matá-lo: "Mas, agora, procurais tirar-me a vida, a mim que vos falei a verdade que ouvi de Deus! Isso Abraão não o fez." (João 8:40)

Mas, pelo contrário, quando o Messias (que a paz esteja com ele) recebeu a ordem de: "tu és o filho de Deus”, a conclusão de sua resposta foi que ele é um filho do Homem. Evangelho de João (1: 49-51).

Assim, a descrição do Messias de ser filho do homem, é uma prova óbvia e expressa de que ele é um ser humano. Então que, talvez quem disse essas palavras de si mesmo, teria até pensado que é deus ou filho de deus?

● Nos Evangelhos, encontramos outros sinais sobre a humanidade do Messias, veja Lucas (17:22) (18: 8) e Mateus (12:32).

● O resultado é que a palavra "filho", quando atribuída ao Messias, não significa que o Messias é o filho de Deus em termos de linhagem e reprodução, antes, o significado é que Deus é seu Cuidador e Educador.

 * Seção sobre o significado da palavra “pai”:

A palavra “pai” mencionada em vários lugares do Evangelho também é seu entendimento deve retornar à linguagem do Messias (a paz esteja com ele), e voltando ao Evangelho de João, descobrimos que a palavra pai significa o cuidador, educador e administrador, e sabe-se que Deus é o Administrador de todo o universo, incluindo o ser humano, com este significando que Ele é o Pai do universo. Em João (20:17) a seguir: "Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus".

E os judeus disseram a Jesus: “Temos um Pai, isto é, Deus”. João (8:41).

O Messias disse aos seus discípulos: "Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, te recompensará.". (Mateus 6: 6).

Além disso, ele disse aos seus discípulos: "Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu." (Mateus 6: 1).

E em Isaías (64: 8), a declaração de Isaías: "E, no entanto, Senhor, vós sois nosso pai".

Como essas palavras atribuídas a Jesus ou outras pessoas, elas são inúmeras, e todas são testemunhos de que a palavra (pai) foi usada para Deus com o significado do Educador, que cuida de Seus servos crentes, e não tem noção de paternidade de linhagem. Glorificado seja Deus acima disso.

Com base no acima exposto, quando a palavra do Messias vem no evangelho que Deus é “pai”, refere-se ao Educador e o Cuidador de algo, e não significa o conhecido parentesco de linhagem e reprodução em que a criança é parte do pai.

 * Resumo do acima:

A palavra filho é dita em dois sentidos: verdadeiro e figurado.

O significado verdadeiro: é como quando você diz: "Eu sou Eli, filho de Daniel." Isto significa que Daniel é o seu pai que o gerou e você é o filho dele.

Este é o significado verdadeiro da palavra "filho".

O segundo sentido (figurado): é como quando você diz à criança que caminha no parque com os pais e você quer chamá-la de filho! Venha filho, quero lhe dar um doce.

E é como quando você diz a sua sobrinha que passeia com os pais: Venha filha! Eu quero lhe dar um doce.

Ou quando você diz ao seu sobrinho: filho! Evite ficar acordado até tarde.

Você diz esta palavra "filho" mesmo que ele não seja seu filho verdadeiro, mas você sente que ele é seu filho por causa do amor que sente por ele e porque o educa com suas palavras como se fosse seu próprio filho.

Também é como quando o diretor da escola diz aos alunos na escola:

Filhos! Evitem velocidade ao dirigir.

Ou quando a diretora da escola diz aos alunos: Filhas! Ajudem suas mães.

O diretor e a diretora dirigem essas palavras aos alunos, apesar que eles não são seus filhos reais, mas eles sentem isso, porque são seus educadores.

A mesma regra se aplica à palavra "filho" mencionada nos evangelhos. Esta palavra significa a filiação da educação, do cuidado e do amor; entre ele chamar aqueles que seguiram os ensinamentos do Messias: filhos de Deus; esse não é o verdadeiro parentesco conhecido como parentesco de reprodução, porque Deus não gerou nem foi gerado e não há ninguém como Ele, mas que se refere ao sentido figurado.

● O oposto são leitores corretos e apreciativos. Se você vir um idoso, um amigo do seu pai ou do seu tio na rua e você fala: pai! Precisa de ajuda?

O significado de paternidade aqui, quando se diz "pai" é mostrar respeito e apreciação, e não é a verdadeira paternidade que significa que você é de sua descendência e linhagem.

Da mesma forma, se você disser a uma senhora idosa que carrega coisas com ela, sendo amiga de sua mãe ou tia: Mãe! Precisa de ajuda?

O significado da maternidade, neste caso, ao dizer "mãe" é mostrar respeito e apreciação e não a verdadeira maternidade, o que significa que você tem descendência e linhagem dela, ou que ela deu à luz a você.

7

 Sétimo anexo: Benefícios gerais

1) Será que tomar a cruz como um emblema faz parte da religião do Messias?[73]

○ Os cristãos tomaram a cruz como seu símbolo, adoram-na e juram por ela apesar de ser um objeto inanimado, não beneficia nem prejudica, eles o esculpem em uma oficina, ou marcenaria e então o adoram.

○ Tomar a cruz como um símbolo na religião do Messias não foi mencionado nos quatro evangelhos ou nas cartas anexadas a eles, e a história indica que os cristãos não tomaram a cruz como seu emblema até depois do Concílio de Nicéia organizado em 325, já que os romanos costumavam obrigar os condenados à morte, carregar a cruz até o local de sua execução.

○ O imperador romano Constantino I foi o primeiro a usar a cruz como emblema nos escudos de seu exército e ainda era pagão na época sem ter-se convertido ao cristianismo.

O historiador cristão Dr. Assad Rustom mencionou que em uma batalha no ano 312, Constantino viu acima do disco solar antes do pôr do sol uma cruz de luz escrito: "com isso você vai vencer", ele também viu em seu sonho naquela noite, o Messias usando o mesmo emblema recomendando-lhe aceitá-la como um estandarte com o qual você enfrentaria o inimigo. Quando se acordou de seu sono, ordenou que a cruz fosse desenhada nos escudos de seu exército, ele embarcou na batalha e triunfou; então este símbolo (a cruz) tornou-se a bandeira do Estado Romano.[74]

○ Isso mostra a fragilidade das bases em que se baseia o cristianismo, desde a cruz que os cristãos tomam como emblema, sua origem foi uma visão de um sonho e não é uma revelação do Senhor (Deus) ou ensino do Messias escrito em um dos quatro evangelhos que foram escrito após sua elevação.

○ No melhor dos casos, para que a cruz seja um emblema correto dos cristãos deveriam ser dos ensinamentos de Paulo, mas nem este ou outro, e ainda assim os cristãos o fizeram como um emblema da religião do Messias, e o Messias não sabe nada sobre ela e nem mesmo foi crucificado na cruz.

○ Adicione a isso que os cristãos deveriam odiar a cruz por ser o instrumento no qual seu deus foi crucificado - como eles acreditam.

Não é assim, caros leitores e caras leitoras?[75]

2) Um benefício no esclarecimento da origem e nascimento do termo "cristianismo"[76].

○ O termo "cristianismo" ou "cristão" não era conhecido na época do Messias ou depois dela. Nem esta palavra existe em qualquer um dos quatro Evangelhos. Sua origem foi quando os romanos pagãos, habitantes de Antióquia e de outros lugares, observaram que uma mudança clara estava ocorrendo com o grupo que seguia Paulo, representados em judeus e pagãos convertidos aos ensinamentos de Paulo, e eles se distinguiram claramente do resto dos judeus ligados à sua religião judia, então eles chamaram este grupo de cristãos - relativo à paz do Messias estar com ele -, e esta é a prova do acima:

É afirmado em Atos (11:26):

"Em Antióquia é que os discípulos, pela primeira vez, foram chamados pelo nome de cristãos."

Isso foi cerca de quinze a vinte e cinco anos após o Messias ter sido elevado.

○ Isso é corroborado pelos pagãos que entraram na religião de Paulo, eles próprios precisavam de um símbolo de identidade para permanecer sob sua bandeira após ter se separado de suas antigas bases pagãs, então eles entraram na nova religião constituída por Paulo, mas eles precisavam que esta religião era diferente da religião original com a qual ele foi enviado o Messias, então eles se chamavam de cristãos.

○ Com base no acima, chamar o cristianismo ou os cristãos os seguidores do Messias que estavam no tempo de Jesus, um quarto de século aproximadamente depois que o Messias foi elevado, é considerado um erro religioso e histórico, que contribui para misturar e distorcer a imagem entre a religião verdadeira e a religião falsa, por um lado, e entre os seguidores do Messias e seguidores de Paulo, por outro lado.

○ A religião de Paulo, mais tarde chamada de “cristianismo” - como observam caros leitores ​​- contém crenças, rituais, ritos pagãos, segredos misteriosos e complexos, ninguém poderia ou será capaz de entender ou responder mesmo os grandes estudiosos da religião cristã poderiam ao longo dos vinte séculos anteriores.

3) Adoração, costumes, rituais e benefícios pessoais entraram na religião do Messias depois de elevá-lo ao céu[77]

A religião do Messias e sua mensagem - antes que ele fosse elevado e sua religião foi sujeita a alterações por parte de Paulo - era simples e fácil, livre de complexos, controle sacerdotal existente nas igrejas católicas, copta e oriental como o regime de papas, patriarcas, cardeais e monges, a música não era tocada no templo onde o Messias orava, nem sinos eram tocados, cruzes não eram penduradas, não houve confissão de pecados perante os padres, não havia indulgências, nem o casamento foi proibido para padres ou monges antes do Conselho de Nicéia, nem havia imagens do Messias e sua mãe, não havia chamados de Natal ou de árvore de Natal ou "Papai Noel", também não existiam celebrações, exceto aquelas celebradas por seu povo, os judeus, a maioria importante, Páscoa, ou a festa de Purim (comemoração de Ester), fora dele, o Messias não celebrou ou ordenou para fazê-lo, o que prova tudo isso é que nada foi mencionado nos quatro Evangelhos, e se existisse, teria sido citado, pois são consideradas coisas, que se esforçariam para serem transmitidas, então, com base no acima, todos esses costumes surgiram na religião do Messias, ele não sabia deles e nem ele nem seus discípulos os celebraram.

Infelizmente, a maioria dos cristãos hoje comem carne de porco e cometem adultério, apesar do adultério ser uma das coisas desagradáveis censuradas pela religião, razão e natureza, já que muitos deles o cometem sem vergonha de Deus ou pessoas, neste, são os mesmos estudiosos ou outros, chamados paroquianos, eles cometem fornicação em igrejas que são casas de culto para eles, embora a fornicação seja proibida em seus livros, os padres cometem este com mulheres casadas, e nisso há um atentado à dignidade de seus maridos sem se importar e sem se sentir culpados, e talvez uma delas fica grávida dele, então, por exemplo, uma menina nasce para ele, e o marido desta mulher - que coabitava com o padre e estava grávida dele – encarrega-se de criá-la até que ela cresça, acreditando que ele é seu pai e não é. É claro que a mulher pode saber a verdade, mas não pode revelar o segredo para que ela não se exponha, e talvez ela não saiba que a menina pertence ao padre porque os dois convivem com ela, o marido e o sacerdote. Quando a menina cresce e já está grande, ela vai à igreja, talvez o seu verdadeiro pai (o padre) a atraia para sua cama, sem ele saber que é seu próprio pai, e gosta disso. Portanto, que luz e que amor - mas que diabo os padres trazem aos seus paroquianos?

No Evangelho de Mateus (5: 27-30) na proibição do adultério, o Messias disse aos seus discípulos:

"Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher já adulterou com ela em seu coração."

“Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros a que o teu corpo todo seja lançado no Inferno”.

"E se tua mão direita é para ti causa de queda, corta-a e lança-a longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros a que o teu corpo inteiro seja atirado no Inferno."

Com relação a comer carne de porco, foi mencionado em Levítico (11: 7) que o Senhor disse a Moisés e Aarão quando falava dos animais que são proibidos de comer:

“E o porco, porque embora tenha o casco dividido, forma um casco fenda, não mastiga; será impuro para você”.

A realidade é que os cristãos - incluindo padres - comem carne de porco com ganância, qual é o apego à religião do Messias na qual eles são os cristãos?

4) As causas da fraqueza na propagação da verdadeira mensagem do Messias após levantá-lo ao céu.[78]

○ A súbita ausência do Messias na terra e por meio de um método violento através da intervenção do governo romano causou um forte trauma psicológico nos discípulos do Messias e seus seguidores se tornaram econômica, psicológica e intelectualmente fracos, uma vez que entre eles não houve um único discípulo que teve influência e relevância com quem ele poderia levar a proteger a mensagem do Messias e fazê-la continuar e publicá-la, porque eles próprios enfrentaram a opressão dos judeus, sua única preocupação era se salvar da tortura ou da perseguição. Então eles se afastaram completamente da ideia de proteger a mensagem do Messias e fazer com que ela continuasse e fosse publicada, o que levou à fraca disseminação de sua mensagem e sua religião em um nível geral, dando portanto, a oportunidade para o judeu Paulo começar a representar erroneamente a mensagem do Messias, e com isso o caminho foi aberto para ele.

○ Das causas mais importantes de fraqueza na publicação dos ensinamentos do Messias, é que Paulo puxou o tapete de debaixo dos discípulos do Messias quando ele fingiu ser um discípulo designado de Jesus, então ele e não os discípulos do Messias que foram deixados sem importância entre as pessoas por tomar sua religião, havendo um novo apóstolo entre eles – como acreditavam - de quem eles poderiam tirar a religião diretamente, o que causou uma fraca propagação da verdadeira religião do Messias.

○ O que pode ser dito sobre isso é que entre as causas da fraca divulgação dos ensinamentos do Messias após sua elevação, é que os judeus certamente desfrutaram de sua vitória sobre o Messias ao assassiná-lo – como acreditavam - então eles concentraram seus esforços nos discípulos para desenraizar sua mensagem desde suas raízes e pare de postar de várias maneiras, gerando a oportunidade para o judeu Paulo iniciar a alteração da mensagem do Messias e sua prática na realidade.

○ Entre as causas de fraqueza na publicação dos ensinamentos do Messias, também, não preservando a cópia original do Evangelho que estava em mãos do Messias e seus discípulos, uma vez que é claro, lógico e evidente que o Evangelho que estava nas mãos do Messias e a quem deu luz, não é um dos quatro Evangelhos que estão nas mãos dos cristãos hoje, também não se aplica a nenhum deles, porque todos os quatro evangelhos foram escritos após a elevação do Messias, e com eles as vinte e três epístolas anexadas a eles, que são ao todo vinte e sete livros. Esses livros foram escritos por pessoas que não tiveram contato direto com o Messias e não o viram um único instante, mas os escreveram depois que ele foi elevado ao céu. É por isso que leva seus nomes, e seu conteúdo não corresponde com o texto ou com as crenças e histórias, além de conter muitas contradições e diferenças.

5) Cinco fatores para saber por que o cristão e a cristã continuam em sua religião, apesar das contradições que ela contém?[79]

○ Primeiro fator: Certamente a maioria dos cristãos não lê os quatro evangelhos e suas vinte e três epístolas, porque as palavras neles são longas, ramificadas, contraditórias e incompreensíveis, também, os padres não fornecem respostas convincentes às suas perguntas, porque eles próprios não os entendem suficientemente, e sobre isso têm razão, porque esses evangelhos são palavras de seres humanos como eles, traduzidas de outro idioma, seus autores são totalmente desconhecidos, e o processo de modificação continuou ao longo do tempo. Por esse motivo, eles não podem ser compreendidos pelo ser humano.

O resultado é que os cristãos não leem seus evangelhos, porque isso não é requisito de sua religião, e quem os lê, não excede as súplicas que eles contêm.

○ Segundo fator: dada a natureza da religião cristã contemporânea com suas complexas e misteriosas crenças pagãs, rituais e ritos que evitam o uso da razão e da lógica, estudiosos cristãos, em toda a seu história, se dirigiram para não encorajar seus seguidores a fazerem perguntas, consultar sobre ela, sobre livros ou sobre erros e contradições que eles contêm, e eles consideraram simplesmente pedir sobre esses assuntos uma prova de não ter fé nesta religião na qual se deve acreditar sem compreensão ou uso da razão.

A causa desta proibição é a sua certeza de que quem pensa entre as pessoas - especialmente seitas - em sua religião, crenças, rituais e ritos pagãos, vão despertar neles muitas perguntas e interrogações sobre o que você não encontrará respostas ou esclarecimentos lógicos e satisfatórios, seja dos sacerdotes ou de outros, e isso sem dúvida levará à confusão, e não confiar em sua religião, então eles irão renunciar a ela e odiá-la.

Portanto, é o suficiente para os padres resmungarem aos paroquianos por perguntar, ou responder com um argumento fraco de que não vale um centavo dizendo "isso é mistério".

É sabido que a verdadeira religião não tem mistérios, e por que mistérios? Como seria possível para a mente a pessoa andar na luz sendo este um dos mistérios?

Além disso, não está registrado nos quatro evangelhos e seus anexos que o Messias foi perguntado por alguém e não deu uma resposta, ou disse: "isso é mistério", mas em vez disso foi com a multidão e respondeu as perguntas, ele ensinou-lhes a adoração a Deus e que ele era um profeta, e mencionou anteriormente uma série de testes evangélicos a esse respeito.

Então, se os sacerdotes realmente pegassem o exemplo do Messias, eles fariam o que ele fez.

Se os cristãos lessem seus próprios livros e os verificassem cuidadosamente, longe dos padres, eles descobririam a verdade, que esses livros não podem ser o Livro de Deus, e eles descobririam que o cristianismo contemporâneo não pode representar a religião do Messias, mas a maioria deles imita sua sociedade cristã sem o escrutínio de suas crenças, imitar os pais e a sociedade ou por temer o domínio de padres, ou porque eles entraram no cristianismo por causa da exploração dos missionários do fator de pobreza, ignorância ou doença como ocorre na África, onde atraem os pobres com remédios, educação e dinheiro, em troca de oferecer-lhes uma de suas filhas, para desfrutá-la quando querem, e então esse ignorante entra no cristianismo para conseguir o que o missionário lhe prometeu.

Como resultado do exposto, é incrível descobrir que a maioria dos cristãos - árabes ou não árabes - não conhecem sua religião ou sua história, nem sabem como suas crenças, ritos e rituais nasceram e se desenvolveram, não conhecem seus evangelhos, quando e como foram escritos? Exceto para acadêmicos, missionários profissionais e especialistas na comparação das religiões.

○ Terceiro fator: Certamente que o que é estabelecido pela sociedade cristã e Igrejas cristãs nos corações de todos os cristãos que sua religião é a religião correta, e que o caminho em que você segue o levará a salvação, esta é a hipótese mental profunda e enraizada em suas mentes, é que eles andam na luz e na verdadeira religião, apesar de se uma pessoa lhes fizer perguntas básicas sobre sua religião, sua resposta será "Não sei" ou "Você não deve perguntar isso", enquanto nunca espere responder-lhe com argumentos científicos profundos e convincentes.

○ Quarto fator: Dentre os fatores que contribuíram para a permanência de cristãos em sua religião, não tem interesse em analisar as informações constantes em seus livros e garantem sua validade, autenticam suas fontes já que dependem de palavras de anônimos e estranhos, e não se importam se é transmitido com credibilidade a partir do Messias, ou são apenas histórias, visões ou sonhos.

Os cristãos recusaram a bênção de buscar e usar a mente que Deus dotou-os, e eles entregaram o controle da direção para seus sacerdotes, eles os dirigem como querem e ditam tolices e absurdos para eles; e se o pensamento de um dos paroquianos desperta e tem coragem suficiente fazendo ao padre uma pergunta lógica, o padre é incapaz de resposta, ele responde dizendo: "a resposta é um mistério."

E a verdade é que não sabem a resposta, pois o conhecimento do aluno iniciante deles iguala o conhecimento do maior dos padres em assuntos como esses. Portanto, eles não foram iluminados com a legislação clara, nem foram guiados pela mente.

Sabe-se que a questão de credo quando isenta de provas legítimas e lógicas, é considerada parte do que Satanás e seus seguidores gizem.

○ Quinto fator: Dentre os fatores da permanência dos cristãos em sua religião, há o compartilhamento de histórias, anedotas e visões que transferem os padres e com eles enganam as mentes dos paroquianos e daqueles que pregam - como eles fingem -, iniciado por Paulo que afirmava ter visto o Messias em um sonho, e Constantino que viu a cruz em seu sonho, até a atualidade; já que você vai encontrar os padres contando-lhe a que missão - por exemplo - que fulano viu o Messias no sonho, ordenou-lhe entrar no cristianismo, ele se converteu, e ocorreu muito bem com ele, e outro que estava na prisão, teve um sonho em que viu a cruz, entrou no cristianismo e então ele saiu da prisão e outros mitos. E se o cristianismo fosse verdadeiramente a religião de Deus, e os quatro evangelhos e seus anexos fossem o verdadeiro livro de Deus, os sacerdotes não teriam necessidade de visões e sonhos, mas o padre teria retornado a eles, teria respondido (às perguntas) deles, e o padre teria resistido em debates científicos e não teria escapado deles e recorrido ao estilo de atração, citando contos e visões ou usando o estilo de intimidação através do método de espancamento e estupro nos quartos da igreja, ou evitando a resposta dizendo "isso é mistério apenas os padres sabem disso”.

Deve-se saber que Satanás tem a capacidade de manipular as mentes de pessoas em sonhos, então cuidado deve ser tomado como religião a verdade não é tirada dos sonhos, mas da revelação firme e preservada de Deus, caso contrário a pessoa pode dormir e sonhar que se tornou rei, presidente ou um homem rico, e quando ele acorda ele percebe que continua igual.

8

 Oitavo e último anexo: Murmúrios de fé sinceros São murmúrios de fé, de coração a coração;

Estes são sopros de fé, de coração para coração; compreendê-los, remover obstáculos e resolver problemas entre os seguidores da religião cristã e entre o seu entendimento e convicção com a religião do Islam, peço a Deus que se beneficie deles.

* Primeiro sopro:

Deus enviou Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), com a religião do Islam para toda a humanidade, gênios e humanos, árabes e não árabes, negros e brancos, filhos de Israel, e não filhos de Israel; Deus diz no Alcorão: "E não te enviamos, senão como universal (Mensageiro), alvissareiro e admoestador para os humanos." (Alcorão, 34:28). Também diz: "E não te enviamos, senão como misericórdia para a humanidade." (Alcorão, 21: 107). E diz: "Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós." (Alcorão, 7: 158).

A religião do Islam substituiu todas as religiões que existiam antes ela, e não haverá uma religião depois. Deus impôs a todos, gênios e humanos, a aderirem a ela, porque é a última religião preservada da deturpação e mudança.

Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) é o último  Profeta, quem acredita nele, terá acreditado em todos os profetas antes dele.

Deus, Altíssimo seja Ele, diz sobre Seu profeta Mohammad: "Mas sim o Mensageiro de Deus e o derradeiro dos profetas." (Alcorão, 33:40).

E o Alcorão é o Livro final; quem acredita no Alcorão, terá acreditado em todos os livros celestiais antes dele, e é o Livro preservado desde que foi revelado por Deus quatorze séculos atrás, não foi tocado pela mão da alteração e mudança como aconteceu com os livros antes dele, ele não foi exposto à perda, sua cópia original foi preservada como está há quatorze séculos, e todas as cópias do mundo são impressas de acordo com essa cópia.

Da mesma forma, o Alcorão é preservado nos seios dos homens e mulheres por quatorze séculos, como milhões de pessoas memorizam tudo ou parte dele, Deus prometeu preservá-lo até o fim do mundo. Deus, Louvado seja ele, diz: "Nós revelamos a Mensagem e somos o seu Preservador" (Alcorão, 15: 9). A Memória é o Alcorão, Deus o chamou assim porque nele há menção de todas as crenças e as adorações de que o Homem necessita, nele está a memória para quem queira refletir, lembre-se do seu propósito na vida, lembre-se da bênção de Deus sobre ele, guiando-o para o caminho reto que leva ao Paraíso e salva de Inferno; Com a leitura do Alcorão, a exortação ocorre à pessoa, se abstém do que Deus proíbe ao ler sobre as consequências de que desobedece a Deus e sente energia para obedecer a Deus ao ler na recompensa daqueles que O obedecem.

Mais tarde, Deus disse: "e somos o seu Preservador", ou seja, ele o preservou de deturpação no momento da divulgação e após a divulgação. No momento de revelá-lo, ele o escondeu do ouvido de qualquer demônio apedrejado; depois de revelá-lo, Deus o preservou no coração de Seu Mensageiro que memorizou e então depositou no coração de sua comunidade até hoje e até o Dia do Julgamento. Deus protegeu Suas palavras de mudanças, de ascensão e queda, preservou seus sentidos de mudança, então quem quer alterar um sentido, Deus envia quem mostra o seu erro e responde a você.

 * Segundo sopro:

Vamos ler juntos esta orientação divina que Deus revelou há mais de quatorze séculos para esclarecer às pessoas a verdade da Mensagem de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz): "Ó humanos, por certo que vos chegou o Mensageiro com a Verdade de vosso Senhor. Crede, pois, nele, que será melhor para vós. Porém, se descrerdes, sabei que a Deus pertence tudo quanto existe nos céus e na terra e que Ele é Sapiente, Prudentíssimo." (Alcorão, 4: 170).

"Ó humanos, já vos chegou uma prova convincente, do vosso Senhor, e vos enviamos uma translúcida Luz". (Alcorão, 4: 174). "Dize: Ó humanos, já vos chegou a verdade do vosso Senhor, e quem se encaminha o faz em benefício próprio; e quem se desvia o faz em seu próprio prejuízo, porque não sou o vosso guardião". (Alcorão, 10: 108).

Caros leitores, não vamos nos confundir, vamos deixar a imitação de lado pais e avós, o assunto envolve uma eternidade no Paraíso ou uma eternidade no Inferno.

Sim, vamos voltar para nós mesmos e nosso Senhor, vamos responder a seu pedido antes que seja tarde, a pessoa terá a chance de acreditar Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) entre na religião do Islam, obtenha o triunfo da salvação eterna e verdadeira nesta vida, e a alma está pronta e ainda está no corpo, não partiu; quem aproveitar dessa oportunidade, deixe-o se alegrar com o bem, e quem quer que a perca, deixe-o se expor para este versículo: "Se alguém almejar (impingir) outra religião, que não seja o Islam (ela) jamais será aceita e, no Outro Mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados." (Alcorão, 3:85).

Com base no acima exposto, o dever de todos que já ouviram falar do Islam é entrar, se ele não tiver rejeitado o que Deus revelou ao seu último Mensageiro, e ele terá se exposto a uma punição dolorosa que é entrar no Inferno e fique nele para sempre.

Deus, Altíssimo seja Ele, diz: "Em verdade, Deus amaldiçoou os incrédulos e lhes preparou o Fogo abrasador, Onde permanecerão eternamente; não encontrarão protetor ou socorredor. No dia em que os seus rostos estiverem voltados para o fogo, dirão: Oxalá tivéssemos obedecido a Deus e ao Mensageiro!" (Alcorão, 33: 64-66).

O Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse: Por Aquele em cujas mãos está a alma de Mohammad, aquele dentre esta nação, judia ou cristã, ouça sobre mim, mas não acredite o que me foi enviado,[80] e morrer neste estado (de descrença), será um dos habitantes do fogo do Inferno”.

O dever de todos que querem se salvar do Inferno no Dia do Julgamento e entrar ao Paraíso, é apressar-se a acreditar em Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) e submeta-se à lei islâmica, antes da alma chegar à garganta e morrerá sem acreditar no que Deus ordenou, e assim morrerá como incrédulo, ele entrará no Inferno, e lá ele permanecerá eternamente, e mais tarde se arrependerá quando o arrependimento não for mais útil.

 * Terceiro sopro:

Certamente, a religião que os cristãos seguem atualmente, não concorda com a religião que foi enviada ao Profeta de Deus, Jesus, Filho de Maria, mas é muito diferente dela. Jesus, filho de Maria, não disse ao povo: "Tomem a mim e a minha mãe como deuses em vez de Deus", ele não disse às pessoas que é filho de Deus, não lhes disse que ele é o terceiro de três; isto é impossível para ele dizer, e já foi falado no início desta pesquisa.[81]

Fora isso, ninguém pode alegar que os evangelhos que estão nas mãos dos cristãos hoje concordam com o Evangelho que estava nas mãos de Jesus, nem mesmo um deles, e já foi manifestado isso e é o suficiente para quem deseja seguir a verdade.

Como poderia ser certo para os inteligentes - a situação é extrair suas crenças de livros alterados para chegar ao que é mais estimado do que qualquer pessoa inteligente busca conquistá-lo nesta vida, que é a satisfação de Deus e depois entrar no Paraíso?

Vamos deixar de lado os evangelhos que estão em nossas mãos, porque Deus Ele o trocou por nós por outro livro, preservou-o de mudanças, substituições e deturpação. Então, vamos aceitar e seguir para obter o perdão, o guia e para que cheguemos à religião verdadeira e correta na qual existe mistério, ambiguidade ou contradição, a religião que dá percepção correto dos profetas Jesus, Moisés, Mohammad e os outros profetas. Deus Exaltado e Majestoso diz no Alcorão: "Ó adeptos do Livro, foi-vos apresentado o Nosso Mensageiro para mostrar-vos muito do que ocultáveis do Livro, e perdoar-vos em muito. Já vos chegou de Deus uma Luz e um Livro esclarecedor". (Alcorão, 5: 16-17).

Deus tornou fácil neste livro confirmar que a religião que os cristãos de hoje acreditam é radicalmente diferente da verdadeira religião que foi enviada a Jesus, filho de Maria, Deus também facilitou para confirmar que em outro livro com o título: "At-taghayuru at-tadríji fí risálati al-Massíh ‘Issa ibn Maryam as-sahíha ‘alá madá ‘ichrína qarnan”.[82]

 * Quarto sopro:

Aquele que merece adoração é o Deus Único, ninguém além d'Ele merece, enquanto Jesus, filho de Maria, não merece nem ele nem qualquer uma das criaturas se dirigem a eles com algum tipo de adoração, porque são seres humanos como nós, e associarem alguém com Deus na adoração, é o pior pecado e é uma das questões que não satisfazem o Senhor do Universo, Deus, Altíssimo seja Ele, não satisfez os próprios profetas, nem Jesus, nem Mohammad, nem Moisés, nenhum profeta.

Os próprios profetas adoraram a Deus, ordenaram que seus povos adorassem Deus, eles os proibiram de adorar outro junto com Deus, eles mostraram a eles que isto é idolatria que Deus nunca perdoa se a pessoa morre neste estado, e o faz o merecer Inferno - nós nos refugiamos em Deus – e fique nele para sempre.

Adorar a Deus Único e deixar de adorar outros que não Ele é o foco de mensagem de todos os profetas, como Deus, Exaltado Seja, disse no Alcorão Sagrado: "Jamais enviamos mensageiro algum, antes de ti, sem que lhe tivéssemos revelado que: Não há outra divindade além de Mim, portanto, adora-Me!". (Alcorão, 21:25).

Além disso, a unidade de Deus na adoração é o princípio de acordo com a razão, porque Deus é o Criador, o Sustentador, o Administrador deste universo, então ele é Aquele digno de adoração, enquanto Jesus é um ser humano, criado, precisa dos outros, como seria então igualar o homem ao Senhor do Homem na adoração?

A mensagem do Messias aos filhos de Israel foi focada na adoração a Deus Único e pararem de adorar alguém que não seja Ele, seja ele quem for. Deus diz no Alcorão, revelando a verdade sobre a mensagem do Messias: "O Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os injustos jamais terão socorredores." (Alcorão, 5:72).

Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Não lhes disse, senão o que me ordenaste: Adorai a Deus, meu Senhor e vosso!"  (Alcorão, 5: 119).

Também Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Sabei que Deus é meu Senhor e o vosso. Adorai-O, pois. Essa é a senda reta." (Alcorão, 3:51).

Da mesma forma, Deus disse sobre o Messias que ele disse ao seu povo: "Deus é meu Senhor e vosso. Adorai-O, pois! Eis aqui a senda reta!" (Alcorão, 43:64).

Digo: Se o Messias estivesse entre nós, ele teria negado o que cristãos veementemente, como Deus, Altíssimo seja Ele relata, no Alcorão Sagrado que irá perguntar a ele no Dia do Juízo: "E recorda-te de que quando Deus disse: Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu que disseste aos homens: Tomai a mim e a minha mãe por duas divindades, em vez de Deus? Respondeu: Glorificado sejas! É inconcebível que eu tenha dito o que por direito não me corresponde. Se o tivesse dito, tê-lo-ias sabido, porque Tu conheces a natureza da minha mente, ao passo que ignoro o que encerra a Tua. Somente Tu és Conhecedor do desconhecido. Não lhes disse, senão o que me ordenaste: Adorai a Deus, meu Senhor e vosso! E enquanto permaneci entre eles, fui testemunha contra eles; e quando quiseste encerrar os meus dias na terra, foste Tu o seu Único observador, porque és Testemunha de tudo." (Alcorão, 5: 116-117).

 * Quinto sopro:

Leiam, queridos leitores, este chamado divino:

"Constatarás que os piores inimigos dos crentes, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos crentes são os que dizem: Somos cristãos! porque possuem sacerdotes e não se ensoberbecem em coisa alguma. E, ao escutarem o que foi revelado ao Mensageiro, tu vês lágrimas a lhes brotarem nos olhos; reconhecem naquilo a verdade, dizendo: Ó Senhor nosso, cremos! Inscreve-nos entre os testemunhadores! E por que não haveríamos de crer em Deus e em tudo quanto nos chegou, da verdade, e como não haveríamos de aspirar a que nosso Senhor nos contasse entre os virtuosos? Pelo que disseram, Deus os recompensará com jardins, abaixo dos quais correm os rios, onde morarão eternamente. Isso será a recompensa dos benfeitores." (Alcorão, 5: 82–85).

 * Explicação dos versículos:

Deus disse a Seu Profeta Mohammad, (Deus o abençoe e lhe dê paz):

Ó Mensageiro! você vai descobrir que os judeus são as pessoas com inimizade mais forte para aqueles que acreditaram em você e seguiram você; isso por causa da teimosia, ingratidão e arrogância em seguir a verdade, também quem associar outras pessoas a Deus na adoração, como pagãos, etc. Certamente, eles estão entre as pessoas com mais inimizade contra você e sua religião.

Então ele disse: Você vai descobrir que aqueles que estão mais próximos no afeto dos muçulmanos, são aqueles que dizem: Somos Cristãos, porque há entre eles estudiosos e adoradores e porque são modestos, não se orgulham de aceitar a verdade, e estes são os que aceitaram a mensagem de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) quando ouviram isso, eles acreditaram nele, e então eles se converteram ao Islam.

O que indica sua proximidade com os muçulmanos é que um grupo deles, verterem lágrimas quando ouviram o Alcorão, então, provaram que é a verdade revelada de Deus, Exaltado Seja, eles acreditaram em Deus e seguiram Seu Mensageiro, entraram no Islam, imploraram a Deus para serem as testemunhas, isto é, atestando a singularidade de Deus, a mensagem de Seus mensageiros, e dando testemunho às nações anteriores, no Dia de Julgamento, que seus mensageiros transmitiram as mensagens de seu Senhor a eles.

Das qualidades desses crentes cristãos, que entraram no Islam, é que eles dizem: Não seremos censurados por acreditamos em Deus, acreditarmos na verdade revelada por Deus a Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), segui-lo e aderir à sua religião? O Messias convidou seu povo a acreditar em Mohammad foi enviado ao povo, sua mensagem complementa a mensagem do Messias, então qual é a nossa falha em segui-lo, se, seguindo-o e nos convertendo ao Islam, ganharemos a honra de obedecer aos profetas, o Messias e Mohammad, e de lá entrar no Paraíso; enquanto que se não obedecermos a ele e não entrarmos em sua religião, estaremos desobedecendo aos profetas Messias e Mohammad, e nos exporíamos na ira de Deus, Exaltado e Majestoso, e mereceríamos entrar no Inferno?

Deus vai recompensá-los pela verdade que falaram, por valorizarem a sua conversão ao Islam e implorado para estar entre os piedosos, com isso, eles vão ser recompensados com jardins, sob os quais, correm rios, onde ficarão, não os deixarão ou serão mudados, sendo do benfeitores em palavras e atos.

 * Sexto sopro:

A pessoa inteligente não tem escolha a não ser se converter à religião do Islam, que Jesus, filho de Maria, pediu a seus discípulos que seguissem. Se você, caro leitor, aceitar isso, então há apenas entre você e seguir a religião do Islam, a pronúncia do testemunho de fé do Islam, que é considerado o primeiro pilar do Islam e a chave para entrar nele.

Testemunho que não há outra divindade além de Deus; e testemunho que Mohammad é o mensageiro de Deus.

Esta é a palavra comum que Deus mandou todas as pessoas dizerem, já que Deus ordenou Seu Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) ordenar ao Povo do Livro (judeus e cristãos) e dizer-lhes:

E testemunho que o Messias Jesus, filho de Maria, é Seu servo e Mensageiro.

Se a pessoa pronunciar esse testemunho, ele com isso crê de coração que o Messias não é Senhor, nem Filho do Senhor, nem é Deus, nem Filho de Deus, que ele não foi crucificado, nem foi morto, mas Deus o elevou para o céu, honrado e glorioso, e que a crença do pecado original é fábula e não é verdadeira.

"Dize-lhes: Ó adeptos do Livro, vinde, para chegarmos a um termo comum, entre nós e vós: Comprometamo-nos, formalmente, a não adorarmos senão a Deus, a não Lhe atribuirmos parceiros e a não nos tomarmos uns aos outros por senhores, em vez de Deus. Porém, caso se recusem, dize-lhes: Testemunhai que somos muçulmanos." (Alcorão, 3:64).

O significado do versículo: Diga: Ó Mensageiro! Para o povo do Livro (os judeus e cristãos): Venha para uma palavra comum entre nós, que é uma palavra de justiça e verdade com a qual todos nos comprometeremos, representada em dirigir a adoração exclusivamente a Deus, sem tomar qualquer parceiro com Ele, sendo um ídolo, imagem, cruz, ser humano, etc. Nem nós vamos adorar um ao outro. Se você virar as costas a esta boa vocação, diga-lhes, ó crentes: sejam testemunhas de que somos muçulmanos, sujeitos ao nosso Senhor com adoração e sinceridade.

Esta vocação para a palavra comum é dirigida a judeus, cristãos, também para seguidores de outras religiões, porque a religião do Islam ab-roga todas as religiões e todas as pessoas devem entrar nela.

 Conclusão

 * O livro terminou, graças a Deus; nele foram confirmados dois assuntos:

Primeiro: A invalidade de dizer que Jesus o Messias é o senhor ou filho do Senhor, que é Deus e Filho de Deus.

Segundo: confirmar o dito de que Jesus o Messias é um ser humano como os outros, Mensageiro enviado por seu Senhor e Criador (Deus).

Tudo isso com evidências do Antigo Testamento, do Novo Testamento, da lógica, da história e do Alcorão Sagrado.

Concluindo, pedimos a Deus dizendo: Ó Deus, faça-nos as chaves para o bem, fechaduras para o mal, e que Deus abençoe Seus profetas Mohammad, Jesus, Moisés e todos os Seus profetas e conceda-lhes muita paz!

Oh, Deus! Eu transmiti, oh meu Deus! Seja testemunha.

Terminei o livro, graças a Deus. Que Deus beneficie com ele, seus leitores, seu escritor e seu editor.

E louvado seja Deus, o Senhor do Universo.

 Autor: Majed Bin Sulayman

[email protected]

00966505906761

Na manhã do dia 8 de Muharram, 1440 H.

Correspondente a 18 de setembro de 2018 d.C.

 Esclarecimento sobre alguns termos do livro

  

“Deus o abençoe e lhe dê paz”: O significado da bênção de Deus ao Profeta Mohammad é elogio de Deus a ele ante uma audiência superior que são anjos; nisso há mais honra e elogio, e ele merece isso, porque através dele Deus conduziu as pessoas à religião verdadeira.

O significad de "lhe dê paz": é uma frase de súplica – também - para Deus protegê-lo do mal das pessoas, como insultá-lo ou à sua família, etc.

Então o significado completo de "Deus o abençoe e lhe dê paz" é: "Ó Deus elogie Seu Profeta Mohammad com Seus anjos, e o proteja de qualquer dano".

O significado é, por isso, é de respeito que todo muçulmano deve dizer quando o Profeta Mohammad é mencionado, por isso não é adequado para os muçulmanos ouvir o nome do Profeta Mohammad e não invocar Deus por ele como se eles estivessem falando sobre qualquer pessoa.

Também é aconselhável dizer "que a paz esteja com ele" ao mencionar os outros profetas, como forma de homenageá-los.

● A paz esteja com ele: O significado de "que a paz esteja com ele" quando mencionado um dos profetas, é implorar a Deus para preservá-lo do mal.

● Os fariseus: uma seita judia fanática, extremista e intolerante com aparência exterior de piedade e religiosidade, incluindo literalmente obedecer às leis como abster-se de qualquer trabalho aos sábados, misturando-se com aqueles que eles não são judeus porque os consideram impuros, eles causaram danos ao Messias (que a paz esteja com ele).[83]

● Os nazarenos agora são conhecidos como cristãos e são seguidores de Jesus, Filho de Maria, foram chamados de "nazarenos" porque eles se ajudaram.

Foi dito que eles foram nomeados após os discípulos que eles se descreveram assim, como Jesus (que a paz esteja com ele) disse: "Quem são os meus auxiliadores, na causa de Deus? Responderam: Nós somos os auxiliadores de Deus!" (Alcorão, 61:14).

Foi dito que eles foram chamados assim porque vieram para uma terra chamada "Nazaré" na Palestina, e foi dito que eles foram chamados assim porque Jesus era daquela terra.

Enfim, a palavra "nazarenos" vem de suporte, e é um atributo de elogios e louvores.

● Monoteísta: é a pessoa que acredita que Deus é Um em Sua essência, e que Ele é o Merecedor de adoração, Ele sozinho sem associar nada ou ninguém a Ele, e o oposto disso é o idólatra, que tem um parceiro com Deus.

● Missionários: assim chamados porque convidam as pessoas a se converterem à cristandade.

Em nome de Deus, Clemente, Misericordioso

Nota do tradutor

Para a tradução deste livro, a maioria das citações bíblicas foram retiradas de "A Bíblia Sagrada", contendo o Velho e o Novo Testamento - edição de 1987.

Enquanto para as citações do Alcorão, usamos a tradução de Samir El Hayek - edição de 2019. Utilizamos os nomes Deus, Jesus e Maria.



[1] A mulher que fala significa que Deus é uma rocha, o que significa que ela é forte e algo em que pode confiar, porque ela não é capaz de conceber filhos, mas depois de orar a Deus, Ele lhe deu um filho, e esta foi uma oração de agradecimento depois disso.

Deus, também era conhecido como uma rocha em Deuteronômio (na Canção de Moisés)

“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.” [Deuteronômio  (32:4)

“Olvidaste a Rocha que te gerou; e te esqueceste do Deus que te deu o ser. ” [Deuteronômio 32:18]

Quando precisarmos

Mesmo em português, podemos dizer isso sobre alguém que está sempre lá

por exemplo:

"Eu não poderia superar isso sem ele. Ele é a minha rocha."

[2] Os fariseus: seita judia fanática, extremista e intolerante com o aspecto exterior de piedade e religiosidade incluindo literalmente cumprir as leis, como abster-se de qualquer trabalho aos sábados, misturando-se com aqueles que Eles não são judeus porque os consideram impuros, eles causaram dano ao Messias que a paz esteja com ele.

Citado do livro: "Tárikh annasraniya, madjal linach’atihá wa maráhili tatawworihá ‘abra tárikh” (pág. 59). Autor: Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'. 1ª edição.

[3] O significado de (filho de Deus) mencionado nos evangelhos será detalhado no anexo seis “Um benefício sobre o significado de (filho de Deus) mencionado em alguns evangelhos”.

[4] Gustave Le Bon (1841-1931): Ele foi um médico e historiador francês interessado nas civilizações orientais. Dos seus livros mais famosos "A civilização dos árabes", "As civilizações da Índia", "A civilização egípcia" e "Les lois psychologiques de l'évolution des peuples". Ele foi um dos filósofos ocidentais mais famosos e um dos que foram justos com a nação árabe e a civilização islâmica por não seguir a abordagem dos historiadores europeus que negavam o mérito do Islam sobre o mundo ocidental. Mas Le Bon, que viajou pelo mundo islâmico e onde conduziu pesquisas sociais, confirmou que os muçulmanos realmente civilizaram a Europa. Ele acreditava que a civilização árabe deveria despertar de seu sono e mostrar ao mundo sua verdadeira imagem; Então, em 1884, ele escreveu o livro "A civilização dos árabes" compilando os elementos da civilização árabe e sua influência no mundo; investigou as causas de seu desenvolvimento de seu declínio e os apresentou ao mundo como a dívida que um devedor deve a um credor. Gustave Le Bon morreu na França em 1931. Fonte: Wikipedia

[5] Os nazarenos são agora conhecidos como cristãos, e são seguidores de Jesus, filho de Maria, eram chamados portanto, "nazarenos" porque se ajudaram mutuamente. Foi dito que eles foram chamados assim após os discípulos que assim se descreveram, como Jesus disse que a paz esteja com ele: Quem defenderá a causa de Deus comigo? Então o mais íntimo dos discípulos disse: Nós somos os defensores de Deus﴿. [Alcorão, 3:52]. Eles foram chamados assim porque vieram para uma terra chamada "Nazaré" na Palestina, e eles foram chamados assim porque Jesus era daquela terra. De qualquer forma, a palavra “nazarenos” vem de apoio, e é um atributo de louvor e louvor.

[6] O significado de "Deus abençoe o profeta Mohammad" é o elogiá-lo diante de uma audiência mais elevada que são os anjos; nisso há mais honra e louvor, e ele merece isso, porque por meio dele Deus conduziu as pessoas à verdadeira religião.  E a palavra "Conceda-lhe paz": esta frase é uma frase de súplica – também - para que Deus o proteja do mal das pessoas, como insultá-lo ou à sua família, etc. Portanto, o significado completo de "Deus o abençoe e lhe dê paz" é: "Ó Deus, elogie Seu Profeta Mohammad com Seus anjos e proteja-o do mal." Esta é uma frase de respeito que todo muçulmano deve dizer quando o Profeta Mohammad é mencionado, então não é adequado para o muçulmano que ouve o nome do Profeta Mohammad e não suplica por ele como se estivesse falando sobre qualquer pessoa. Também é aconselhável dizer "A paz esteja com ele" quando os outros profetas são mencionados, como forma de homenageá-los.

[7] Adaptado de “Mausú’at al-adyán”, livro três: Annasraniya wa má tafarra’a ‘anhá, sétimo capítulo: ‘'Aquidatu annasárá, terceira seção: Al-Ittihád “Attajassud”. Editora: Dorar Sunniya. (www.dorar.net/enc/adyan/477).

[8] Para esclarecer o mito dessa crença, consulte o livro “Arba'úna dalílan 'alá butláni' Aqudati tawáruzil-khatí'ati wa 'aquidati solbil-Massih”, de Majed Bin Sulayman Al - Rassi, disponível na Internet com este título.

8 Monoteístas: plural de monoteísta, a pessoa que acredita que Deus é Um em Sua essência e que Ele é o Merecedor de adoração, Ele sozinho sem associar nada ou ninguém a Ele, e o oposto disso é o idólatra, que toma um parceiro com Deus, em sua essência, adore e depois adore outro com Deus.

[10] Haverá explicação sobre os romanos e suas crenças no segundo apêndice dos apêndices deste livro: “Apresentação das Crenças Romanas”.

9 Para a honestidade científica, a maior parte das informações mencionadas neste ponto se beneficiaram do livro sobre a história do Cristianismo - uma introdução à sua origem e estágios de desenvolvimento ao longo da história. O terceiro estudo, do autor, Abdul-Wahhab bin Saleh Al-Chayi'.

10  Ver “Albidáyah wa Niháya” de Ibn Kacir, livro: Zikru raf’i ‘Issa álaihis salám ilas samá’, e “Tafsír al-Qur’án al‐‘Azím” do mesmo autor, (Alcorão, 4: 157).

[13] Ou seja, ele derivava sua autoridade na matança dos sumos sacerdotes judeus.

[14] É mentir, e cometer pecados.

[15] Saulo era o nome original de Paulo. Ele foi denominado Paulo posteriormente.

11 “Adwá  ‘alá al-Massíhiya” (pág. 86), com poucas modificações.    

12 "Muhádarát fi Nassraniya" (pág. 71), com breve resumo.

13 (págs. 102-103) do livro “Tárikh annasraniya, madjal linach’atihá wa maráhili tatawworihá” com poucas modificações.

14 Para esclarecer o delírio dessa crença, veja o livro “Arba'úna dalílan 'alá Botláni' Aqudati tawáruzi al-Jatí'ati wa solbi al-Masih”, de Majed Bin Sulayman Al-Rassi, disponível online com este nome .

15 Veja a fonte anterior. Posteriormente, será confirmado que o Messias não foi crucificado e nenhum dano ocorreu, no quarto anexo "A história da virgem Maria e seu filho o Messias Jesus filho de Maria" - Elevação do Messias sem que lhe ocorresse qualquer dano.

16 Veja estas provas Evangélicos no livro "As Incríveis Profecias de Mohammad na Bíblia". Este livro está disponível com este título na web.

Veja também o livro “Al-bichárát al-‘Ujáb fi suhufi ahli al-Kitáb (99 dalílan ‘alá wujudi Nabiyi al-Mubachari bihi fit Tawráti wal Injíl). pelo Dr. Salah Al -Rached. Editora Dar Ibn Hazm, Beirute.

17Revise los detalles sobre el papel de Pablo en distorsionar la religión del Mesías no livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach’atihá wa maráhili tatawworihá ‘ibra tárkh” (pág. 93 e siguintes), de Abdelwahab Ben Salih Al‐Chayi'.  

18  Foi descrito acima.  

19 Livro “A vida das verdades”, pág. 63.

20 Livro “A vida das verdades”, pág. 187.  

21 Michael Hart: físico e astrônomo judeu americano, nascido em 1932, autor do livro “al-Khálidúna al-Mi'a” cujo título original em inglês é: “The 100, Ranking of the Most Infulential Persons in History" (A Lista das Cem Pessoas Mais Influentes da História). Neste livro, Michael classificou as pessoas mais influentes da história dependendo do nível de sua influência, colocando o Profeta Mohammad (Deus o abençoe e conceda-lhe paz) em primeiro lugar. Em sua lista ele incluiu nomes de profetas como Jesus e Moisés (que a paz esteja com eles), ele também listou os nomes de fundadores de religiões criadas e os inovadores mais proeminentes cujas invenções mudaram o curso da história, como o inventor da eletricidade, o avião e a imprensa, bem como muitos nomes de pensadores etc. Veja sua biografia na Wikipedia.

22 Para honestidade científica, muitas das informações mencionadas neste ponto, eu me beneficiei com o livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach'atihá wa maráhili tatawworihá 'ibrat tárikh” sexta seção, por Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'. Para mais informações: consulte o livro “Attaghyírát wa tataworát attadríyiya al-lati hadaçat li risálati Yasuú’ ba’da raf’ihi ‘alá madá 'iddati qurun”, disponível na web.

23 Por honestidade científica, muitas das informações mencionadas neste ponto, eu me beneficiei delas por meio do livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach’atihá wa maráhili tatawworihá ‘ibrat tárikh” Quarta e sexta seções, da Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

Para mais informações: consulte o livro “Attaghyírát wa tataworát attadrjiya al-lati hadaçat li risálati Yasú’ ba’da raf’ihi ‘alá madá ‘iddati qurun”, disponível na web.

24 Will Durant: (1885 - 1981): Filósofo, historiador e escritor americano, de seus livros mais famosos, o livro "História da Civilização", no qual colaborou sua esposa Ariel Durant. (Fonte: Wikipedia).

25 Will Durant faleceu em 1981. Ele, em seu ditado (mais de quatorze séculos) se refere ao século VI e séculos posteriores.

26 "História da civilização" (1/403).

27 Ou seja, o credo que acredita que Deus é Um em Sua essência, e somente Ele merece ser adorado.  

28 Confira o livro "Muhádarát fi Nasraniya" de Muhammad Abu Zuhra, (pág. 121 e posterior), e o livro "Ar-Rúm" de Asad Rostom", (1/60, 61).

29 “Táríkh Ibn al-Batriq” (1/128-130.)

30 Veja o livro "Muhádarát fi Nasraniya" de Muhammad Abu Zuhra (págs. 126 -127), e o livro “Dáirat ma'árif al-qarn al-'ichrín” do Professor Mohammad Farid Wagdi.

31 Veja o ridículo do engano das mentes das pessoas.

32 “A vida das verdades”, Gustave Le Bon, (pág. 81).

33 Deus tornou fácil reunir aquelas boas novas que chegam a vinte e oito no livro “As incríveis profecias de Mohammad na Bíblia”. Este livro está disponível com este título na web.

Verifique também o livro "Albichárát al-‘Ujáb fi suhufi ahlil-Kitáb" (99 dalílan ‘alá wujudi Nabiyi al-Mubachari bihi fi Tawráti wal Injíl) do Dr. Salah Al-Rached. Editora Dar Ibn Hazm, Beirute.

34 Ver nota de rodapé acima.

[40] Fanatismo: é o aumento da exaltação, como será mencionado mais tarde.

36 Bukhari: 3435.

37 Musslim: 28.

[43] Veja, para benefício, o livro "Sessenta evidências da homenagem do Islam a Virgem Maria e seu filho, Jesus, Filho de Maria", que foi publicado na rede de informações com esse nome.

39 Por honestidade científica, muitas das informações mencionadas neste ponto, eu me beneficiei delas por meio do livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach’atihá wa maráhili tatawworihá ‘ibrat tárikh” Quarta e sexta seções, da Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

[45] Compilado por Bukhari (3431) e Musslim (2366) de Abu Huraira (que Deus esteja satisfeito com ele).

[46] A barreira é uma que Deus colocou entre Satanás e Maria; quando o Satanás quis cutucar Maria no lado, ele picou a barreira, o mesmo aconteceu com seu filho Jesus, filho de Maria, quando ele quis cutuca-lo no lado com seu dedo para gritar pelo piquete, tocou a barreira que Deus fez entre eles; então Deus o protegeu de seu piquete e ele não chorou quando sua mãe lhe deu à luz.

[47] Compilado por Bukhari (3286) e Musslim após o hadice (2366).

43 A divisão de quadrantes: significa que as pessoas são divididas na forma de sua criação, em quatro tipos:

Primeiro tipo: quem nasceu sem homem ou mulher e é nosso pai Adão que Deus criou do barro.

Segundo tipo: quem nasceu de homem sem mulher, é o caso da nossa mãe Eva, Deus a criou de um Costela de Adão.

Terceiro tipo: quem nasceu de uma mulher sem homem e é o Messias Jesus, filho de Maria.

Quarto tipo: aqueles que foram gerados de homem e mulher e são as pessoas comuns.

44 Isto é, com o passar do tempo, eles persistiram em seu descuido, sua fé diminuiu e sua certeza desapareceu. Ibn Sa'di disse isso na explicação do versículo.  

[50] A promessa dos cristãos deve ser entendida como o encargo que Jesus impôs aos seus discípulos – e que estes aceitaram – ou seja, o de acolherem o Ahmad (um dos nomes do Profeta – 61ª Surata, versículo 6). São aqueles que se intitulam “cristãos” os que rejeitam isto. Os verdadeiros cristãos aceitaram-no. A inimizade entre aqueles que se intitulam cristãos, e os judeus, continuará até ao último dia!

46 O homem apontou para o chifre, enquanto eles acreditavam que ele apontava para seu livro, então o soltaram. A pessoa do chifre fez isso como camuflagem para se salvar do assassinato, sem mentir claramente para eles, porque mentir é ruim em todas as leis.

47 O significado é que eles não sabiam as palavras escritas dentro do chifre e segundo elas o homem se desviou de sua religião.

48  Narrado por Musslim (91) de Abdullah ibn Mass’ud, que Deus esteja satisfeito com ele.

49 Ou seja, eles começaram a vender seus vegetais nos mercados no final do dia como se os trezentos profetas que assassinaram no início do dia era normal para eles.   

50 Foi mencionado em um hadice do Profeta Mohammad (Deus o abençoe e conceda a paz) que Deus o elevou ao segundo Céu, ele permanece lá até que Deus autorize sua descida no final dos tempos. Veja Sahih al-Bukhari (3207) e Musslim (164) com base em Anas ibn Málik (que Deus esteja satisfeito com ele).

51 Ver “Al-Bidáya wan Niháya” de Ibn Kacir, livro: Zikru raf’i ‘Issa‘ alayhi salam ilá samá ’e“ Tafsír al-Qur’án al-‘Azím” do mesmo autor, (Alcorão, 4: 157).

52 Ver "Tafsír al-Qur’an al-‘Azim" por Ibn Abu Hátim, (Alcorão, 4: 156). Esta história foi narrada por Ibn Jarir com sua cadeia de transmissão em seu livro de explicação do Alcorão "Jámil-Bayán" no final da explicação da Surata: 61

53 Isto é, ele estará com ele em seu grau no Paraíso como uma recompensa por ele ter redimido o Messias.

54 Refere-se aos muçulmanos aqui, os seguidores do Messias na verdade, porque a palavra Islam tem dois sentidos, um geral e um especial. O sentido geral é adorar o Deus Único e obedecer ao profeta enviado para pessoas na época. Esta descrição (muçulmanos) se aplica aos seguidores de todos os profetas, desde Adão até Muhammad, incluindo o Messias. O segundo significado da palavra Islam é particular da religião com a qual Deus enviou o Profeta Muhammad, Deus te abençoe e te dê paz, cujos seguidores são chamados de muçulmanos.

55 Ver comentário anterior.   

56 Ibn Kacir disse, Deus tenha misericórdia dele: esta é a cadeia de transmissão autêntica para Ibn ‘Abbas, com o Condição muçulmana.

57 Com poucas modificações de "Al-bidáya wa Niháya" de Ibn Kacir, a conclusão do livro: Zikru raf’i ‘Issa ‘Alayhi salam ila samá’.

58 Ele fez isso como vingança contra os judeus que acreditavam que crucificaram o Messias e o mataram.  

59 O segundo califa dos muçulmanos depois do profeta Mohammad, (Deus o abençoe e lhe dê paz).

60 Este ato por parte do califa muçulmano Ômar Ibn al-Khattab demonstra os costumes do Islam em comparação com os costumes dos judeus, já que eliminou o lixo acumulado por três séculos a partir do século IV após Cristo, até o ano 637, quando entrou em Jerusalém, retirou-a da rocha que é a direção dos judeus, o que majestosos são os feitos dos muçulmanos sobre eles! e quão honestas são as maneiras do Islam e modos dos companheiros do Profeta!

61 Ou seja, a doutrina que estabelece que Deus é Um em Sua essência, e somente Ele merece ser adorado.

62 Verifique o livro “Muhádarát fi Nasraniya” de Mohammad Abu Zuhra, (pág. 121 e posterior), e o livro “Ar-Rum” de Assad Rustom”, (1/60, 61).

63 Para obter mais detalhes, consulte o livro “Aynat Tawrát wal Ijyil al-Asliyain?” de Majed Bin Sulayman Al-Rassi, este livro está disponível na rede com este título.

64 Foi mencionado antes que essas provas evangélicas são encontradas no livro “As Incríveis Profecias de Mohammad na Bíblia”.

Este livro está disponível com este título na web.

Verifique também o livro "Al-bichárát al-‘Ujáb fi suhufi ahli al-Kitáb" (99 dalílan ‘alá wujudi Nabiyi al-Mubachari bihi fit Tawráti wal Injíl) do Dr. Salah Al-Rached. Editora Dar Ibn Hazm, Beirute.

65 Por honestidade científica, e para atribuir o benefício ao seu povo, ao preparar este anexo, eu me beneficiei do artigo escrito pelo Dr. Khaled Bin Abdallah Bin Abdelaziz al-Qassem, sob o título ‘Aquidat Al Tasslis: Haquíqatuha wa adilatu botlániha”, e copiei alguns benefícios dele para este artigo..

[71] Em outras palavras, eu te criei, e você veio para esta vida nascido do ventre de sua mãe com a ordem de Deus. Deus atribuiu o produto próprio, porque foi Ele quem o encomendou.

[72] Ver Lucas 3:7, Mateus 3:7, 13:34, 23:33.

67  Por honestidade científica, beneficiei-me dessas informações por meio do livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach’atihá wa maráhil tatawworihá ‘abrat tárikh” (pág. 158), de Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

68 Livro “Ar-Rum” (1/53), ver “História da civilização” (11/384) de Will Durant.  

69 Ver o livro "Arba’úna dalílan ‘alá Botláni ‘Aquadati tawáiczi al-khatí’ati wa 'aquidat salbi al-Massih ", de Majed Bin Sulayman Al - Rassi, disponível online com este título

70 Para honestidade científica, beneficiei-me dessas informações por meio do livro “Tárikh annasrániya, madjal linach’atihá wa maráhil tatawworihá ‘abrat tárikh” (págs. 113, 114) por Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

71 Para honestidade científica, beneficiei-me dessas informações por meio do livro “Tárikh annasrániya, madjal linach’atihá wa maráhil tatawworihá ‘abrat tárikh” (págs. 113, 114) por Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

72 Para honestidade científica, parte das informações mencionadas neste anexo, eu me beneficiei com o livro “Tárikh annasrániya, madkhal linach’atihá wa maráhil tatawworihá ‘abra tárikh”, (pág. 157, 166) por Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'.

73 Eu me beneficiei em alguns parágrafos deste capítulo do livro “Táríkh annasrániya” pág. 267 de Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi', que Deus o conserve.

74 Quer dizer: legislação islâmica.

75 Para maior benefício, Deus facilitou a escrita de dois livros sobre a verdade do Messias Jesus, filho de Maria, no ensinamentos do Islam, o primeiro sob o título "Onze fatos sobre Jesus nos ensinamentos bíblicos e islâmicos". O segundo livro com o título “Sittuna Dalila ‘alá takrim al-Isslam li Mariam Al-‘azrá wa li ibnihá Al-Massih Ibn Mariam". Todos estão disponíveis na rede com os mesmos títulos citados na página: www.saaid.net/The‐clear‐religion

[82] Este livro está disponível online com o mesmo título

77 Copiada de “Tárikh annasraniya, madkhal linach’atihá wa maráhil tatawworihá ‘abra tárikh” (pág. 59) por Abdelwahab Ben Salih Al-Chayi'. 1ª edição.